Bebe, negão

11/02/2011 at 05:00 66 comentários

Quarta-feira que vem, dia 16, na estréia de Ronaldinho Gaúcho na Copa do Brasil, o Trapichão estará lotado de flamenguistas. E nenhum deles será carioca.

Todo início de ano é a mesma coisa por essas bandas. A cambada fica na expectativa do sorteio da Copa do Brasil pra saber quem vai enfrentar os times alagoanos na primeira rodada do certame. Como a esperança de classificação é NULA, o lance é torcer pros times daqui pegarem algum fodão do sul. De preferência do eixo Rio-São Paulo. Melhor ainda se for o Flamengo. E ainda mais com o irmão do Assis em campo. Os ingressos do jogo contra o Murici, atual campeão alagoano, já estão esgotados.

É isso mesmo. Podem xingar à vontade. Somos uns bostas. Colonizados de merda. Mas o fato é que o Flamengo é a maior torcida de Alagoas. E a explicação é simples: o futebol acabou por aqui.

Tá, tudo bem, tem aquele lance de que os jogos transmitidos pela tevê daqui são todos de times cariocas. Se eu, Djavan e o Menino Collor quisermos assistir aquele joguinho esperto no domingão temos que nos contentar com algum Olaria, Madureira ou Volta Redonda. E isso é assim desde que eu me entendo por gente. Jogo na televisão ou é Flamengo ou é Vasco. Na falta desses, Fluminense e Botafogo. Se nenhum deles estiver jogando, algum paulista. Como a década de 80 foi do Flamengo e a de 90 do Vasco, são deles as duas maiores torcidas daqui. Final de Campeonato Carioca tem carreata e fogos na praia.

Mesmo assim, sempre tinha um ou outro vagabundo que continuava torcendo pelas desgraceiras daqui. O cara ficava feliz quando o time era campeão alagoano ou quando perdia por menos de dois gols de diferença e garantia o jogo de volta na Copa do Brasil.

Até que, nos últimos anos, dois novos fatos vieram para sepultar de vez qualquer resquício de esperança.

O primeiro deles foi que os jogos dos times alagoanos começaram a ser transmitidos na tevê. Por incrível que pareça, o que parecia ser o sinal dos novos tempos acabou fudendo de vez com o bagulho. Diferente da rádio, em que o locutor pode criar a ambiência que quiser, na televisão não tem como omitir a pernadepauzisse aguda dos jogadores. São jogos tão sofríveis que o cidadão de bem fica se perguntando como é que conseguia ver essas porras no estádio.

E daí vem a segunda calamidade. Só me dei conta da sua gravidade dia desses e, ligando os pontos, percebi ser ela a principal causa pela morte gradativa do futebol nestas plagas: proibiram a cerveja nos estádios.

Tomar todas durante um jogo no Trapichão não se tratava de opção ou mero divertimento, mas sim de um IMPERATIVO ÉTICO. O indivíduo já entrava no estádio com três horas de birita no lombo. Ouvia a escalação e tomava mais duas garrafas no gargalo pra dar forças. Primeiros quinze minutos, nenhum chute a gol, mais uma. Trinta e cinco minutos e o maior perigo de gol foi um escanteio, outra. Quando o gol de canela do atacante saía aos 43, você já se encaminhava pro bar dizendo: “Esse moleque é craque. Só não vai pra seleção porque os caras têm preconceito com nordestino”.

Os times alagoanos estão afundados em dívidas? Estão. Tem alguma chance de chegar na Primeira Divisão do Brasileirão? Não. Alagoas tem a maior taxa de mortalidade infantil, analfabetismo e é o Estado mais violento do país? É.

Qual a solução?

CERVEJA NO TRAPICHÃO.

Thalles Gomes

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Entry filed under: Colunas, Copa do Brasil, Estaduais.

Especial Libertadores – Grupo 7 Oito perdidos numa tarde de verão

66 Comentários Add your own

  • 1. Cassol  |  11/02/2011 às 06:59

    “E isso é assim desde que eu me entendo por gente”

    Tão pouco tempo assim?

  • 2. Flávio  |  11/02/2011 às 07:44

    Não teve um ano em que o glorioso ASA de Arapiraca, o da música do Chico Buarque, eliminou o Palmeiras na Copa do Brasil?

