Medo e delírio na sala de imprensa

02/05/2011 at 16:31 42 comentários

Eram mais ou menos 17h56 quando os monitores da sala de imprensa do Anhembi se apagaram. A corrida da Fórmula Indy já tinha sido interrompida fazia algum tempo, e o clássico entre Palmeiras e Corinthians ILUMINAVA as telas por todos os lados desde a metade do segundo tempo, até que algum GAIATO puxou algum fio e deixou todo mundo na mão.

Foi só ali, naquele momento, que eu me dei conta da pilha de nervos que eu estava, mesmo sem ter conseguido ver mais do que 103 segundos de jogo até então. Envolvido até o pescoço na cobertura da desgracenta corrida, que mais pareceu um desfile de moda-carro “Como não pintar seu veículo em 26 lições” do que uma competição automobilística, mas enfim.


Antes só do que mal-acompanhado

Quando o jogo começou, às 16h, ainda não havia definição sobre o destino da corrida, e a minha credencial não permitia entrar nos pits para tentar entrevistar pilotos, chefes ou quem quer que fosse. Restava, então, ficar ali na sala de imprensa, cavocando notas, enchendo a cara de Coca Zero sem gás (jornalista é uma raça tão folgada que não serve nem pra fechar a tampinha da maldita garrafa) e tentando assistir ao jogo num celular com tela de meia polegada.

Foi nesse celular, de outro palmeirense, que eu “vi” a contusão do Valdivia, a expulsão do Danilo e depois do Felipão, e comecei a entrar em pânico. Se com 11 contra 11, sendo o Luan um desses 11, a coisa já seria complicada, imagina com um a menos. Com pênaltis à vista e a posterior contusão do Cicinho, só restava se apegar ao mantra “Felipão vai guardar o Marcos para entrar aos 40min do segundo tempo”.

Foi com alguma surpresa, então, que vi que abrimos o placar, numa cobrança de escanteio concluída por LEANDRO AMARO. E logo em seguida os monitores trocaram a monótona garagem e o trololó da Indy pelo jogo. Nem deu tempo de se concentrar um pouco que fosse e o Corinthians empatou o jogo.

E tudo o que eu consegui fazer, dali para a frente, foi rir de nervoso, por mais que as telas mostrassem um Palmeiras mais VOLUNTARIOSO diante de um Corinthians que me parecia acuado, com medo de perder. Repeti 400 vezes a piadinha de que Marcos ia entrar, mas Felipão resolveu colocar o amigo do Bob Esponja e acabou com a chance de uma nova consagração do santo alviverde.

E aí, os pênaltis. Não, os organizadores não foram tão sacanas a ponto de deixar o reportariado sem saber o que rolava no Pacaembu. Foram apenas alguns segundos de BLECAUTE, suficientes para me deixar em completo estado de PAVOR, que só fez aumentar a cada cobrador que aparecia: Kleber, que perdeu três pênaltis seguidos contra o Santo André, Marcos Assunção, que já disse não gostar de bater pênaltis, Márcio Araújo, Luan, o canhoto com dois pés direitos, e THIAGO HELENO.

Todos marcaram, mas Deola não conseguiu chegar até a aula de catar pênaltis e a decisão foi para as alternadas. Eu já não nutria mais esperança nenhuma, porque o que vinha em seguida era ainda pior (Leandro Amaro, Rivaldo…), quando o talentoso garoto João Vitor desperdiçou a sua cobrança e Cachito Ramírez determinou a classificação dos rivais.


Pênalti é uma questão de carecabilidade

Para mim, restou então a frustração. Não apenas pela derrota, mas por não ter aproveitado o dérbi como deveria, com todo o CHORO e RANGER DE DENTES que ele merece. Ao menos sobrou a Copa do Brasil e a possibilidade de uma final contra o São Paulo, mas podem ter certeza de que não será a mesma coisa. Dérbi é dérbi, como vocês bem sabem.

Fernando Cesarotti

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Retalhos em vermelho e azul A Batalha do Chile

42 Comentários Add your own

  • 1. Norteña  |  02/05/2011 às 16:54

    “Dérbi” é uma palavra bem gay para designar uma partida de futebol que tenta ser parecida um dia com um GRENAL.

