O gremismo em verbetes

03/12/2010 at 06:00 51 comentários

O que leva alguém a comprar um livro sobre seu time, digo, além da paixão? Esses livros sempre parecem tão redundantes, cheios de coisas que todo mundo sabe ou opiniões pessoais sem qualquer relevância histórica. O que faz alguém ler, entender e gostar de um livro sobre as glórias do maior rival? Falta de dignidade, transtorno mental, recalque extremo, diria Freud. Pois: estou lendo, entendendo e gostando do Dicionário Gremista, de Paulo Seben, que será lançado às 19h de hoje na Saraiva MegaStore do Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre.

Em primeiro lugar, a história. Como colorado, creio que conhecer a história do Grêmio é fundamental – sei que isso é uma exceção – pois conhecer a história do Grêmio é parte fundamental da cidade e da cultura gaúcha. A história de qualquer coisa tem que ser bem contada, e a fábula da construção e do desenvolvimento do Grêmio é deliciosa no livro. Ela se estende além do capítulo I (o Goleiro) dedicado apenas a contá-la; a história do clube é pincelada por todo o livro, recontando desde os gols até a búlgara Gremina, batizada após um amistoso.

A obra de Seben também é muito irritante. Para um vermelho, claro. Ao ver o Beira-Lago da contracapa, a lembrança do rebaixamento por dívidas em 1995, as insinuações de elitismo ao lembrar da infame coroa (estabelecida sobre o símbolo colorado no delírio de grandeza de 2008) e tantas outras mais, dá vontade de escrever um outro livro inteiro só em resposta. Parece que Luís Augusto Fischer é o responsável por isso, então não me meterei.

Há também no livro coisas que eu não sabia, o que considero bem importante em qualquer obra sobre futebol – o esporte é pródigo em despejar especialistas na redundância. Em 2007, por exemplo, um gaúcho professor da Universidade de Princeton criou um ALGORITMO com o nome de GREMIO, publicado e aprovado no meio acadêmico. O verbete é o que abre o capítulo 11, dedicado às doideiras gremistas – em uma divertida homenagem à maluquice dos ponteiros esquerdos, como Éder, que cagou no sapato de Telê.

Para completar, a obra de Seben não foge à boa polêmica. Destaco três trechos sobre temas delicados no universo tricolor:

COLIGAY:
“Setores moralistas ou inseguros da torcida gremista (…) ainda se incomodam quando torcedores de clubes d’Além-Mampituba ou os ribeirinhos, sempre preconceituosos e hipócritas, lembram dos pioneiros heroicos da Coligay para tentar diminuir as façanhas do Imortal Tricolor, mas a maioria dos gremistas não está nem aí para essas manifestações de despeito: não temos culpa se os nossos homossexuais são melhores que os deles…”

RONALDINHO:
“Não é todo clube que pode dizer que formou um jogador que foi eleito o melhor do mundo. Naquela várzea esmagada entre o Menino Deus e o Lago Guaíba, por exemplo, nunca jogou nenhum, muito menos foi formado”

RACISMO
“Temos em comum com o verdadeiro Clube do Povo carioca, o Vasco da Gama, a glória de termos abandonado o racismo por convicção e por respeito aos seres humanos, ao contrários de clubecos que abriram as portas para os atletas negros por interesse…”

Descontando as pisoteadas no Inter, é interessante e madura a forma com que são abordados esses temas, tão polêmicos para os gremistas recentes. O livro que Seben lança hoje é bom, vale a pena, é um bom presente de natal para aquele mala tricolor que te segue – de tal forma que, no momento em que minha filha for alfabetizada, guardarei-o bem no fundo da gaveta secreta, para que ela não resolva tomar gosto pelas cores tricolores a partir dele.

