A noite das mariposas

09/03/2011 at 06:00 44 comentários

A cidade está escura, agora. Anoiteceu em Passo Fundo e, no abandono do Estádio Wolmar Salton, o negro da atmosfera é ainda mais pesado. Há quatro anos, as noites do colosso lacrado do Bairro do Boqueirão recebem sinfonias de grilos que saltam livremente entre uma touceira e outra. A luminescência intermitente que você vê despontar no meio do mato cerrado – que um dia foi campo de jogo – é a de um vaga-lume, desconcertado com a quietude do local. Não tem havido luz, ali, nesses quatro anos desde que o Gaúcho foi despejado de sua casa – e as mariposas atraídas por refletores não voavam mais para ver o alviverde mandar um encontro em Passo Fundo. Até a sexta-feira de Carnaval de 2011.

Na noite em que o Gaúcho voltou à sua cidade, ainda fora do Wolmar Salton, o vento que soprava frio aconselhava as meninas de pouca roupa a encontrarem álcool e romance para superar a primeira madrugada carnavalesca, rodopiava para assustar o índio mais desprevenido que saíra de casa metido numa regata, e se dissipava sobre o fervor do Vermelhão da Serra. Na noite em que o Gaúcho voltou à sua cidade, entrou em campo como mandante de um jogo na cancha do rival e sua torcida ocupou os lances de arquibancada destinados aos locais, encimada por mariposas saudosas. Assim será por toda a Segundona, talvez sem as mariposas nos jogos diurnos, neste ano que traz o regresso do alviverde a Passo Fundo depois de duas temporadas fechado e outra em Marau.

Mas na sexta-feira passada, ser local no Vermelhão da Serra e quebrar quatro anos de orfandade ainda tinha uma ironia fina: a estreia do Gaúcho “em casa” foi justamente contra o Passo Fundo. Espremidos com algum rancor na curva que vai dar atrás de uma das goleiras, canto sempre reservado à torcida visitante, os apoiadores do time vermelho sorririam no fim da noite com a vitória. O um a zero nasceu de um passe errado da defesa do Gaúcho, uma interceptação de Sertão e um toque certeiro para Piccinini, sem marcação num raio de quilômetros, açoitar com o gol a liberdade de sonhar dos alviverdes. Isso foi no segundo tempo, na altura do décimo minuto, e qualquer coisa que se diga sobre o Gaúcho ter duas derrotas em duas rodadas e confirmar expectativas negativas encontra oposição nos fatos.

O clássico Ga-Pas foi parelho dentro de campo como não pode ser fora dele. Em melhor situação financeira, o Passo Fundo tem no elenco jogadores que há um ano posavam nas fotos do rival desacreditado. Alguns nomes receberam propostas de salário quatro vezes maior do que o Gaúcho conseguiria pagar batendo a cabeça no teto de suas condições. Sem dinheiro para muitas soluções alternativas, a pequena diretoria precisou lançar desafios aos jogadores cogitados. O bom goleiro Anderson, por exemplo, só vestiu a 1 do Periquito na sexta-feira e parou as investidas rubras porque muito antes concordou com os termos que lhe sugeriram – só receberia se alcançasse a vaga de titular. Ascendeu ao posto de arqueiro principal e hoje ganha os religiosos seiscentos reais determinados como limite individual na folha de pagamento do clube.

Para equilibrar as chances criadas e o futebol apresentado no clássico, os de verde e branco precisaram de mais sacrifícios. Pediram o adiamento do jogo marcado inicialmente para quarta-feira, perdendo público e renda para as farras de Carnaval, mas dando tempo para que algumas inscrições de atletas fossem regularizadas pelos boletins informativos necessários. Na rodada inaugural, a lentidão da burocracia obrigou o Gaúcho a alistar para a guerra oito jogadores da base e o time caiu por 3 a 2 para o Riopardense num embate de muitos caminhos. O Avenida, considerado o time mais forte da chave antes da largada do campeonato, aguarda em Santa Cruz do Sul para a próxima partida.