  • 2. gustavo scherbaty  |  02/05/2011 às 17:00

    Puta que me pariu, ontem foi um daqueles jogos que me trouxe de volta toda aquela aflição que algumas vezes já me fez querer desistir de ser fã de futebol. Contusão do Valdívia tentando fazer chute no vácuo (e dessa vez a jogada era objetiva), expulsão do Danilo logo depois de um lance não marcado do Liédson no Kléber, Tinga e Luan jogando de titulares, Cicinho sentindo dores e sendo o segundo jogador a deixar o campo machucado ainda no primeiro tempo. É tudo muita desgraça pra uma tarde só. O gol do Leandro Amaro só me fez acreditar que a gente ainda tinha uma chance de levar pros pênaltis, já que infelizmente ele veio muito cedo pra um time que jogava com dez.

    Quanto às penalidades, corrijam-me se eu estiver errado, mas não me lembro de ter visto o Deola pegar um pênalti sequer até hoje, daí é brabo.

  • 3. izabel.  |  02/05/2011 às 17:01

    e norteña é um nome macho pra caralho.

    massa o texto, cesarotti.
    eu quase morri ontem, na hora dos pênaltis meu coração tava pulando.
    e o que é ter tite no banco: corinthians com 1 a mais o jogo quase todo e palmeiras jogando de igual pra igual.

  • 4. izabel.  |  02/05/2011 às 17:03

    gustavo, mas quantos ele já sofreu? calma, né?
    acho que o júlio cesar também nunca tinha pegado um.

  • 5. Fernando Cesarotti  |  02/05/2011 às 17:08

    Então, se não me engano era o Deola o goleiro do Palmeiras numa Copinha em que o Bruno entrava no fim só pra pegar os pênaltis (dava certo, mas ele nunca pegou um no time de cima). Ontem ele acertou três cantos, mas foi de braço curto. Paciência. O Julio Cesar só acertou dois cantos, o do Kleber e o que pegou.

  • 6. Tiago Marcon  |  02/05/2011 às 17:17

    Parece que a rusga ente o Tite e o Felipão foi por causa da compra de uns terrenos aqui em Caxias e tal
    (nenhum sentido)

  • 7. Gabriel Teixeira  |  02/05/2011 às 17:34

    Diretoria verde OMISSA. Por mais que os lances polêmicos estejam todos sujeitos a interpretação, a presença de Paulo César de Oliveira deveria ter sido barrada nem que fosse na base da EURICADA.

    O que a FPF fez foi INDEFENSÁVEL e esse juiz não poderia ter apitado.

    Quanto ao jogo, deu pra ver a superioridade verde mesmo com um homem a menos. Aos corinthianos, que têm mais é que comemorar mesmo, sobra a esperança de derrubar o Santos embalado. Em dois jogos: impossível.

  • 8. Norteña  |  02/05/2011 às 17:40

    Izabel…

    Nortenã é só uma homenagem a uma cerveja Uruguaya a qual aprecio.

    Nada mais.

  • 9. Sancho  |  02/05/2011 às 17:46

    re 7

    A tese no 3VV é que o Marco Polo Del Nero seria da turma mustafista e secadora do próprio clube, daí a escolha do PCO.

  • 10. Prestes  |  02/05/2011 às 17:52

    Ouvi dizer hj q o Tite está MAGOADO com o Felipão pq achou q o Palmeiras fez corpo mole contra o Fluminense no Brasileirão ano passado.

  • 11. Gabriel Teixeira  |  02/05/2011 às 17:58

    Sancho, o que aumenta mais ainda a omissão do Sr. Tirone em não bater de frente com o sr. Mustafá Contursi Goffar Majzoub, notório corinthiano sócio do Palmeiras.

  • 12. Vizzotto (Goleiro)  |  02/05/2011 às 18:00

    Tudo bem que goleiro bom PEGA penalti! Mas daí a querer que a classificação venha nas mãos de um só pq o ataque é inoperante é demais!!

    E ninguém do Palmeiras foi capaz de avisar que numa dessas frescura o Valdívia ia se machucar???

  • 13. izabel.  |  02/05/2011 às 18:03

    o corinthians nunca ganhou um clássico com o paulo cesar no apito.

    eu acho esse drible do valdívia massa. muita ironia do destino ele se machucar assim. sorte a nossa, era o melhor palmeirense do jogo.