  • 3. gilson  |  11/02/2011 às 07:46

    Sempre quis saber o porquê de tanta torcida do Flamengo, quais as razões históricas e o processo todo. Esse lance de TV e radio tem sua importância, mas carece de uma comprovação (ou antes, uma demonstração) mais “estatística”, digamos.

  • 4. Flávio  |  11/02/2011 às 07:57

    Vem da Era Vargas, quando a Rádio Nacional era uma espécie de Rede Globo, e transmitia os jogos do Campeonato Carioca para todo país. Coincidiu também com um grande time do Flamengo, que na época tinha os maiores ídolos do futebol brasileiro (Leônidas da Silva, Domingos da Guia, Zizinho, Jair Rosa Pinto).

  • 5. Cassol  |  11/02/2011 às 08:02

    Eu ia na mesma linha do Flávio, sem o mesmo embasamento histórico.

    Segundo meu pai, que morava no interior de FORMIGUEIRO, era mais fácil escutar no rádio um jogo no Rio ou SP do que em Porto Alegre.

  • 6. Anônimo  |  11/02/2011 às 08:20

    E coincide com o imaginário de que “bom, mesmo, é lá na capital”. Esse mesmo imaginário que fará com que a gurizada torça para Chelseas e Barcelonas da vida…

    Sanchotene

  • 7. Anônimo  |  11/02/2011 às 08:21

    O que falta não é bom futebol por lá, não; mas principalmente um “Aqui é Alagoas, porra!” futebolísitico. O resto se arranja.

    Sanchotene

  • 8. Anônimo  |  11/02/2011 às 08:23

    Por fim, registro que contra o Flamengo sou mais o Muricy(i). Tanto no Estadual quanto na Copa do Brasil…

  • 9. Vinicius  |  11/02/2011 às 08:41

    o que eles “servem” de exótico nos estádios em alagoas?
    minas tem feijão tropeiro… e em alagoas?

  • 10. Alexandre de Santi  |  11/02/2011 às 08:52

    Apoiado, Thalles.

    E digo mais: no Beira-Rio, onde supostamente se joga um futebol melhor do que em Alagoas, a cerveja faz muita falta. Principalmente no intervalo. Aqueles 15 minutos viraram uma tortura desde que proibiram a cerveja nos estádios.

    E todo mundo sabe que o álcool não é o responsável por brigas de torcidas.

    O principal culpado é a IGNORÂNCIA e os HORMÔNIOS da juventude.

  • 11. arbo  |  11/02/2011 às 09:06

    pô, nessa foto aí tá todo mundo sendo marcado direitinho
    os PARZINHO tudo junto, q harmonia

  • 12. gilson  |  11/02/2011 às 09:18

    Que é por esse lado é de se imaginar Flávio, mas por outro lado são razões de um tempo já distante. Esse lance do rádio deve ter sua importância no processo todo, mas não deve ser o unico fator, imagino. Nesse meio tempo teve o Santos, que era pra ter arrebanhado muito mais torcedores, e tem o Corínthians, que meio que depõe contra essa lógica toda. Em suma, não restam dúvidas que o Flamengo seja um grande patrimônio brasileiro (embora todos concordemos em não gostar disso, rs), por isso acho que o lance merecia um tratamento histórico-científico.

  • 13. J Petry  |  11/02/2011 às 09:26

    #11: Praticamente um PEBOLIM (também conhecido como fla-flu e outros nomes).

  • 14. Flávio  |  11/02/2011 às 09:37

    R12
    Houve a influência da Rádio Nacional na Era Vargas. Na mídia impressa (O Cruzeiro, Manchete), também se falava mais do futebol carioca. Se a Rádio Nacional e a popularidade de Leônidas serviram para tornar o Flamengo o “mais querido” nos anos 30/40, já nos 70/80, a Globo (e o time de Zico, Júnior e cia.) consolidaram de vez a torcida rubro-negra como a maior do Brasil.
    O Santos de Pelé era o segundo time de todos os brasileiros nos 60, mas mesmo em SP nunca conseguiu ser mais do que a 4ª maior torcida. E o Corinthians, até 20 anos atrás, era um time regional. Ainda hoje a maior parte da sua torcida está em SP. Ao contrário do Flamengo, que têm mais adeptos no Norte/Nordeste do que no RJ.