Até a vitória,
Luís Felipe dos Santos

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51 Comentários Add your own

  • 1. Moses Goldstein  |  03/12/2010 às 07:04

    A grande bobagem desses tempos politicamente corretos é criminalizar o Grêmio por deixar os negros entrar só um pouco mais tarde que no Inter. Vamos parar de palhaçada e de julgar o passado com as lentes do presente, porque se o critério for o mesmo ambos foram racistas. A verdade é que o futebol era sim um esporte de brancos e para brancos e isso inclusive no Internacional que avalisa o discurso preconceituoso ao se acahr melhor que o Grêmio por não ter “anátemas alemães” no ato de sua fundação.

    E vamos falar um pouco do neo-racismo. Colorados que julgam o Grêmio criminoso por ter sido fundado por alemães são racistas às avessas e tenho percebido isso nos discursos atuais que dizem que há gringos e colonos “demais” no Beira-Rio… Esse pessoal possivelmente avalisado pelo presidente Lula, que ofendeu os loiros de olhos azuis culpando-os por todos os males na humanidade, e pelas Universidades de esquerda que têm ensinado os negros a odiar os brancos como se todos fossm seus feitores. Abolindo o pesamento racional esqueçem-se de gente como Carlos Kluwe, Willy Teichmann, Eraldo Herrmann, Schneider, Claudio André Mergen Taffarel e Luiz Carlos Winck. Ofendem também os torcedores italo-germânicos que como os negros também participaram na construção do Inter.

    O grande mal do neo-racismo instaurado no Brasil é se achar vanguarda de uma nova verdade em um tempo em que não há mais espaço para preconceito de cor.

  • 2. Carv0  |  03/12/2010 às 07:20

    O melhor aqui é ver um colorido se arregando e assentindo com a cabeça pra obra tricolor, Tu quase virou a casaca apesar do tom amargo de sempre.

  • 3. Felipe (o catarina)  |  03/12/2010 às 07:40

    como confio no escriba (o LF, no caso), imagino que o resto do livro seja realmente muito maduro, porque aqueles dois parágrafos sobre o Ronaldinho e sobre os negros são nível “discussão do Orkut”. O da Coligay ficou bem humorado.

    ah, e eu tenho um livro sobre o Figueirense, escrito por um colega da UFSC, sobre a gestão profissional deles no período 1999-2005, além de duas revistas oficiais deles, uma de 1999 e outra de 2001 (doação da Magda, quando ainda namorávamos). É interessante. Eu gosto de me informar sobre as coisas do Figueirense também, sobre a história do clube e tal. Me dá mais munição na hora de discutir com eles.

  • 4. dante  |  03/12/2010 às 08:00

    seben é um ótimo sujeito, foi meu professor na UFRGS – casualmente, ele substituía justamente o fischer em uma disciplina.

    parece realmente ser um bom livro, orkutismos [como o comentário #2] à parte.

  • 5. Luís Felipe  |  03/12/2010 às 08:43

    Ficarei extremamente decepcionado se o Ernesto não me xingar nesse post.

  • 6. Lopo  |  03/12/2010 às 08:48

    Bom texto, interessante ver que é possível ter algum diálogo sobre futebol que não seja “ignorante” e incoerente. Uma coisa é ser passional, outra é não ter argumento. Para quem quer algumas referências, a USP lançou há anos um número de sua revista sobre o futebol, ligada a Antropologia e História, que fala muito nestas experiências de times que começaram a aceitar negros e todo a complexa rede de relações que estavam imbricadas neste processo. O mais interessante é ver que esta “abertura” ajudou a profissionalizar o futebol. Sugrio ler a revista, principalmente os textos sobre futebol e cidade, são ótimos!
    http://www.usp.br/revistausp/22/SUMARIO-22.htm
    Abraço

  • 7. Carlos  |  03/12/2010 às 08:59

    parece realmente ser um bom livro, orkutismos [como o comentário #2] à parte.

    [2]

  • 8. Marimon  |  03/12/2010 às 09:20

    orkutismo mesmo…

    mas quando o AUTOR do livro puxa pra esse lado tb, como demonstram os “highlights” que o LF lançou, fica foda de reclamar.

