Como contar lo que pasa con mi gente y su pobreza

08/04/2011 at 15:00 36 comentários

As rodadas do Gauchão 2011 com todos os participantes ativos já se foram. Rebaixados, Porto Alegre e Inter-SM se ajoelharam à porta da FGF pedindo o cancelamento do que seria seu melancólico e custoso confronto de despedida. No final de semana, apenas catorze das dezesseis equipes do torneio entrarão em campo – e a quantidade delas se reduzirá nas semanas seguintes, conforme os matas da Taça Farroupilha avançarem. Está terminando um dos Campeonatos Gaúchos com menos interioranos nos últimos cinquenta anos.

O dado serviu de premissa para a abertura da série Los de Abajo, sobre clubes tradicionais do interior apartados da elite do Rio Grande: em 2011, os nove times de fora da Região Metropolitana significavam somente 56,3% dos participantes do campeonato. O número se faz alarmante por não ser fruto de uma única temporada especialmente ruim. Ele repete uma proporção já vista em 2008, confirmando uma curva descendente na presença dos times de longe da Capital, e diz mais: desde que o Gauchão deixou de ser regionalizado, em 1961, só o campeonato pioneiro e o do ano seguinte tiveram menos equipes do interior, percentualmente, do que o atual – o índice era de 50%.

Mas é inevitável que aquelas edições tivessem mais clubes de Porto Alegre. Quando a unificação que modernizou o estadual foi feita, quatro das doze vagas foram divididas entre Bagé, Pelotas e Rio Grande e as outras oito ficaram com o antigo Campeonato Metropolitano. Geograficamente, o interior esteve mais representado do que esta separação dá a entender porque o Juventude e o Flamengo de Caxias já disputavam o Metropolitano e entraram no Gauchão por ali. É possível dizer, na realidade, que a partir do momento em que o interior deixou de ter a proporção mínima dos dois primeiros campeonatos ampliados (em 1963 os interioranos já eram 58,3% da competição), nunca houve um torneio tão capitalino quanto os de 2008 e 2011.

As quatro cidades mais distantes de Porto Alegre neste ano foram Ijuí, Erechim, Santa Maria e Pelotas. Com exceção da terra do Ypiranga, as outras foram atormentadas pelo rebaixamento até o fim. Há mais que coincidência nisto. O Inter-SM teve a pedra da Segundona amarrada aos calcanhares por experimentar, de fato, a situação mais caótica dos quatro, nas finanças e no elenco. Mas o Pelotas estar mal é simples cumprimento do roteiro de times que acabaram de voltar à elite – no caso do Lobo, nem o peso da tradição ajudou a mudar isso no seu segundo ano. O São Luiz, por sua vez, desde que subiu em 2005 tem se preocupado mais em pagar dívidas do que em disputar classificações – e, nesta sexta temporada após voltar à Primeira Divisão, deve acabar pela quarta vez na última posição acima do rebaixamento.

O Ypiranga tem mais tranquilidade com um caso distinto dos anteriores. Seu modelo de gestão atípico foi adotado na retomada do profissionalismo do clube no meio da década passada. A administração cabe ao Instituto Anglicano Barão do Rio Branco, uma instituição a princípio ligada ao ensino. Neste sistema, os auriverdes ganharam a Segundona em 2008 e, no ano seguinte, o Campeonato do Interior e o vice na Copa FGF. O amanhã do clube pode render um acompanhamento interessante se forem confirmadas as notícias de que a parceria até aqui bem-sucedida não seria renovada ao término do contrato, em setembro deste ano.

Com a queda do Porto Alegre, é bastante provável que o interior ganhe algum espaço para 2012. Apenas três equipes da Região Metropolitana militam hoje na Segundona – Aimoré, Cerâmica e Sapucaiense – e nenhuma delas se destacou até aqui. Na melhor hipótese para quem torce pelos cantos remotos do Estado, porém, só haveria aumento de um time. Ainda será uma proporção inferior a qualquer época do campeonato a partir dos anos setenta, e estará longe de indicar uma recuperação de força dessas regiões. Grande parte dos clubes tem feridas abertas pela atuação prejudicial de antigos dirigentes, que os usaram política, social e economicamente – de modo que as equipes vivem agora nas mãos da Federação para garantir sua sobrevivência.

