Uma taça qualquer é melhor do que nenhuma taça

15/12/2009 at 14:39 110 comentários

Os gremistas mais novos (não sou tão velho, mas não fui carregado pela empolgação dos anos 90) parecem não ter entendido as entrelinhas do “desdém” ao Gauchão de 1995. O problema é que o Internacional era “requetefavoritaço” para levar o caneco, porque o Grêmio disputava concomitantemente a Copa do Brasil e a Libertadores. Desdenhou-se porque íamos PERDER.

No fim, ganhamos com os reservas! E dê-lhe festa. No ano seguinte, papamos com certa folga. E dê-lhe MAIS festa. Em 1997, finalmente, perdemos. Tchê, e doeu tanto que o time só foi se levantar quase que por milagre ao final do ANO SEGUINTE!

Até hoje, não entendo o espírito dos gremistas de 20 e poucos anos (alguns até mais velhos) que entraram numas de praticamente ser “Mundial ou fracasso!”. Esse negócio de ficar de “nhenhenhem”, “isso não vale nada”, e terminar o ano limpando teia de aranha da sala de troféus é simplesmente ridículo. Sim, os títulos possuem peso. Mas é sempre melhor vencer um que tenha quase nada de peso (seja local, como a FGF, ou internacional, como a Suruga) do que absolutamente NADA. E se a Sul-Americana é um “Gauchão com Grife”, como dizem alguns, então ela vale MUITO!

No ano que vem, a tarefa do Grêmio é simples (simples não é sinônimo de fácil!). No primeiro semestre, inexiste razão para escolher competições. Se conseguirmos os dois turnos do Gauchão, por exemplo, ele acaba antes das quartas-de-final da Copa do Brasil. Se formos para final, ela ocorre durante as quartas. Ou seja, elas não se atrapalham! Gauchão é questão de honra para o ano que vem (como para todos os anos, diga-se). É ano de Libertadores para o Internacional. Eles não podem ser campeões estaduais de JEITO NENHUM!

No segundo semestre, o Grêmio tem que entrar para VENCER a Sul-Americana, independentemente do que acontecer na primeira parte do ano. Entrar com tudo, sem medo algum. Se for à final, serão só 10 jogos a mais na temporada. O Fluminense já mostrou que é possível encarar as duas competições com força total. Se precisar, faz um certo rodízio de jogadores, mas mantém uma base de titulares constantemente. Com isso, não tem como não brigar na parte de cima, mesmo que não seja pelo título.

Deve-se querer ganhar tudo, não se pode desdenhar campeonato. Gauchão é para ser GANHO. Sul-Americana é para ser conquistada. É como diz o ditado: taça no armário, faixa no peito, bicho no bolso, do GARÇOM do bar da GOETHE!

Texto surrupiado do leitor Paulo Roberto Sanchotene.

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Entry filed under: Clubes, Contribuições.

O furor nacionalófilo como nunca antes visto O fim dos supertécnicos

110 Comentários Add your own

  • 1. Carlos  |  15/12/2009 às 14:53

    ah não…Ir a morrer na sulamiranda, só em caso de estar na merda no brasileiro…senão não tem sentido nenhum.

  • 2. dante  |  15/12/2009 às 15:09

    fecho totalmente com o texto.

  • 3. Carlos  |  15/12/2009 às 15:12

    Claro q tu fecha. Tu é colorado, dante desgraçado.

    Sancho, não cai na esparrela de escrever texto aqui nesse blog colorado.
    Ainda mais texto valorizando sulamiranda, tenha santa paciência.

    HUAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

  • 4. Jader Anderson  |  15/12/2009 às 15:13

    Eu concordo…

    Acho esse blabla de logistica e mobilização meio balela…

    viagens cansam… mas isso é só… de resto o cara vai estar descansado e nao estressado… da pra disputar competições concorrentes sim.