  • 14. Kadu  |  02/05/2011 às 20:15

    Dois times razoáveis, mas um é comandado por Tite, e o outro por Felipão. Nota-se a diferença, o Corinthians tinha o jogo na mão, mas só ganhou nos pênaltis.

    No mais, o Dentinho confirma a cada dia que é o novo Gil (Ewerthon, Lulinha, ou qualquer revelação corinthiana aleatória). Não tem futuro.

  • 15. douglasceconello  |  02/05/2011 às 20:53

    Acho que era o Taffarel quem dizia que sua estratégia para agarrar penais era escolher um canto e pular para alcançar na trave: se a bola fosse ali, ele pegava.

    Ou era o André Döring, superior a Taffarel (piada, mas não muito)*

    *Pegou trinta e sete pênaltis contra o Santos na Copa do Brasil de 1997

  • 16. Ismael  |  02/05/2011 às 21:02

    Baaaah, lembro desse jogo!!! TODOS os repórteres alucinados perguntando por DIAS como o André fazia para pegar penales

  • 17. Ernesto  |  02/05/2011 às 21:20

    Dérbi é palavra estrangeira. Coisa de macaquinho de auditório. Típica viadagem tupiniquim.

  • 18. Diogo  |  02/05/2011 às 21:21

    Off-topic total: Palermo, aos 37 anos, fez gol de calcanhar. Direito, que é o pé pior dele. Em clássico. Contra o mesmo Independiente no qual ele já fez gol do meio de campo. MORRI

  • 19. gilson  |  02/05/2011 às 22:03

    Mas foi massa o DÉRBI viu Cesarotti, só não gostei do final. Mas fazer o quê?

  • 20. Lutebron  |  02/05/2011 às 22:17

    Nortena,
    Vc considera o nosso “derbi” inferior ao seu “grenal” ? nossa, quanta arrogância, aliás bem típica de alguns gaúchos do Rio Grande do Sul, infelizmente…
    Qual o “grenal” mais importante da história ? de certo, uma final estadual…
    Qual o “derbi” mais importante ? dificil dizer, já decidimos um Campeonato Brasileiro (1994), e nos enfrentamos em quartas e SEMI-FINAL de LIBERTADORES DA AMERICA (1999-2000)
    Portanto, Nortena, por favor mais cuidado com suas palavras.

  • 21. Prestes  |  02/05/2011 às 23:08

    O André pegou dois pênaltis naquele jogo. Desconfiava que o Arilson seria melhor que PELÉ naquela época, uhasduhasdasuhdasuhdasuhd

  • 22. Cesarotti  |  02/05/2011 às 23:29

    Bom, eu não falei de juiz no texto propositalmente, porque, assim como o diretor de redação Ceconello, acho que é um assunto estéril e que não resolve nada discutir. Além disso, não consigo enxergar toda essa maldade/sacanagem do PC – até acho ele um árbitro mala, arrumador, legítimo seguidor da escola Simon de amorcegar arbitragem. Mas acho que, em casos como esse, o Felipão passa do ponto na pilha, tanto antes quanto depois do jogo. Antes, porque os jogadores entram em campo na nóia,, mais inferessados em CONFA do que em jogar bola.

    E dérbi é um estrangeirismo que circula na língua portuguesa desde o século 19 e nasceu nas corridas de cavalos, mas foi rapidamente adotado no Brasil para se falar de futebol – mas acabou restrito ao que, pra mim, é o maior de todos os clássicos do Brasil, assim assim com o Gre-Nal. Mas isso é a MINHA OPINIÃO, quem não acha, eu só posso lamentar…

  • 23. douglasceconello  |  03/05/2011 às 01:09

    CZAROTTI falou bem. Felipão às vezes pilha demais a gurizada e isso resulta acaba, como os filmes da sessão da tarde, EM MUITA CONFUSÃO.

    E como se machuca este Valdívia, e parece que sempre que se precisa dele. Já gostei de sua forma de jogar, mas agora anda só enganando.

  • 24. Zé Eduardo Morais  |  03/05/2011 às 01:23

    Só eu que quando leio ou ouço ‘dérbi’ lembro dos cigarros DERBY?