    Enfim, não lerei.

  • 9. Isaque  |  03/12/2010 às 09:23

    Dinheiro jogado no lixo. Existem tantas obras que merecem ser publicadas, tantos assustos relacionados ao futebol que merecem atenção, mas parece que aqui na província só o que interessa é esse tipo de texto pobre e sem objetivo. Simplismente um lixo.

  • 10. anonimous  |  03/12/2010 às 10:18

    seben é melhor escrevendo musica pro de falla

  • 11. Anônimo  |  03/12/2010 às 10:18

    Digitei errado o enderço do site, e vejam onde caí:

    https://impedimento.wordpress.com/

  • 12. Anônimo  |  03/12/2010 às 10:32

    Como escrever sobre um clube de futebol sem cair em “quinta-serismos”, mesmo que de qualidade? Isso é apenas mais uma demonstração que não se pode falar do Grêmio sem citar o Internacional.

    O autor, nessas situações, só tem duas opções: engaja-se em um exercício laudatório ao rival, porque a grandeza dele espelha a do seu clube e blablablá; ou entra no “quinta-serismo” para diminuir um clube que, por maior que seja, ainda é menor que o seu, oras!

    Ademais, adotar a primeira opção é pedir para que o livro mofe nas pratileiras das livrarias.

    Existe o “quinta-serismo” do bem.

    Abraços,
    Sanchotene

  • 13. J Petry  |  03/12/2010 às 10:59

    Eu tenho o livro do Fischer e é bom, embora ele goste demais do Danny Morais e de menos do Tinga. 🙂

  • 14. Anônimo  |  03/12/2010 às 11:01

    #9
    Magrão, compre o livro. Assim tu para de escrever SIMPLISMENTE.

  • 15. Marimon  |  03/12/2010 às 11:03

    Nem uma coisa nem outra, Sancho…

    dá pra fazer assim, ó::

    http://www.skoob.com.br/livro/5131

  • 16. Ernesto  |  03/12/2010 às 11:12

    Hahahahahah. Não vou te xingar. Mas é engraçado ver o mesmo cara que em 2008 defendia a sul-americana, o entusiasta da popular, que me chamava de rabugento, corneteiro, e outras coisas, agora fala em elitismo por causa da coroa.

    Mas acho que sou trouxa, porque eu ainda quero acreditar que todo esse texto foi uma ironia. Impossível tu, ou qualquer pessoa DECENTE gostar de uma obra dessas.

    E ademais, falar em rebaixamento por “dívidas”. Lamentável. Façamos uma nova série B, então, com todos clubes da A, pois todos devem.

    Sobre o livro, lamentável. É todo ele um “orkutismo”. “nossos homossexuais são melhores do que os deles” (?) Sentido, Seben nao trabalha

  • 17. Ernesto  |  03/12/2010 às 11:16

    Foi o autor do livro quem disse sobre o elitismo. Perdi.

    Bom, mas pra quem me acusava de gremista, por cornetear, não dá pra negar que há contradição.

  • 18. Anônimo  |  03/12/2010 às 11:16

    PratEeiras.

    Em processo de emburrecimento explícito, depeço-me.

    Adeus.

  • 19. Ernesto  |  03/12/2010 às 11:18

    “várzea esmagada entre o Menino Deus e o Guaíba”. Hahahahah, e os cara acham bom livro. Bah, se fosse um colorado falando isso, em um livro, o que ia ter de “patrulhadores” que comentam aqui, mandando o indivíduo comentar no orkut, não ia ser brincadeira

  • 20. Ernesto  |  03/12/2010 às 12:01

    A julgar pela informação do Dante, o recalque desse cara aí com o colorado é porque até na Ufrgs ele é mero substituto. Substituto de um colorado.

  • 21. Eduardo  |  03/12/2010 às 12:18

    tchê,
    achei bem orkutiano mesmo. só lerei se ganhar de algum desavisado no Natal…

    concordo com o #12.