  • 15. Álisson  |  11/02/2011 às 09:38

    Tava na espreita por um texto do Thales, sempre vale a pena esperar.
    A ceva no gigante faz uma falta tremenda. Quem paga pela lei seca são os treinadores e os árbitros, que acabam levando a culpa pelo espetáculo duvidoso que os olhos sóbrios veem em campo.

  • 16. arbo  |  11/02/2011 às 09:45

    outro quiz liber, petry:

    que país, excetuando-se ARG e BRA, colocou mais times na final? Quantos e quais times? Justifique sua resposta NS

  • 17. Flávio  |  11/02/2011 às 09:58

    Colômbia?
    Deportivo Cáli
    América de Cáli
    Once Caldas
    Nacional de Medellín

    Ou é pegadinha?

  • 18. arbo  |  11/02/2011 às 10:01

    essa não é a resposta completa, flávio

  • 19. Carlos  |  11/02/2011 às 10:07

    [amargo mode on]

    Não sei qualé dessa choradeira por causa de cerveja no estádio. Geralmente é quente e é kaiser.
    Maldito marquetim que acha q só bêbado o cara pode ser feliz.
    Vejo uns nego entrando carregado dentro do estádio, não sei qualé a moral. Não veem o jogo e ainda correm o risco de serem enrabados (culus de bebadus num tenem donus – Roma antiga)

    [amargo mode off]

  • 20. arbo  |  11/02/2011 às 10:10

    o detalhe é q na foto tá lá a plaquinha do CONHAQUE DO MILAGRE. propaganda pode.

  • 21. J Petry  |  11/02/2011 às 10:31

    Resposta ao quiz do Arbo completa no post anterior.

  • 22. Prestes  |  11/02/2011 às 10:41

    Muito bom, Xibungo!

  • 23. Prestes  |  11/02/2011 às 10:44

    Quando o gol de canela do atacante saía aos 43, você já se encaminhava pro bar dizendo: “Esse moleque é craque. Só não vai pra seleção porque os caras têm preconceito com nordestino”.

    sdyasgdysagdysasaduashdusah

  • 24. Guilherme  |  11/02/2011 às 10:52

    Que bom que sou GAÚCHO TRICOLOR E COPERO

    🙂

  • 25. Álisson  |  11/02/2011 às 11:03

    Faltou o peleador…

  • 26. Gustavo  |  11/02/2011 às 11:04

    Hehe… lindo texto do Thallesgoto. Final histórico.

  • 27. Robson  |  11/02/2011 às 11:55

    É isso ae, tem que voltar a vender cerveja nos estádios!

  • 28. Cássio  |  11/02/2011 às 12:00

    Olha, Carlos [amargo], se eu não estava muito bêbado naquele tempo, no Beira-Rio se vendia Bavária Premium.

  • 29. Carlos  |  11/02/2011 às 12:26

    Alguém tá ouvindo o tal “apito final” da bandeirantes?

    O tal joão garcia é tão primário q nem consegue disfarçar q TEM q meter o pau no grêmio todo o tempo…

    Qto será q ele tá recebendo?

    Um pelegão mamador…sempre foi…

  • 30. Norteña  |  11/02/2011 às 12:33

    Sério, eu votoraria em um canditado a deputado que tivesse como plataforma de campanha uma lei para liberar a cerveja nos campos de futebol e acho que não estou sozinho nesta.

  • 31. arbo  |  11/02/2011 às 12:40

    laaaaarga, carlos
    hauhsduhaguhuhags

  • 32. arbo  |  11/02/2011 às 12:43

    #30 tu é cerveja né, não conta kfjaslkdglksglaks

  • 33. Branco  |  11/02/2011 às 12:57

    Me lembro das excursões de São Sepé para assistir a algum jogo no Beira Rio. Saía de manhã cedo, tipo 6 horas pra fazer um churrasco no parque gigante, e todo mundo já ia bebendo. Se for fazer isso hoje, o cara para de beber quando entra no estádio e vê o jogo inteiro de ressaca.
    Essa proibição do álccol nos estádios acaou com metade da graça de ir aos jogos, e não resolveu nada. As brigas continuam acontecendo como sempre.