  • 25. Juan Carlos "Chango" Cardenas  |  03/05/2011 às 08:33

    Na minha opinião, cidade com mais de dois times grandes não consegue criar um clássico com tanta rivalidade quanto cidade com apenas dois times.. (nao que a minha opinião valha algo, mas enfim…)

  • 26. Anônimo  |  03/05/2011 às 10:05

    Quando tem mais de dois times grandes – e em São Paulo tem quatro – perde-se bastante da rivalidade. Porque daí ocorre com mais frequência de um não secar o outro porque o outro está jogando um clássico com um terceiro que, na ocasião, está merecendo mais secação do que o outro… Enfim, algo como se fossem tréguas entre as torcidas por contade um que, no momento, seja o “inimigo comum maior”. Isso diminui a rivalidade.

    Aqui não tem essa viadagem. Gremista é sempre anticolorado e colorado é sempre antigremista. Sempre.

    Com a possível exceção de quando a vitória de um beneficia MUITO o adversário sem prejudicar a si mesmo. Daí ocorrem bizarrices como a de 2009, quando o Grêmio poderia ter ganho do Flamengo na última rodada e ter dado o título para o Inter, tinha Colorado cantando o hino do Grêmio e gremista virando flamenguista desde pequeno, mas são exceções…

  • 27. Zé Carlos  |  03/05/2011 às 10:31

    Dérby é Dérby e VICE-VERSA

  • 28. Daniel  |  03/05/2011 às 11:47

    #26, em SP, palmeirenses, santistas e são-paulinos são SEMPRE anti-Corinthians. qdo apenas os outros estão envolvidos, aí sim tem essa de escolher um inimigo comum maior.

  • 29. Claudio RK  |  03/05/2011 às 12:13

    O texto e os comentários estão bons. Não adianta falar da arbitragem – se for pra concluir que a culpa é dela, então no fundo a culpa segue sendo do próprio Palmeiras, que foi feito de bobo na indicação.

    Os responsáveis maiores pela eliminação foram Danilo e Felipão, que montou um time de rebeldes líbios sem necessidade, embora sem ele o time também não tivesse a capacidade de correr com um a menos como fez.

  • 30. Mandioca  |  03/05/2011 às 12:19

    #17

    Isso aí. Já gol, corner, pênalti e mais um zilhão de termos do futebol são tipicamente palavras ÍNDIAS, né não?

    Sem contar que gente que tenta a todo custo cantar em portuñol na arquibancada não deveria ser levada muito a sério quando quer falar de purismo linguístico.

    Santa babaquice, Bátima, má que porra é essa?

    Sobre o jogo, não vi, ouvi o primeiro tempo no rádio e os penais num celular, além dos gols no boteco e o pré-jogo no bar do campo de várzea. O pré-jogo na Bandeirantes teve uma cena inacreditável: a porra da fórmula Indy no vai-não-vai, aí o jogo começou, me colocam o jogo na teka cheia. De repente DIVIDEM A TELA EM DOIS pra passar metade o jogo e metade A PORRA DA IMAGEM DO CAPACETE DE UM PILOTO QUALQUER NO COCKPIT. Na sequência, passam o capacete pra TELA CHEIA.

    Sério, o futebol perdeu totalmente o respeito. Depois que em 2009 a Globo NÃO PASSOU a final da Libertadores (Cruzeiro x Estudiantes) pra São Paulo, eu achava que nada poderia ser pior.

    Pode, e ainda deve poder mais. Socorro.

  • 31. Mandioca  |  03/05/2011 às 12:22

    #26 e outros

    Acontece que o derby já foi sim um clássico de rivalidade absurda. Só que mesmo que se extinguissem todos os outros times do Estado e ficassem só Corinthians e Palmeiras, nunca voltaria a ser o mesmo por conta das 321423423 restrições, imposições e censuras da nossa querida FPF.

    São Paulo é o túmulo do torcedor de futebol, e faz tempo. Muito tempo.

  • 32. Roger  |  03/05/2011 às 12:24

    Derby me lembra corrida de cavalos, sempre.

    Mas não vejo por que a palavra diminuiria um clássico como esse.