Assim, eles têm pouca força para questionar medidas corrosivas como recriação da Terceirona ou negociação de contratos que tornam todo um campeonato refém de verbas bondosas que nunca chegam. O dinheiro do Banrisul, por exemplo, corresponde na prática à própria cota dos times na Segunda Divisão, e só é liberado mediante certas exigências: após todos comprovarem, por fotos, que atenderam aos requisitos de exposição da marca. Mesmo que vinte e sete dos vinte e oito participantes passem a Segundona inteira divulgando o banco estatal que não hesita em dar milhões para Gre e Nal, todos estão sujeitos a não ver um tostão se somente uma das equipes falhar. Os clubes ainda não receberam os valores e alguns dos que contavam com ele para formar plantel estarão rebaixados quando as migalhas pingarem, atrasadas, nas suas contas.

O desenvolvimento histórico do futebol gaúcho lembra um conto do argentino Juan Sasturain. “Campitos” é a história de José Campodónico, funcionário do Ministério da Agricultura peronista encarregado de desenhar os mapas da produção do país. Um dia, decidido a espalhar pelo mapa os jogadores do Campeonato Argentino, Campodónico constatou que certos cultivos se relacionavam com a afinidade do atleta pela bola. Zagueiros esquerdos acompanhavam as plantações de girassóis. Centroavantes tinham de sair da terra escura de onde se colhiam batatas. A ficção de Campitos vira real se a transferimos para o Rio Grande do Sul e trocamos jogadores por clubes.

Vindos de uma região de ápice econômico mais antigo, os oito clubes ativos da Zona Sul e da Fronteira somam oito títulos estaduais e oitocentos e seis anos de tradição. No entanto, sete deles estão na Segundona. A força econômica trazida antes pelo gado a cidades como Bagé, Livramento ou Pelotas ficou definitivamente para trás. Noutro exemplo, a Chave 4 da Segundona, com muitas equipes do Norte do Estado, onde culturas como a soja trouxeram uma prosperidade mais tardia, tem menos de trezentos anos na idade somada de seus times. A exceção nesse heptagonal de novatos é o Riograndense, que está a um ano do centenário, mas tem sua fundação – e decadência – relacionada a outro fator econômico, ancestral como as charqueadas: a ferrovia que passa por Santa Maria.

A questão nova, que se impõe nestes primeiros anos do século XXI, é que não está mais servindo ao futebol do interior esse tipo de comparação antiquada. São empresários – esportivos ou não – que viabilizam os clubes por estes dias, e no Rio Grande do Sul a concentração desses investimentos está cada vez mais direcionada ao futebol da Capital e seus arredores, com algum escape para a Serra. Talvez não fique assim para sempre. Pode ser apenas um fenômeno temporário, um enfraquecimento gradual dos times do interior num primeiro momento, tornando-os mais simpáticos aos desmandos de empresários – agora sim, só esportivos – nos anos seguintes.

Bem-vindo a São Paulo,
Maurício Brum

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No tabernáculo da fé Embalos e cornetas de uma tarde de futebol em Nova Lima

36 Comentários Add your own

  • 1. Rudi  |  08/04/2011 às 15:09

    Ainda defendo que a volta da regionalização faria um bem tremendo a todos esses times e ao futebol gaúcho como um todo também…
    E não é difícil…

  • 2. Sancho  |  08/04/2011 às 15:31

    Re 1

    Essa regionalização deveria ser forte de BAIXO para cima. O rebaixamento à Terceira Divisão é o sinal de que a FGF está virando as costas para os clubes abaixo dos 36 felizardos que ela se considera apta a ter em seus quadros.

    O caminho é virar as costas para a Federação! Pode-se organizar o estabelecimento de diversas ligas regionais abertas, em que clubes profissionais, semi-profissionais e amadores poderiam participar: Liga da Produção; Liga do Alto Uruguai; Liga da Fronteira Oeste; Liga da Campanha; Liga da Região Sul; Liga dos Campos de Cima da Serra; Liga do Turismo; Liga do Litoral; etc. Viagens curtas, mobilização de comunidades, apoio local, ingresso baixo, transmissão pelas rádios das cidades (TV, acho difícil, mas quem sabe), temporada anual.

    Dependendo do número de ligas organizadas, e se houver interesse, poderia, em novembro, se fazer um grande torneio em mata-mata com os campeões regionais para determinar o campeão estadual.

    E a FGF que ficasse com os torneiozinhos dela…

  • 3. Sancho  |  08/04/2011 às 15:31

    Futebol tem que ser algo que envolva as comunidades para que tenha algum sentido. Tem que ter torcida…

  • 4. Rudi  |  08/04/2011 às 15:33

    Mas a minha idéia é mais ou menos isso sancho
    FRONTEIRA
    SUL
    CENTRO
    SERRA
    CAMPANHA
    PORTO ALEGRE
    METROPOLITANA
    LITORAL

    abre essas 8 regiões pra torneios pra quem quiser se inscrever (claro, times que hj são da A ou B estaduais entrariam em fases mais adiante, de acordo com número de inscritos, mas em fazer tabela tu é melhor do que eu disparado)