  • 22. fino  |  03/12/2010 às 13:15

    Coitado do LF… nenhum gremista manda texto pro impedimento, aí o cara escreve sobre o gremio e tem que aguentar corneta jkfdkasfdkasfkmklasfdmklsfd

  • 23. col  |  03/12/2010 às 13:27

    O Gremio eh uma piada que se estende no tempo (Coligay, poltrona 36 , ISL, rebaixamentos, receber $0 pelo melhor jogador do Mundo, mundial com adversario mutilado etc).

    Acho que o livro tenta dar um embasamento racional `as piadas.

  • 24. Alexandre N.  |  03/12/2010 às 13:46

    #23

    E essa da poltrona 36 rende até hoje…

    P.S.: Que coincidência estranha um comentário sobre a poltrona 36 cair justamente no número 24…

  • 25. col  |  03/12/2010 às 13:55

    De todas as piadas, a que eu mais gosto eh a do presidente falando na entrevista apos o jogo que levou o imortal para a bi-segundona. Disse que o Gremio tinha o melhor website do pais.

  • 26. Alexandre N.  |  03/12/2010 às 14:07

    E o Col hoje está batendo sem dó e sem piedade… hehehehe

  • 27. Gabriel R.  |  03/12/2010 às 15:02

    ksjdhfksdf

    #25
    VOLTA OBINO!!!!

    por esses três trechos o livro parece de uma bossalidade tremenda.

    “Naquela várzea esmagada entre o Menino Deus e o Lago Guaíba, por exemplo, nunca jogou nenhum, muito menos foi formado”

    bah, deprimente…

  • 28. Junior  |  03/12/2010 às 15:23

    “Temos em comum com o verdadeiro Clube do Povo carioca, o Vasco da Gama, a glória de termos abandonado o racismo por convicção e por respeito aos seres humanos, ao contrários de clubecos que abriram as portas para os atletas negros por interesse…”

    Esse trecho acima é “orkutismo” à enésima potência. O Grêmio só começou a aceitar negros pelo mesmo motivo do Inter – para vencer campeonatos – dizer/escrever o contrário é desrespeitar a história. O Grêmio, depois de perder a ampla maioria dos campeonatos regionais para o Rolo Compressor, percebeu que se não aceitasse negros, seria sempre facilmente batido pelo Inter. Há bons livros escritos na província que esclarecem isso (e sem coloradismo ou gremismo). O caso do Vasco é totalmente diferente do Grêmio, ali sim havia motivos maiores do que apenas vencer campeonatos de futebol.

  • 29. matheus  |  03/12/2010 às 15:49

    melhor do mundo da fifa, melhor firuleiro balaqueiro, criador da geração joga bonito e que nunca decidiu porra nenhuma. tipo o pai do neymar chuteira rosa.

    coisa boa ter a piada aquela do final do ano.

  • 30. Carlos  |  03/12/2010 às 16:36

    Esse col deve ter 15 anos, ao certo.

    Mala preta pro paysandu
    Bicha louca do Cléo (comedor do Roberto Gigante)
    Gérson morreu de aids…

    Tem piada pra todos os gostos…

  • 31. Carlos  |  03/12/2010 às 16:40

    E já q é pra ir pra quinta série…vamo lá….

    O tal mundial 2006…O barcelona sem alguns titulares….como Eto…….etc etc….

  • 32. col  |  03/12/2010 às 16:49

    Piadas existem em todos os cantos. Mas no Gremio as proporcoes sao bem maiores.

    Tah bom, dei uma de orkuteiro. Mas o ponto relevante eh que os torcedores intelectuais (Seben,Peninha etc) se esforcam para racionalizar as piadas. Nesse sentido, sao orkuteiros tambem .

  • 33. Marcel Moreno (ex-TMdaC)  |  03/12/2010 às 16:56

    Bah… bola fora escrever sobre essa porcaria de livro.