Em geral, projeta-se a recuperação do Gaúcho partindo da quarta rodada – restarão então nove duelos, dois terços deles em Passo Fundo. Até aqui, o time é lanterna da chave e seria rebaixado. Os resultados, contudo, são secundários no momento do clube. O projeto de sobrevivência do Periquito independe da divisão, apesar das dificuldades que seriam aumentadas, e não fazia sentido temer a Terceirona com o futebol daquela sexta-feira. Após a derrota magra para o rival, o presidente Gilmar Rosso apontou as arquibancadas ainda cheias de torcedores que agora se dirigiam para a saída, e disse: “isso é uma vitória”. A seguir, pediria para repórteres locais fotografarem a placa do Banrisul atrás da goleira, como prova de que estivera lá mesmo – exigência desconfiada da FGF para repassar as verbas de patrocínio.

A vitória do Gaúcho foi voltar para Passo Fundo. Estar novamente nos braços dos seus torcedores. E uma olhadela rápida para as arquibancadas entre um e outro carrinho dos seus representantes mais aguerridos revelava a importância disso. Havia um sem-número de meninos e meninas na torcida alviverde. Crianças pequenas demais para entender qualquer coisa de futebol em 2007, quando o clube perdeu o Wolmar Salton e fechou – e que não teriam contato com o Gaúcho se ele permanecesse apagado. Talvez elas nunca se lembrem com exatidão que estiveram no Vermelhão da Serra na noite de 4 de março de 2011, mas saberão que foram carregadas para lá por algum familiar que vira o Gaúcho antes. E só entenderão o que é ser alviverde se forem tocadas pela paixão neste momento da vida.

É uma sucessão complexa e infalível de pequenos fatos. Não se trata de borboletas que batem asas numa parte do mundo e provocam furacões do outro lado do globo. Mas, enquanto mariposas baterem suas asas sobre um campo onde jogar o Gaúcho, é certo que logo abaixo haverá uma bandeira alviverde tremulando na mão de um guri. E aí, haverá também futuro.

Aqui, mais fotos.

Hay que llenar el corazón,
Maurício Brum

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Entry filed under: Clubes, Colunas, Segundona Gaúcha.

Saudades da minha terra Sambando no vinhedo

44 Comentários Add your own

  • 1. Sancho  |  09/03/2011 às 08:43

    E gente preocupada com Arsenal-Barcelona…

  • 2. Vizzotto (Goleiro)  |  09/03/2011 às 09:35

    “… e hoje ganha os religiosos seiscentos reais determinados como limite individual na folha de pagamento do clube.”
    A dura realidade do futebol contrasta com os sonhos mágicos de quem está ali no campo, delirando para conseguir um salário de Messi!!!

    E segue o Ruralito!!

  • 3. Eduardo  |  09/03/2011 às 10:23

    #2 acho que nem precisa ser um salário de Messi. Muitos já se contentariam com um salário de “Fábio Santos” e sua bolinha.

    e segue o Ruralito!!

  • 4. Eduardo  |  09/03/2011 às 10:25

    aliás, elogiar os textos do impedimento já tá ficando chato. agora não elogio mais…, considerem-se elogiados sempre. Só reclamo se estiver abaixo da média… ninguém manda aumentar as expectativas.

  • 5. Norteña  |  09/03/2011 às 10:55

    Chorei…

  • 6. douglasceconello  |  09/03/2011 às 13:23

    Neste momento, chega um FAX do Shakhtar Donetsk querendo levar Maurício Brum para enregelar os dedos escrevendo na Ucrânia. Não cobriram a multa rescisória, no entanto.

    Que MONUMENTO da crônica de futebol. E fantásticas as fotos. Chorei com a do PORTA-ESTANDARTE, a do gol e a da hinchada gaucha

  • 7. Vizzotto (Goleiro)  |  09/03/2011 às 13:29

    #3
    Verdade, Eduardo!
    E se chutarmos uma macega ao lado do campinho do Marinha do Brasil (ou qqr outro caminho desse Brasilzão) saltarão 2.559.568.423.187 jovens com mais bola que os Fábios Santos da vida!! Só falta um padrinho e um empresário!!