    é só organizar as coisas… usar jogos fáceis para descansar uma parte do time, fazer um rodízio de jogadores etc… tendo uma base de 4 titulares que se desgastarao mais, o resto entra no rodizio e vai na boa…

    o brasileirao permite isso justamente por nao ter “finais”… ruim daí seria disputar dois mata matas simultaneos de titulos medio-importantes… daí sim o stress emocional entra… senao nao

  • 5. Jader Anderson  |  15/12/2009 às 15:14

    Tanque em chamas
    heaheaheh

  • 6. dante  |  15/12/2009 às 15:22

    falando sério, carlos: a coisa é um círculo VIRTUOSO.

    a competição [QUALQUER UMA] só pode ser valorizada pelos próprios times que dela participam.

    parece uma obviedade, mas se os times só forem a morrer “em caso de estar na merda no brasileiro”, ela nunca será uma boa taça.

    não é por ser o meu time o primeiro brasileiro a conquistá-la, mas veja como o fluminense a encarou neste ano, provavelmente por causa disso.

    e tomara que assim seja nos próximos, inclusive pro grêmio – mas que não a vença, claro. asflkçjasdflj

  • 7. arbo  |  15/12/2009 às 15:23

    concordo com o sancho no espírito da coisa toda. e acho q faltou um texto para o danrlei. daqueles q eu não saberia fazer…

  • 8. Alberto Poletti  |  15/12/2009 às 15:29

    cyclobenzapri… ne

  • 9. Carlos  |  15/12/2009 às 15:29

    Dante…falando sério (como diria o Fabio Jr. naquela bela canção)…Essa sulamiranda não vai ser NUNCA de grandes respeitos pelo simples fato de ser disputada pelo rebotalho da américa do sul…

    Mas tudo bem…obvio q ganhar é melhor q perder…como o gauchão, por exemplo.

  • 10. Jader Anderson  |  15/12/2009 às 15:32

    #7

    Concordo arbo, infelizmente está tambem alem das minhas capacidades um texto sobre o danrlei a niveis impedimentisticos.

  • 11. fino  |  15/12/2009 às 15:38

    bah

    publicaram!

    impedimento caindo pelas tabelas.

    iure(com y) somos a dissidência!!!

  • 12. Paulo Torres  |  15/12/2009 às 15:46

    Sula tem que ser levada a sério. Em busca da taça sempre.

    Esse ano minhas esperanças atleticanas se acabaram quando me vi pagando vintão no ingresso de um jogo do time reserva do Galo, que mesclava entre o desinteresse dos encostados (Júnior pentacampeão, Rentería) e a afobação dos novatos (Pedro Oldoni e um monte de sub-algumacoisa) que teriam miseros 90 minutos para mostrar serviço ao comandante SEXY HOT.

  • 13. Alexsander  |  15/12/2009 às 15:55

    Uma sugestão para a Sulamericana é olhar como a UEFA faz: uma fase preliminar com 48 equipes em 12 grupos de 4 (6 jogos por time); classificam os 2 primeiros de cada grupo (24 times) que se juntam aos 8 terceiros colocados da Libertadores (que ficaram fora das oitavas), totalizando 32 times que são colocados em 8 grupos de 4. A partir daqui segue o padrão, classificam-se 2 de cada grupo para as oitavas e assim por diante.

  • 14. Rudi  |  15/12/2009 às 15:58

    apesar de futebolisticamente superiores, ainda temos que aprender muito em organização com eles mesmo…

  • 15. Carlos  |  15/12/2009 às 15:59

    Sem querer sacanear…mas um cara q torce pro Atlético-MG tem q valorizar até par ou impar.

  • 16. Rudi  |  15/12/2009 às 16:02

    eu sou daqueles que entra a morrer até em campeonato de mentiras de nova bréscia… taça é taça mesmo

  • 17. dante  |  15/12/2009 às 16:08

    “Essa sulamiranda não vai ser NUNCA de grandes respeitos pelo simples fato de ser disputada pelo rebotalho da américa do sul…”

    sigo CIVILIZADO: tu acha que o grêmio, por ter participado da sula em alguns anos em que não se classificou pra liber, é o “rebotalho da américa do sul”?

    nem eu, que sou colorado, acho isso.