    E incrível comoFelipão nunca é indiferente aos gremistas . Tá certo que eu sempre simpatizei um pouquinho mais com o Palmeiras do que com os outros de SP, mas com o Felipãp na casamata é diferente, quase chego a torcer…

    Acho que vai ser muito interessante o confronto Pal X Coxa pela copa do brasil.
    Um time operário que tá certinho, com moral, passando o rodo, outro cheio de macaco velho(Marcos, valdivia, Kebler) comandado por uma raposa mais velha ainda! promete…

  • 33. Mandioca  |  03/05/2011 às 12:28

    #32 Valdívia não joga o primeiro jogo, talvez nem o segundo.

    Mas será mesmo um jogo bem interessante de ver, na minha opinião o melhor das quartas de final.

  • 34. Daniel  |  03/05/2011 às 13:46

    Mandioca, tem razão, os estádios de SP são praticamente um velório, hoje. Vivemos em uma terra em que não se pode pagar pra trepar, não se pode fumar, não se pode torcer… e o pior é que essa porra toda não faz sentido algum, principalmente que as tais “guerras de torcida” tão temidas pela FPF e pela INCOMPETENTE PM de SP pressupõem a presença de duas torcidas, e hoje ou não há torcida visitante (contra os times menores), ou ela está reduzida a 5%.

  • 35. Mandioca  |  03/05/2011 às 13:57

    É tudo muito ridículo e ditatorial. A imensa maioria das subprefeituras de SP é comandada por PMs reformados. A porra da arbitragem é comandada pelo CORONEL Marinho! Que caralhos um policial entende de arbitragem?

    E a cada dia o Kassab proíbe coisas novas por aqui. Não pode mais porra nenhuma, mesmo.

    E as organizadas não fazem PORRA NENHUMA. Ao invés de se juntar e quebrar a merda da FPF, ficam se matando em emboscada até hoje.

    O único alento/esperança, ainda que pequena, parece ser mesmo a ANT.

  • 36. Mandioca  |  03/05/2011 às 14:22

    Ah, e pra quem desconhece a história do Derby:

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Derby_Paulista

  • 37. izabel.  |  03/05/2011 às 15:43

    e pra piorar a situação do futebol paulista, temos essa midiazinha nojenta.

    o juca quifuro consegue começar um texto sobre a final do paulista com essa frase: “É óbvio que está errado decidir o Paulistinha na Vila Belmiro”

    se é óbvio que o time não deveria jogar a final em sua cidade e em seu histórico estádio, pra onde vai a rivalidade, hein?

  • 38. Ernesto  |  03/05/2011 às 18:39

    Quem fala corner é puto. É escanteio. Penalti e gol foram aportuguesadas, não há similares, são intrínsecas ao esporte em análise.

    Agora, Derby TEM correspondente. É clássico. Algum balaqueiro começou a falar derby e os otários foram atrás.

    Eu não canto em portunõl. Nem canto. Corneteio.

  • 39. Mandioca  |  03/05/2011 às 18:46

    Gol vem de goal, que é objetivo, meta. Só que ia ser ridículo gritar “meeeeeetaaaaaa”.

    Pênalti, penalidade. Essa até usam.

    De toda forma, querer achar que derby é só por conta de algum babaca que chamou assim é desconhecimento histórico do esporte e seu contexto.

    ALLEZ! GO! HACK!

    Manja?

    Ah, e essa sua cruzada pró-tupiniquim me lembra uns malucos ultrapatriotas que conheci por aí no Fórum Social de 2003 que distribuíam panfletos “corrigindo” site pra “sítio”, email pra “correio eletrônico” e por aí vai.

    Era engraçado.

  • 40. Alemão  |  04/05/2011 às 20:12

    Bem cada dia, fica mais claro que o Felipão tá arrependido e vai se arrepender até o resto da vida por não ter aceitado dirigir o Inter e conseguir a sua terceira Libertadores e o Mundial de Clubes que é um título inétido pra ele.

  • 41. Matheus  |  05/05/2011 às 09:32

    eu acho legal que nego sempre fala que torcedor organizado é bandido, que as TOs deviam acabar… mas sempre vem um pra falar “cadê as organizadas pra protestar?”

  • 42. Mandioca  |  05/05/2011 às 10:57

    #41

    Eu nunca disse na minha vida que organizada é bandido, nem que To deve acabar. E nunca direi.

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