    Por falar em Fábio Satos: tem um amigo meu, gremistaço, que faz Pós em São Paulo. A torcida do CUrintia dá risada da cara dele pelo fato do Grêmio ter liberado o FS!! Tão dizendo que o cara é seleção!! BAHHHHHHH!! Tomara que façam contrato vitalício!!
    Hauhauhauahu

  • 8. Gustavo  |  09/03/2011 às 14:48

    Rebaixado na segundona gaúcha joga o que no ano seguinte?

  • 9. Junior  |  09/03/2011 às 15:05

    #8, joga a terceira divisão do campeonato gaúcho. Antes ninguém era rebaixado, mas a FGF “recriou” a terceira divisão a partir de 2012.

  • 10. Sancho  |  09/03/2011 às 15:41

    Re 9

    Não muito antigamente, havia 3 divisões: Especial, Intermediária e Primeira. A Segundona -terceira divisão de fato- era essa “Primeira”. O que a FGF faz é voltar com a Intermediária (muito bem, aliás).

    A atual Segundona voltará a ser a Terceira a partir do ano que vem.

  • 11. Santi  |  09/03/2011 às 17:09

    Que maravilha essa cobertura do Gaúcho.

    Gracias, Maurício.

  • 12. Atilio  |  09/03/2011 às 19:45

    Sancho, não entendi. A segundona vira terceira? E a segunda?

  • 13. Sancho  |  09/03/2011 às 20:38

    A Segunda será composta por 20 clubes, os 5 primeiros de cada chave desta temporada.

    Nove equipes continuarão onde estão hoje. No blog do Gaúcho, há uma pergunta absolutamente pertinente: a FGF espera que esses 9 clubes que mal tem condições de disputar um torneio regionalizado formem uma Terceira Divisão estadual?!

    A única solução para esse impasse (porque não faz setido nenhum criar a seguda divisão e não conseguir organizar a terceira!) é fazer a Terceira Divisão como um torneio ABERTO: fazendo uma forte regionalização (dividindo o Estado em seis-oito ligas locais) incluindo equipes amadoras e semi-profissionais. No fim do ano, faz-se uma etapa estadual com os melhores para disputar o Acesso.

  • 14. Maurício Brum  |  09/03/2011 às 20:44

    Sancho, não consigo ver esta tua relação com o formato que existia há alguns anos no RS. Quando a primeira divisão foi dividida em Série A e Série B (e a “Segunda Divisão” era na realidade a terceira – mas a FGF considera até hoje os campeões daquele campeonato como vencedores da Segundona), os melhores times da B ascendiam para a elite na mesma temporada, entrando nas fases finais.

    Esse novo formato não traz nenhuma mudança prática para a Segundona. É como dizer que a Série A2 de São Paulo ainda é primeira divisão, mas outro módulo. A criação da Terceirona apenas vai enxugar a Segunda – e provavelmente causar o fechamento de quem cair -, mas a Segundona vai continuar sendo exatamente o que é hoje para a “pirâmide” do futebol gaúcho, com exceção de que os novos não poderão entrar diretamente nela.

  • 15. Maurício Brum  |  09/03/2011 às 20:47

    A propósito, aquele texto sobre a Terceirona reproduzido no blog do Gaúcho na verdade é meu, então nem preciso explicar meu ponto de vista sobre a recriação dela, hehe

  • 16. Sancho  |  09/03/2011 às 20:59

    Brum,

    Eu cheguei a escrever um comentário lá, mas se perdeu pelos caminhos obscuros da rede. O ponto é o seguinte: se a Série B vier para ser de fato um enxugamento da atual Segundona, a FGF comete um futebolicídio. Seria um atestado de incompetência de que a FGF é incapaz de gerir torneios envolvendo mais de 36 clubes.

    No entanto, se vier com o intuito de se tornar uma rede de proteção para os clubes rebaixados, de fortalecer esses 36 times para que o futebol gaúcho cresça no cenário nacional (há tempos que encolhe mais a cada ano), ao mesmo tempo que faz da Terceira uma “festa do interior”, regionalizada, convidando equipes amadoras e semi-profissionais para jogar, movimentando as comunidades locais, reduzindo custos (o que permitiria o surgimento de 4ª, 5ª divisões), o futebol do estado teria muito a ganhar. Nesse caso, não estaria fechando 9 clubes, mas abrindo e reabrindo 40, 50 clubes.