  • 18. Alisson  |  15/12/2009 às 16:11

    Não vou concordar com o texto se não vão me acusar de colorado, o que é…. verdade.

  • 19. Manuel Barbeiro  |  15/12/2009 às 16:13

    Sulamericana = Conmebol + Whey Protein.

    Eu prefiro ser Campeão Brasileiro do que da Sulamericana. 1.000.000.000 de vezes. Prefiro ser campeão da Copa do Brasil do que da Sulamericana. 1.000.000 de vezes. Prefiro até ser campeão estadual que da Sulamericana. 1.000 vezes. Mas, se a vaca já tiver ido pro brejo nas anteriores, por que não tentar a Sula?

  • 20. rafael botafoguense  |  15/12/2009 às 16:15

    sulamericana é foda,pena que o fogão fodão não disputará ano que vem,pela quinta vez seguida,mas sei que levaremos um título em 2010 graças a profecia da princesa xuxa e os trapalhões efetuada em 89.

  • 21. rafael botafoguense  |  15/12/2009 às 16:19

    carlos tá cuspindo merda mesmo,na europa até pode ser pois as competições são simultaneas e os mais fracos tendem a ir pra liga europa,mas aqui por serem em época diferentes,tirando o brasil,os outros sulamericanos disputam tanto a libertadores quanto a sulamericana,ou seja são 2 competições importantes porém lógico que a libertadores tem uma valência maior,discordar disso é puro fanatismo.

  • 22. rafael botafoguense  |  15/12/2009 às 16:24

    quarta de final libertadores 2008:
    Fluminense
    São Paulo
    Boca Juniors
    Atlas
    América
    Santos
    LDU
    San lorenzo

    quartas de final sulamericana 2008:
    boca
    inter
    chivas
    river
    botafogo
    estudiantes
    argentino jrs
    palmeiras
    _________________________________
    não vejo diferença de nível.

  • 23. Fernando Cesarotti  |  15/12/2009 às 16:26

    Re 13:
    Aleksander, na verdade quando chega em 32 já começa o mata-mata, que tem uma fase a mais do que na Liga.

    Concordo em gênero, número e degrau com o texto e com as perspectivas alviverdes para 2010: tem que ganhar o Paulistao, jogar a morrer a Copa do Brasil e idem ibidem a Suda. A inspiração tem que ser 98, quando levamos a Copa BR e a Mercosul como “aquecimento” pra Libertadores

  • 24. dante  |  15/12/2009 às 16:26

    outra grande ajuda pra valorizar as competições seria não COMPARÁ-LAS, tipo “Prefiro até ser campeão estadual que da Sulamericana”.

    estadual é estadual, sula é sula, liber é liber.

    oi, barbeiro.

  • 25. Paulo Torres  |  15/12/2009 às 16:38

    Na maioria dos países os times colocados logo após os classificados pra Liber são os que se classificam para a Sula.

    Acho que só na Argentina que não é assim, mas lá agora usam tabelas diferentes – pra Sula 09 valeram Apertura 08 e Clausura 09, pra Libertadores 2010 valem Clausura 09 e Apertura 09.

  • 26. Felipe (o catarina)  |  15/12/2009 às 16:43

    Se o Avaí ganha um troço desses (Sula Miranda), meu Deus, serão semanas e semanas de muito álcool no sangue da gurizada aqui da Ilha. E gozação eterna pra cima dos figueirenses.

    viram? Bem melhor torcer pra time pequeno. A gente se diverte muito mais.

  • 27. Rudi  |  15/12/2009 às 16:45

    Paulo, PARECE que no paraguai a coisa é meio mista, tem time q joga as 2…

  • 28. Carlos  |  15/12/2009 às 16:46

    Um botafoguense dizendo q eu to cagando pela boca até é elogio.