  • 34. Anônimo  |  11/02/2011 às 13:21

    mas que que tem a ver, guilherme

  • 35. Junior  |  11/02/2011 às 13:42

    Aproveitando a “amarguice” do Carlos no #19, é lógico que a proibição da venda de cerveja não acabou com as brigas mais violentas, aquelas geralmente entre organizadas ou organizadas x polícia (organizadas “lato sensu”, incluo nisso Geral e Popular), mas praticamente acabou com as brigas dos valentões (falo do setor que conheço, superior do Beira-Rio), aqueles idiotas que brigavam porque mexiam com a mulher do outro, que brigavam porque um gostava de fulano e outro de beltrano, etc., essas briguinhas ridículas que haviam antes.
    Mas podia ser pior, rsrs. Na Escócia, eles marcam Celtic x Rangers SEMPRE ao meio-dia, para evitar que os torcedores passem o dia bebendo.

  • 36. Carlos  |  11/02/2011 às 13:53

    A torcida organizada SEMPRE vai brigar, bebendo ou não, pq eles vão TAMBÉM pra isso.

    Os “valentões” sumiram, graças a deus.
    Eu mesmo, q nunca briguei num estádio, quase meti a mão na cara dum idiota uma vez num grenal pq o cara insistia em subir no meu degrau durante o jogo. E o cara tava completamente bêbado.

  • 37. Marcel Moreno (ex-TMdaC)  |  11/02/2011 às 14:02

    Uma briguinha por mexer com a mulher do outro, pelo cara gostar ou não gostar do fulano… ou não sentar, etc… não faz mal a ninguém.

    PELA VOLTA DA CEVA E DAS BRIGUINHAS IDIOTAS NO ESTÁDIO!

  • 38. Anônimo  |  11/02/2011 às 14:05

    no estádio tem que ir pra brigar mesmo, já botei a mão na caceta dos caras e adoro levar soco

  • 39. Marcel Moreno (ex-TMdaC)  |  11/02/2011 às 14:07

    E NOS DEVOLVAM A CORÉIA!

  • 40. Marcel Moreno (ex-TMdaC)  |  11/02/2011 às 14:12

    A cerveja causava brigas nos estádios!?

    E proibindo resolve!?

    Que espertos!

    Proíbam então nos restaurantes, nas boates, nos parques, no cinema, nos chinaredos!

    E resolvemos todos os problemas do mundo!

    Como não pensaram nisso antes!?

  • 41. arbo  |  11/02/2011 às 14:25

    o barack do mal caiu

  • 42. Luiz  |  11/02/2011 às 14:30

    n eh puxando saco, mas nas “zuropas” vendem ceva (na bundesliga entao…) e n tem briga. resolveram as confusoes entre torcedores/organizadas x policia/torcida/organizada de outras formas (organizacao, monitoramento, prisao pros brigao, proibir eles de irem a estadios, etc…)
    e nada melhor do q ver um jogo tanto ALTO ashdusahd

  • 43. Marcel Moreno (ex-TMdaC)  |  11/02/2011 às 14:36

    … e na Argentina se tem um jogo no Monumental de Nuñes o cara tem que ir até JUJUY pra comprar uma cerveja devida ao raio de proibição de venda de alcool…

    e cada vez mais os correntinos se matando por lá no futebol!

    Que baita exemplo!

    Vamos segui-los!

  • 44. Norteña  |  11/02/2011 às 14:42

    O mais hipócrita de tudo é que quando vier a copa do mundo vão ter que fazer uma lei liberando, e depois revogar. Se tu for nos camarotes, tu toma wisky e ceva de graça, mas pros granfinos pode. Afinal eles são gente boa, da alta sociedade que só cometem crimes limpos (sonegação, colarinho branco, corrupção) etc.

    Agora para o populacho pé-de-chinelo que fica abaixo dos camarotes tem que proibir pois são violentos e trogloditas em potencial, apesar de pagar no mínimo 10% do salário minimo para assistir UM jogo.

    É dose.