    Ainda mais depois de um muy valoroso texto sobre a putaria na Conmebol… heinhô, Luis Felipe!?

  • 34. Anônimo  |  03/12/2010 às 19:50

    Re 27

    O Grêmio já chegara em Campinas rebaixado, com a lanterna assegurada, e com o recorde de derrotas numa mesma edição de campeonato brasileiro estabelecido. O resultado, portanto, apenas fechou com chave de ouro uma administração que começou com o “Buraco do Amor”, passou pela maior humilhação já sofrida pelo Grêmio em toda a sua história [nota: a lanterna do Gauchão 2003, sem nenhuma vitória], pelo festa do Centenário sem títulos, pela poltrona 36 e terminou inapelavelmente na Série B.

    Seria possível fazer um trabalho apenas com as dez maiores humilhações da gestão Obino. O mesmo Obino que assumiu o Grêmio em 1969 como hepta-campeão gaúcho e o devolveu com o Inter tri, iniciando a campanha do Octa. O Grêmio levara cinco anos para recuperar-se do primeiro mandato de Obino, mesmo assim, ele foi eleito para ser o presidente na festa do Centenário. O resultado não poderia ser outro. Enquanto estava sob a batuta de Obino, o “Tricolor” disputou 129 partidas oficiais, entre Estadual, Brasileiro, Copa do Brasil, Libertadores e Sul-Americana. Foram 37 vitórias (28,7%), 31 empates e 61 derrotas (47,3%). Nesse período, o Grêmio marcou 174 (1,35 por jogo) e sofreu 201(1,6 por jogo). Durante dois anos, o Grêmio foi o saco-de-pancadas, o Faz-Me-Rir de seus adversários. Um baita presente de centenário para os seus milhões de torcedores.

  • 35. Gabriel R.  |  03/12/2010 às 20:06

    #34 agora sim!!!!! VOLTA OBINOOOO!!!!!

    lkjdfljsdf, to brincando(mentira)

  • 36. Andreas  |  03/12/2010 às 20:12

    como confio no escriba (o LF, no caso), imagino que o resto do livro seja realmente muito maduro, porque aqueles dois parágrafos sobre o Ronaldinho e sobre os negros são nível “discussão do Orkut”. O da Coligay ficou bem humorado.

    [2]

  • 37. juliano  |  03/12/2010 às 23:05

    esse orkutismo dos “col” da vida é prejudicial pra esse blog, gente sem humor e revanchismo é foda…

  • 38. ABECKER  |  03/12/2010 às 23:10

    Procura aí o que tem nos verbetes:

    SEGUNDONA

    AFLITOS

    CHIQUEIRO DE ALUGUEL

    5×2

  • 39. Ernesto  |  03/12/2010 às 23:32

    CARLOS VELHOTE, hahahahahha.

    Sempre com a mesma lenga lenga: “esse cara deve ter 15 anos de idade”.

    E o mais engraçado é a contradição. Fala em Barcelona sem alguns titulares, mas não menciona o Hamburgo em 1983.

    Hahahhahahaha. A irracionalidade gre-nal é linda. O sujo falando do mal lavado.

  • 40. Ernesto  |  03/12/2010 às 23:36

    E esse Juliano, do #37. Fala em orkustimo, num texto em que é citado a própria Bíblia do orkutismo. Vai te deitar, magrão.Vai chupar um salaminho.

  • 41. Anônimo  |  04/12/2010 às 00:52

    #30

    GÉRSON ETERNO

  • 42. Caue Fonseca  |  04/12/2010 às 01:18

    curto muito o Seben, um dos meus grandes mestres e um ótimo papo acima de tudo. mas ainda me considero o único gremista sensato da Terra.