    E sim, dante, no momento em q se disputa a sula, é rebotalho da américa. É fato, porra.

    Até pq essa sula daqui a alguns anos não vai existir.

    É um campeonato com média de publico ridiculo, com repercussão ZERO.

  • 29. Milton  |  15/12/2009 às 16:48

    22
    Rafael, a diferenca foi justamente nos planteis que jogaram. O Palmeiras mandou ate tecnico reserva pro jogo. Jamais fariam isso agora numa libertadores, neh?
    Pra valorizar, bastaria fazer o campeao da sula jogar contra o campeao da uefa, com o vencedor se classificando pro mundial de clubes. Ai temos um torneio com 8 clubes, 2 grupos de 4 times, e pelo menos 3 equipes grandes.

  • 30. Carlos  |  15/12/2009 às 16:48

    Na argentina todo mundo joga essa porcaria.

    Levando em conta q o River e o Boca podem estar na vigésima divisão e sempre serão “convidados”.

    A decadência da copa do brasil começou (TAMBÉM) qdo começou essa frescura de convite e qdo os times q não jogam a liber tb não jogam a CB…

  • 31. Carlos  |  15/12/2009 às 16:49

    E não sou eu que desvalorizo essa porcaria.
    São os próprios times, q chamam isso de ESTORVO e PRÊMIO CONSOLAÇÃO.

    E digo isso independente do inter ter ganho.

  • 32. fino  |  15/12/2009 às 16:52

    tomara que o gremio ganhe essa birosca ano que vem, só pro carlos ficar urrando aqui nos comentários… renegando tudo que está dizendo agora sfjdljkasfdhasfduasfdhuasfd

  • 33. Paulo Torres  |  15/12/2009 às 16:52

    Os convites de Boca e River acabaram, a partir de 2010 vão os seis melhores da temporada e pronto.

    No Paraguai, apelei à wikipédia:
    Clasificación para copas internacionales [editar]
    Puntaje acumulado [editar]

    El puntaje acumulado de un equipo es la suma del obtenido en los torneos Apertura y Clausura de 2009. Éste determinó al cierre de temporada la clasificación de los representantes de la APF en los torneos de Conmebol del año siguiente.
    * Para la Copa Libertadores 2010 clasificaron 3: los campeones del Apertura y Clausura, ordenados según sus posiciones finales en la tabla adjunta;[170] y el mejor colocado, sin contar a los mencionados anteriormente.[171] Si el mismo club repetía el título hubiese obtenido automáticamente el primer cupo, otorgando los restantes a los finalizados en segundo y tercer lugar.[172]

    * Para la Copa Sudamericana 2010 clasificaron 3: el ganador del Apertura o Clausura con la mayor cantidad de puntos acumulados, y los mejores posicionados, excluyendo a los clasificados 2 y 3 de la Libertadores.[173]

  • 34. Rudi  |  15/12/2009 às 16:55

    se eu entendi…
    no paraguai o melhor entre campeão do clausura e apertura joga as 2, é isso?

  • 35. Felipe (o catarina)  |  15/12/2009 às 16:57

    #30

    ainda tem convite pra Boca e River? Parece que iam acabar com essa papagaiada.

  • 36. Carlos  |  15/12/2009 às 16:57

    #32
    Fino, jamais vou renegar.

    Aliás, nem vou nessa merda de campeonato cocô.

    çlaskçldsakçldskçaldkçsadkçasçklkdkçsadkçlklçsadklç

  • 37. Alexsander  |  15/12/2009 às 17:02

    Uma coisa que desvalorizou a Sula no Brasil foi a idéia IMBECIL da CBF de inventar uma fase pré-Sula nacional. Ao invés das 4 vagas “normais”, temos 8 vagas “de mentirinha” com um mata-mata entre brasileiros antes da Sula de verdade. Se fossem apenas 4 vagas os times dariam mais valor.