    Abraço.

  • 17. Maurício Brum  |  09/03/2011 às 21:19

    Sancho,

    nesse caso sim, e eu apoiaria a ideia. Mas nada, hoje, me leva a crer que a FGF tem isso em mente. Nenhum torneio no Brasil faz essa mescla de clubes profissionais com semi-profissionais e amadores (oficialmente semi-profissionais e amadores, digo), e o RS não inovaria neste sentido.

    A perspectiva de que se tem hoje, lamentavelmente, é bem o contrário disso (até pelo que já se viu): uma Terceirona pequena e praticamente inviável pelas distâncias, por ter clubes de menos para criar uma regionalização. Talvez a Terceira Divisão não tenha tão poucas equipes assim – digamos que, se a minha hipótese negativa fosse confirmada, caíssem 9, destes fechassem 3, mas outras 5 equipes surgissem.

    Mesmo assim, não vejo nenhum ganho válido para o futebol do RS se estes clubes que preencherem espaços não forem um Rio-Grandense de Rio Grande, um Grêmio Santanense ou um Guarany de Cruz Alta (hoje fechados), e sim uma União Atlética dos Arbustos, fundada por empresários na Região Metropolitana de POA para jogar diante de dez quero-queros e dois curiosos nas arquibancadas.

    Abraço

  • 18. Sancho  |  09/03/2011 às 22:09

    Re 17

    Nesse caso, sou totalmente a favor da criação de ligas paralelas. Mandar a FGF pastar e fazer o campeonato nos moldes que eu coloquei acima, mas sem o Acesso.

  • 19. Marcus  |  09/03/2011 às 23:01

    Caralho, que baita texto. Os tempos são difíceis, mas o Gaúcho jamais irá se apagar.

  • 20. Ernesto  |  09/03/2011 às 23:10

    Que lamentável essa mídia porto-alegrense. Apela para o regionalismo “farroupilha”, mas na hora de transmitir gauchão se pautam por uma PARCIALIDADE SAFADA.

    E quando que a International Board vai revogar essa nova regra que só pode dar penalti para o Gremio ?

  • 21. Sancho  |  09/03/2011 às 23:32

    Ernesto,

    Se dão um pênalti daqueles contra o Inter não faltariam alusões ao Zveitaço por aqui. E se o árbitro estivesse mesmo a nosso favor, não teria (bem) anulado dois gols do Grêmio.

    Abraço.

  • 22. Ernesto  |  09/03/2011 às 23:57

    Não interessa zveitaço. Há horas estão sendo beneficiados. Contra o Liverpool- URU, Oriente Petrolero, aquele penalti no Borges contra o Cruzeiro-Poa, hoje um penalti nao claro dado a favor do Caxias. A banca está só anotando

  • 23. Sancho  |  10/03/2011 às 00:01

    Claro?! ‘Tás bêbado…

    Pode falar que o árbitro só terminou o jogo quando o Grêmio empatou, mas aquilo ali só é pênalti na cabeça de secador…

  • 24. Ernesto  |  10/03/2011 às 00:15

    Tá bom, velho, não foi penalti então.

    TAÇA MARCIO CHAGAS

  • 25. Sancho  |  10/03/2011 às 00:16

    É (semi)CAMPEÃO!!!!

  • 26. Sancho  |  10/03/2011 às 00:17

    Galera, não foram 8 minutos. Foram 6, sendo que o jogo ficou 4 minutos parados p/atender o goleiro. Os outros 2 após nova paralisação.