  • 45. arbo  |  11/02/2011 às 15:00

    é dose sem álcool, norteña

  • 46. Norteña  |  11/02/2011 às 15:02

    # 45 – pois é…

  • 47. Carlos  |  11/02/2011 às 15:08

    Bom, então liberem a VODKA no estádio, que é muito melhor que ceva.

    Com limão, com coca, com fanta.

    Vodka é bom até com merda.

    AEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE, e foda-se a sexta feira!

  • 48. Ernesto  |  11/02/2011 às 16:16

    bah, uma das coisa boas do Neocoloradismo ter aparecido é justamente esses intervalos. Vieram, com as pragas da guarda e agora “os de sempre” gostosa nunca antes vistas na história do beira-rio.

  • 49. Ernesto  |  11/02/2011 às 16:17

    *gostosaS

  • 50. Guilherme  |  11/02/2011 às 16:21

    #34 tchê, to comparando, dando graças a Deus de não morar lá, que que tem a ver o comentario 41???

  • 51. julio  |  11/02/2011 às 16:22

    é verdade. e aliada a essa fase boa, dependendo dá até pra fazer noite e trovar umas mina no estádio…

  • 52. Anônimo  |  11/02/2011 às 16:25

    Like football? Like beer? Like blond women?

    Come to Copenhagen!

    http://fourfourtwo.com/travel/restoftheworld/copenhagen/default.aspx

  • 53. Anônimo  |  11/02/2011 às 16:27

    Like football? Like beer? Like blond women?

    Come to Copenhagen!

    http://fourfourtwo.com/travel/restoftheworld/copenhagen/default.aspx

    P.S.: Espero, sinceramente, que não caia na triagem de span.

  • 54. Sancho  |  11/02/2011 às 16:52

    Notícias de Barranquilla:

    Três mudanças em relação ao time que perdeu na estreia e mais outras informações: http://lalibertad.com.co/dia/2011feb11/de1.html

    Para esquecer o mau começo, o gramado ruim e mais outras informações:
    http://www.elheraldo.co/seccion/deportes/rincon-juniorista

    Vejamos se o Tubarão é tão feio quanto pintam…

  • 55. Luís Felipe  |  11/02/2011 às 19:01

    “São jogos tão sofríveis que o cidadão de bem fica se perguntando como é que conseguia ver essas porras no estádio.”

    AAHAHAHAHAHHAHAHHAHAHAHAHAHA

    LIBEREM A PORRA DA CERVEJA!

  • 56. Serramalte Extra  |  11/02/2011 às 19:45

  • 57. Logan  |  11/02/2011 às 22:37

    47# É SEMPRE melhor com vodka:

  • 58. antonio  |  12/02/2011 às 00:44

    po, alagoas é tao ruim assim? tenho boas lembranças de maceió na minha infancia.

  • 59. Anônimo  |  13/02/2011 às 00:26

    E maconha no estádio pode?

  • 60. Fernando Coelho  |  13/02/2011 às 15:20

    Que me lembre o maior feito do futebol de AL: Inter campeao invicto 1 X Itabaiana 2 , Beira Rio, primeira rodada do brasileiro de 1980. Acho que ali foi inuagurada a fase de mais de 20 anos de desgracas coloradas.

  • 61. Tiago  |  13/02/2011 às 16:23

    Esse Itabaiana nao eh de Sergipe?

  • 62. Diogo Terra  |  13/02/2011 às 18:12

    É de Sergipe, sim. Pequeno engano geográfico, só isso.

  • 63. Lucian  |  13/02/2011 às 19:20

    Sem ser tendencioso: Castor Matador fez 3 alguma vez no Inter?

  • 64. Flávio  |  13/02/2011 às 19:35

    Sim. Contra o Santos no Brasileirão de 2009 ele fez um hat-trick.

  • 65. Anônimo  |  13/02/2011 às 22:37

    Carlos Alberto sai do Vasco com 3 derrotas nas costas e na última rodada o Vasco mete 9 no America.
    Carlos Alberto chega ao Grêmio com invencibilidade de 15 jogos e o time perde… coincidencia?destino? magia negra?

    Lanchonete

  • 66. Logan  |  14/02/2011 às 12:55

    macumba

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