  • 38. Logan  |  15/12/2009 às 17:09

    Concordo com o #37
    E título é título, tem mais é que comemorar, nunca vi um time ganhar um título e o torcedor ficar fazendo cú doce e não comemorar.

  • 39. Gabriel  |  15/12/2009 às 17:13

    A maioria dos times sulamericanos que vêm ganhando ou decidindo competições internacionais nos últimos anos fazem boa presença tanto na Libertadores quanto na Sula.

    O Inter é um exemplo de clube que valorizou a Sula desde o início da competição e, com isso, conseguiu se preparar para a Libertadores.

    Quanto ao Gauchão, é parte da nossa identidade. Devia ser valorizado simplesmente por isso.

  • 40. Diogo  |  15/12/2009 às 17:20

    A Sulamericana é um lixo! Ganhá-la é o consolo dos incompetentes e fracos.

    Por isso o Grêmio tem OBRIGAÇÃO de ganhá-la ano que vem, como tinha a obrigação de ganhar a Segundona, pois está na LAMA.

    E vou comemorar muito, pois o importante é sair da LAMA, se for com título melhor ainda.

    Nada muda no meu conceito, Sulamericana = lixo. Ou, como preferem alguns, material reciclável.

    E essa tese de que O LIXO É UM LUXO, é conversa de vencedor de concurso carnavalesco.

  • 41. zanatta  |  15/12/2009 às 17:21

    serio, não da pra acreditar q tem um post no fim de 2009 falando do gauchão de 2005. pode ser o melhor post do mundo, mas na boa, não tem algo mais relevante pra falar? e outra, se gauchão fosse tão importante, o Inter não jogaria com o time B e o grêmio não metia reservas qdo vai pra Liberta. Foda-se.

  • 42. rafael botafoguense  |  15/12/2009 às 17:24

    tá,mas se o time quer colocar reservas a competição é desvalorizada?? problema do time que colocou reserva,na copa mercosul que era mó legal me lembro de todos jogando á vera mesmo,e não vejo diferença de uma pra outra. mas isso vai de cada torcedor,os tricolores vivem tirando nosso título da conmebol,mas tavam doidos pra levar a sulamericana,e assim caminha a humanidade.

  • 43. arbo  |  15/12/2009 às 17:30

    zanatta, é 95, o q não faz a menor diferença pro espírito do texto (hj tô meio alemão). perceba q um ano se inicia e é importante q não termine como este.

  • 44. Manuel Barbeiro  |  15/12/2009 às 17:47

    Dante, todo torcedor compara as competições. Está no inconsciente coletivo:

    MUNDIAL>LIBERTADORES>BRASILEIRO>COPA DO BRASIL>ESTADUAL>COPA SULAMERICANA

    Ou no mundo das seleções:

    COPA DO MUNDO>COPA AMÉRICA (COM FINAL CONTRA A ARGENTINA)>COPA DAS CONFEDERAÇÕES>COPA AMÉRICA (SEM FINAL CONTRA A ARGENTINA)

    Só quem já ganhou a Copa Sulamericana tenta subverter a realidade.

  • 45. Gabriel R.  |  15/12/2009 às 17:48

    Carlos nitidamente transtornado com a possiblidade do gremio ser campeao da sula.

    fecho com o texto, titulo é titulo. Independente do que for.

  • 46. Frank  |  15/12/2009 às 17:54

    Eu acho que seria muito interessante termos duas competições continentais entre os clubes que tivessem grande valorização. Claro que isso implicaria em melhorias na Sula, pois como ela está agora, eu tendo a concordar com os gremistas mais EXALTADOS…
    A ideia do Milton ali no #29 é muito boa… uma recriação da antiga Toyota Cup, em versão genérica, seria muito interessante, na minha opinião, já que agora a dona Fifa se adonou do mundial…

  • 47. rafael botafoguense  |  15/12/2009 às 18:02

    mas essa idéia do milton desvaloriza a libertadores,a sulamericana é feita pra ser a segunda copa dar uma vaga no mundial que é o prêmio pra quem conquista a libertadores é vacilo.