    @chicogarciaa

  • 27. Sancho  |  10/03/2011 às 00:18

    Nunca pensei que o Ernesto fosse adepto do futebol-não-me-toque…

  • 28. Anônimo  |  10/03/2011 às 00:19

    INTER = Marcio Chagas
    Ambos botam 8 no Caxias

  • 29. Eduardo  |  10/03/2011 às 00:19

    Caxias foi monstro. como Gremista, lógico que queria ganhar, mas Caxias merecia muito. Dominou o Grêmio por boa parte do jogo. depois perdeu por acreditar em EVERTON…. (que aliás, foi muito bem, por incrível que pareça…)…
    “Ernesto, a banca tá anotando”.. vai pro meu MSN…
    o árbitro foi muito bem no jogo… não foi fácil e ele mandou bem…

  • 30. Serramalte Extra  |  10/03/2011 às 00:22

    Ernestinho mordidinho hahahahahahha

    26, na real era pra ter MAIS tempo… dos 19 aos 29 não teve UM minuto de bola rolando! Foram dois se atirando no chão para sair na maca e o goleiro.

  • 31. Ernesto  |  10/03/2011 às 00:24

    Heheheheheh. O futebol é não-me-toque quando é penalti pro Caxias, mas é REGRA SENDO CUMPRIDA quando é expulsão do castelhano do Liverpool.

    Sanchotene e cia = INCOERÊNCIA COLETIVA.

    Também não esperaria nada diferente de um patife que casa de all star.

  • 32. Serramalte Extra  |  10/03/2011 às 00:27

    bah… ganhar o “Meio” ruralito nem é nada de mais… mas ver a reação dos colorados tá valendo…

  • 33. Neco Müller  |  10/03/2011 às 00:31

    Que festa em Santa Maria, o jogo mereceu.A Presidente está insandecida.

  • 34. Ernesto  |  10/03/2011 às 00:45

    Hehehehehee. Esse putinho desse alemão franguinho do serramalte, quando do penalti contra o Oriente Petrolero, citou a ocorrência de não sei quantas infrações penais para o Gremio. Agora é engraçado.

    Sem contar que reclamar de um puxãozinho de camiseta é futebol o que ? viril ?

  • 35. Sancho  |  10/03/2011 às 00:56

    Re 31

    Pô, Ernesto, do que jeito que escreves até parece que me chamas de patife. Até aí, tudo bem, mas casar de All Star é sacanagem!

  • 36. Serramalte Extra  |  10/03/2011 às 00:56

    franguinho de 95 kg hahehaheahahehaheaheae

  • 37. Serramalte Extra  |  10/03/2011 às 01:03

    pela lógica colorada, o pênalti da “batalha dos aflitos”, batido aos 59 do 2º tempo, não existiria…

  • 38. Serramalte Extra  |  10/03/2011 às 01:04

    (aquele jogo teve 25 minutos de acréscimo)

    bem mais que 8, no meu planeta.

  • 39. Anônimo  |  10/03/2011 às 01:06

    Ernesto dando chilique!!!!

    Depois das ofenças pessoais virão as racistas!!!!

  • 40. Serramalte Extra  |  10/03/2011 às 01:08

    já vieram, me chamou de “alemão franguinho”…

    só que não tem nenhum alemão na minha família.

    me chama de DINAMARQUÊS franguinho então.

    só não bate na minha bunda que isso é coisa do cunegundes…

  • 41. Francisco Luz  |  10/03/2011 às 01:29

    Nada muito diferente de gremista chamando os outros de otário, bugio e cuzão no twitter.

    Gauchão cansa. Como disse o Cassol, seria ótimo se a dupla perdesse esse campeonato todo ano, mas infelizmente ainda não é assim.

  • 42. Sancho  |  10/03/2011 às 01:42

    Para o bem do futebol gaúcho, deveria ter se consumado o crime hoje. Como gremista, chega a dividir o coração (no ano passado, saí puto da cara do Olímpico, e, ao mesmo tempo, com uma vontade de juntar à festa do Pelotas). Porém, ganhamos.

    Chupa, polentada (que é o melhor ELOGIO que eu posso fazer aos grenás)!

    Buenas, agora zera tudo e começa de novo. O Caxias pode chegar outra vez. Veremos…

  • 43. LF  |  10/03/2011 às 02:18

    não chegará. A dupla grenal controla o cronômetro desde simon-2005

  • 44. Ernesto  |  10/03/2011 às 11:40

    O anônimo do #39 podia parar de ofender a língua portuguesa, antes de tudo.

    Abraço

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