  • 43. Sanchotene  |  04/12/2010 às 20:24

    Folheei o livro. Bem feito, mas tem aquele quê de “meu clube é maior do planeta”. Esses já têm aos montes. Falta um trabalho mais sério…

  • 44. jo  |  04/12/2010 às 21:55

    conheço o seben muito antes de ser professor…Nunca chutou uma bola na vida (deve ser por isto gostar tanto de bi rebaixado) mas o tópico mais terrível ele foi patético : se como ele diz o gremio abandonou o racismo por convicção como explicar que ELE FOI O ÚLTIMO CLUBE A ACEITAR NEGROS NO BRASIL?Quanto ao Ronaldinho , chamar de o auxiliar de 2002 (os PROTAGONISTAS ESTAM NO PLACAR E FORAM RONALDO – O VERDADEIRO – E RIVALDO MAGO), E que acabou a carreira em 2006 humilhado pelo Ceará zanzando até hoje (atualmente na reserva da reserva do seedorf no milan) de melhor do mundo nem se compara a falcão rei de roma e que nunca amarelou nem fugiu de divididas na vida se tornando-se presença obrigatória como protagonista de qualquer seleção mundial de todos os tempos que possa se formar com um mínimo de seriedade , o que aliás falta e muito ao pouca prática Paulo seben…

  • 45. marlon  |  04/12/2010 às 23:16

    AGUANTE ORKUT

  • 46. Gerhardt  |  05/12/2010 às 00:17

    É muita HUMILDADE usar tão fartamente os termos orkut e quinta serie.

    O “simplismente” ISAQUE é hilário.

    Na boa, eu achava q o LF era gremista.

  • 47. bertagna  |  05/12/2010 às 15:36

    Brasileirão por pontos corridos virou um tédio… (via Blog do Tonhão): wp.me/pKJQL-3km

  • 48. bertagna  |  05/12/2010 às 15:37

    Brasileirão por pontos corridos virou um tédio… (via Blog do Tonhão): http://t.co/lgHTNR2

  • 49. Rudi  |  05/12/2010 às 21:18

    o autor desse texto aí que o bertagna linkou é corinthiano
    se eles ganhassem hoje, seria o autor a favor ainda do mata-mata?
    a conferir

  • 50. Harpo  |  07/12/2010 às 10:42

    Não entendo gremistas que se referem ao Guaíba como lago tentando desprezar o Internacional. Como se a hidrografia da região fosse colorada, e pior, como se lagos fossem, de alguma maneira, uma ocorrencia geográfica da qual as pessoas se envergonham.

    — Oi, eu vim me candidatar a uma vaga de trabalho.
    — Ok, o senhor precisa trazer uma certidão negativa antecedentes criminais e uma que comprove que o senhor nunca fixou residência nos arredores de lagos, lagoas e lagunas. Água aqui só de rio.

  • 51. Sacchet  |  07/12/2010 às 22:56

    Temos na cidade duas entidades que vão perdurar ao longo de toda a história (ou até a topper fazer bombar muito o rugby no Brasil) mesmo que o Obino volte e que os elevadores do Beira Rio novamente corram o risco de pertencer ao Jandir por questões de penhora.
    Ao longo dos próximos 100 anos vai ter tempo pro Internacional cair pra série B, do Grêmio ganhar mais 3 mundiais, do Inter fazer um dvd com “A Batalha de Campina Grande” e logo depois vencer novamente a Libertadores, etc…
    Sabem o que vai mudar? Nada! Apenas um pequeno percentual de torcida, para o lado azul ou vermelho, nas pesquisas conforme o desempenho da década e alguma munição a mais para os que amam (não é o meu caso) aquela discussão de boteco. Ah, um dia também rolará um clima no ônibus do Inter (será que já não rolou?) e algum centroavante do Grêmio usará saia e dará facada na mão de seu “dançarino”. Os dois são gigantes e assim contiuarão, apesar das turbulências e dos esforços de dirigentes imbecis que às vezes dão o ar da graça. Bom saber que tem gente que aceita isso, sem irracionalidades e mesmo que na hora da partida deseje a morte do rival. Parabéns pela corajosa iniciativa, Luis Felipe.

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