    O campeão de cada uma dessas regiões classifica pra quartas de final, mata-mata de ida e volta até o fim e era isso

  • 5. Juan Carlos "Chango" Cardenas  |  08/04/2011 às 15:57

    A criação da terceira divisão foi uma palhaçada gigante. Poucos times que caírem vão sobreviver. Mas não tem problema, afinal o time do Sr. Noveletto está na primeira divisão…

  • 6. SaPo  |  08/04/2011 às 16:46

    Isso sim que irrita o cara, o Dentinho pegando a mulher samambaia…
    http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1658101-9798,00-VEJA+FOTOS+DO+PRIMEIRO+BEIJO+DE+SAMAMBAIA+E+DENTINHO+EM+PUBLICO.html

  • 7. Rudi  |  08/04/2011 às 16:48

    2 anos atrás o preço pra qualquer um de nós reles mortais tê-la uma noite era aprox. 5 mil reais

    não sei hoje

  • 8. Felipe (o catarina)  |  08/04/2011 às 17:09

    “Na melhor hipótese para quem torce pelos cantos remotos do Estado, porém, só haveria aumento de um time.”

    pergunto eu: QUEM TORCE pra esses times? Qual a média de público deles em jogos sem Gre-Nal?

  • 9. Junior  |  08/04/2011 às 17:14

    “2 anos atrás o preço pra qualquer um de nós reles mortais tê-la uma noite era aprox. 5 mil reais”

    Reles mortal? Quem tem 5 mil para gastar em uma noite? Tá bem, “einhô” Rudi, ushjfgsd.

  • 10. Rudi  |  08/04/2011 às 17:17

    Cara, não é um investimento pra uma noite só…

    Tu fica conhecido como “o cara que comeu a Samambaia” se tu conseguir aparecer com ela em alguma coluna social e tal…

    Daí vai CHOVER na horta…

  • 11. Rudi  |  08/04/2011 às 17:18

    (quem falou essa lógica foi o Bessa, mas parando pra pensar, faz todo sentido)

  • 12. Junior  |  08/04/2011 às 17:28

    Rudi, concordo integralmente com o que escreveste. O difícil é poder gastar 5 mil, ushjfgds.

  • 13. Rudi  |  08/04/2011 às 17:31

    sim… por isso é INVESTIMENTO rsrssr não é fácil aqui tb…

  • 14. Sancho  |  08/04/2011 às 17:53

    Tuiteiros, favor reportar roubo de veículo:

    Honda Civic verde escuro, chapa INZ 6358

    Por sorte, não quiserem levar meu filho.

  • 15. Rudi  |  08/04/2011 às 17:55

    Retuitado Sancho
    Espero que com todos aí esteja tudo bem, é horrível isso, mas o carro se recupera, mais importante é a tua família

  • 16. SaPo  |  08/04/2011 às 17:56

    Desculpa estragar a conversa sobre o gauchão, hehe.

  • 17. Claudio RK  |  08/04/2011 às 23:35

    Como paulista, só posso lamentar e concordar com o encerramento do texto, uma vez que aqui inegavelmente há uma concentração dos times na região metropolitana da capital.

  • 18. Ernesto  |  09/04/2011 às 00:20

    Alguem sabe quais critérios para definir rebaixamento na segundona gaúcha ? Lamentável, vão sepultar o futebol do interior.

  • 19. milton  |  09/04/2011 às 00:22

    Pelo que eu sei, os 2 clubes de cada grupo que nao se classificarem a proxima fase serao rebaixados a terceirona.

  • 20. Ernesto  |  09/04/2011 às 00:40

    É, eu achava que era isso. Mas aí vai se ter um campeonato com apenas 8 times ? Qual a moral disso ? Duvido que todos os oito que caiam joguem a tal terceirona.

  • 21. milton  |  09/04/2011 às 01:06

    Tambem achei estranho isso. Tinha que ser o contrario: 8 na serie A e 16 nas divisoes subsequentes pra fazer mais sentido.
    Mas tanto faz a formula agora. Esses times na segundona so recebem 25k pela participacao atualmente, duvido que melhore muito pros que ficarem na segundona de 2012. Para os que cairem, concordo: duvido que haja interessados em participar.

  • 22. Matias Pinto  |  09/04/2011 às 01:27

    Maurício, matou a pau!

  • 23. Anônimo  |  09/04/2011 às 14:35

    Pressinto um Grenal épico.

    Pela Libertadores.

    Renato de um lado, Falcão do outro.

    Cabeças vão rolar.

    Que vença o melhor.

