Impedimento

Quando as crianças saem da sala

Enquanto o Internacional apostava em GLAYDSON, o Cruzeiro paria um AÉCIO para vencer o VOZÃO com gols no apagar dos holofotes e o Corinthians, líder como nunca e vencendo como campeão, triunfava com uma virada triunfal sobre aquele time que isntitucionalizou a gandaia como um modo de vida. O Grêmio derrapou nas ancas de Victor para deixar escapar a vitória diante do Flamengo ao mesmo tempo em que o Vasco engalfinhou-se nas melenas de Loco Abreu e permitiu mais um empate inesperado.

É preciso revelar que o embate entre Cruzeiro e Ceará revelou-se extremamente TENSO ao longo dos 90 minutos, pois enquanto o time de Cuca tentava impor seu ritmo com Montillo e Roger, que compõem uma meia-cancha ONÍRICA, o elenco treinador por Dimas FEWgueiras conseguiu recuperar-se após o pânico dos dez minutos iniciais e levava perigo especialmente quando atacava pelas beiras.


Cowboy do Império do Pão de Queijo

Na segunda etapa, o Cruzeiro martelou loucamente, mas o transcorrer do tempo acabava deixando sobressair o sonho alvinegro do empate. A utopia esfacelou-se quase aos 40 minutos, quando um defensor cearense tentou alçar voo e impediu a conclusão estrelada. O penal foi convertido com maestria por Montillo, que na comemoração saiu cavalgando sobre as ilusões do Ceará. Tudo poderia ser diferente, qual um filme de queda e ascensão, não fosse o bandeira anular um gol legítimo dos visitantes antes de FARIAS sacramentar o 2 a 0. Dessa forma, banhados em sangue, suor e feijão tropeiro, escalando o crucifixo de Cuca, os cruzeirenses chegaram à vice-liderança.

Na Arena da Baixada, um jogo para enlouquecer o mais FLEUMÁTICO dos colorados. Pois o time de Sexy Hot apresentou um amplo domínio, encaixotando os paranaenses, tocando a bola com precisão e não concluindo como quem ESNOBA, até levar um gol temporao de Paulo Baier no finalzinho do primeiro tempo. Aquele tipo de gol que todos sabem que acontecerá, tamanho o deleite da contradição que se avizinha.


“Amei teu futuro bigode, Celsinho”

No segundo tempo, uma dose igual de demência, com o time caseiro tendo uma única chance de gol, enquanto o Internacional rondava sem conseguir entrar na área como um cão que observa uma PUDDLE no cio através do portão, até Bigoth enlouquecer de vez e colocar Edu e Ilan juntos em campo, achando que tudo se resolveria com um desembarque na Normandia das Araucárias.

E isso tudo somado ao fato de ter começado o jogo com Glaydson. Não tenho nada contra nomes estranhos – minha mãe mesmo disse que queria me chamar de DEMERVAL -, mas tudo em limite. Se tu não aprender a marcar, eu te marco como gado e confisco metade do teu salário.

Mais não vi, confesso. Mas sei que o Grêmio saiu vencendo, cedeu a bola e os pudores ao Flamengo e permitiu o empate. Depois, voltou a ficar na frente, fez de Marcelo Lomba um heroi de guerra e depois observou Victor derrapar numa freeway de emoções enquanto Petkovic cravava a adaga finaleira, deixando a impressão de que a equipe de Renato Portaluppi não se sente bem atuando diante de sua gente.

Saudações,
Douglas Ceconello.