  • 24. Serramalte Extra  |  09/04/2011 às 16:40

    é… o confronto Av Nei x Av. Colaço vai ser interessante

  • 25. milton  |  09/04/2011 às 20:19

    Ja pensaram num grenal pela semifinal da libertadores? E na outra chave, 2 equipes mexicanas disputando a outra vaga…

    Ou seja, grenal valendo final de libertadores e semifinal do mundial! Epico…

  • 26. Luís Felipe  |  09/04/2011 às 20:32

    belíssimo relato, Maurício, mas acrescento um dado que nos leva nem tanto ao céu, nem tanto à terra.

    no campeonato referido de 1976, o Hoffmeister forçou as regiões diferentes do Estado a apresentarem clubes para disputar o campeonato inteiro – algo semelhante ao que fez o Perondi em 1994. Campeonatos muito mais longos, ideia de democratização total do torneio.

    alguns times, porém, não tinham a menor condição de se apresentar. O exemplo mais gritante na época foi o do Ferro Carril, que levou 14 a 0 no Beira-Rio naquele mesmo ano. Aquilo gerou uma discussão enorme sobre quanto o campeonato gaúcho deveria ser mais ‘elitizado’.

    Acho que a ideia do Sancho, das ligas paralelas, é a melhor possível. A Federação Gaúcha de Futebol tem interesses que passam muito longe dos interesses do futebol local dessas cidades. Porém, ela precisaria de uma adesão em massa de clubes tradicionais alijados do processo – e aí entra o Inter de Santa Maria, o Riograndense, o São Paulo, o Rio Grande e outros clubes que estão longe da mídia e só levam prejuízo.

    Também precisaria ter um par de mecenas, pois os montadores de times precisam ver dinheiro vivo, logo.

  • 27. Eduardo  |  10/04/2011 às 01:03

    Ouvi dia desses o seu Multisom dizer que tem um projeto para os times do interior formar jogadores para a dupla, investing nas categorias de base e evitar que os bons jogadores saiam do estado sem passar pela dupla. Isso procede? Alguém sabe mais detalhes?

  • 28. Eduardo  |  10/04/2011 às 01:07

    Ops… Investing = investindo. Efeito pack Newcastle brown ale sábado em casa.

  • 29. Frank  |  10/04/2011 às 10:25

    “Também precisaria ter um par de mecenas, pois os montadores de times precisam ver dinheiro vivo, logo”…

    Pois é, aí é que está o problema, os mecenas atuais do futebol só querem saber de empresariar jogadores para “revelá-los” e mandá-los logo para um time maior do país ou para a Europa… ninguém está preocupado em recuperar elementos que funcionam menos como chamativo, como “tradição” e “história”, ainda mais de times do interior…

    Realmente, há poucas soluções VIÁVEIS para a interiorada… como diz o Marcelo, isso aqui já está transformado em São Paulo…

  • 30. Frank  |  10/04/2011 às 10:26

    ops, Marcelo não, MAURÍCIO…

  • 31. Sancho  |  11/04/2011 às 14:13

    Re 29

    Trabalhar com a comunidade, conquistar torcedores, organizar público dá MUITO trabalho. É mais fácil focar apenas na “formação” de jogadores O problema é que quem investe em futebol, hoje, NÃO GOSTA DE FUTEBOL. Só está no esporte por causa do dinheiro.

    Uma coisa é entrar no futebol porque gosta, injetar paixão, conhecimento e competência, compartilhar essa paixão com outras pessoas, e fazer dinheiro com a resposta que essas pessoas te dão pelo teu esforço. Outra, bem diferente, é entrar, explorar somente aquilo que te pode dar retorno rápido, e sair no primeiro sinal de problema.

  • 32. Gregório  |  11/04/2011 às 15:34

    Bem vindos ao mundo moderno, onde clubes sem torcida, sem organização e sem dinheiro, sepultam.

    Se o futebol brasileiro fosse mais organizado, TALVEZ, daqui a uns 15 anos algumas dessas equipes ainda existisse. Do jeito que está hoje, acho muito complicado.

    Só que, para começar a organização, os estaduais deveriam ser banidos. E falar isso aqui deve ser um pecado maior do que falar mal de um argentino…

  • 33. Sancho  |  11/04/2011 às 17:52

    Re 32

    Para mim, cometeste O MAIOR DOS PECADOS! Que se mate o Brasileiro, mas não os estaduais…

  • 34. Gregório  |  11/04/2011 às 18:24

    33

    Falei… Até que demorou para aparecer alguém que não gostasse da ideia.

  • 35. Gregório  |  11/04/2011 às 18:24

    33

    Só faltou me chamar de HEREGE…

  • 36. Sancho  |  11/04/2011 às 19:00

    São não chamei porque posso ser eu…

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