  • 48. Frank  |  15/12/2009 às 18:06

    Só para complementar, assim como eu comemorei MUITO em 2007, com o gol de nuca do Pedro Jr. no Estadual, eu tenho certeza que, se o Grêmio ganhar a Sula, também comemorarei bastante, mas não terei ilusões que meu time continuará uma PORCARIA…

    Então, se é para ficarmos nos enganando por ter conquistado um “título internacional” e não tentar corrigir os problemas estruturais do clube, eu prefiro que o Grêmio priorize a vaga na Liber via brasileiro, pelo menos não estaremos sendo enrolados com esse papinho…

  • 49. Frank  |  15/12/2009 às 18:13

    Rafael, acho que a Sula não precisa dar vaga no mundial… seria interessante apenas uma final com o vencedor da tal Liga Europa, para recriar uma queda de braço entre os dois principais continentes no esporte… nesse ponto, também tenderia a discordar do Milton…
    Assim como tem a Copa do Mundo e a Copa das Confederações para as seleções, poderia haver um Mundial de clubes e uma segunda copa entre os clubes campeões dos outros torneios continentais menores… claro que é viagem minha e isso nunca seria adotado pelos velhos da Fifa… mas que seria melhor do que a Suruga Cup, isso seria…

  • 50. Gabriel  |  15/12/2009 às 18:17

    A verdade é que o que ficará para a história é a opinião do Carlos.

  • 51. Junior  |  15/12/2009 às 18:17

    “É um campeonato com média de publico ridiculo, com repercussão ZERO.”

    Carlos, nisso tu estás equivocado. O Boca ganhou a Sula duas vezes com a Bombonera quase lotada na final. Esse ano, o Velez criou o slogan: “la otra mitad de la gloria” e o colocava em camisetas e no próprio site oficial enquanto estava disputando a competição. A LDU valorizou bastante o título. Ano passado, a torcida do Estudiantes veio em excelente número para o Beira-Rio. O país que menos valoriza a Sula é o Brasil, embora os dois times brasileiros que chegaram à final lotaram seus estádios. Concordo com o Dante, não tem que comparar a Sula com a Libertadores, são competições totalmente diferentes.

  • 52. Manuel Barbeiro  |  15/12/2009 às 18:25

    Eu to hagando e andando pra Sula, o que vira é Libertadores/Brasileiro.

  • 53. Sanchotene  |  15/12/2009 às 18:29

    Re 29

    Milton,

    “Liga Europa x Copa Sul-Americana” é algo que poderia iniciar já no ano que vem. Vaga ao Mundial já é sonho…

    Re 37

    A Pré-Sul-Americana desvaloriza a disputa por vagas no Brasileiro e nada além. O efeito sobre a competição continental é zero.

    Para que a Sul-Americana ganhasse o devido valor, bastaria que a CBF organizasse uma outra Copa (Copa da Liga?), com os 12 clubes restentes da A, mais os 20 da B, concomitentemente a Sul-Americana. Ninguém irira reclamar que ela atrapalha, pois quem não a disputa teria outra competição para encarar.

    O campeão dessa Copa seria o “Brasil 5” na Libertadores, a não ser que um outro brasileiro fosse campeão da Sul-Americana. Nesse caso, eles disputariam a 5ª vaga em ida-e-volta.

    Re 40

    Esse negócio de “luxo x lixo” é engraçado. Dois exemplos:

    a) o Brasil já deixou de enviar representante para a Libertadores porque todos achavam que a competição não valia nada;

    b) a “Batalha dos Aflitos” é SÓ o título mais importante da história do Grêmio.

    Re 44

    Claro, até porque o inconsciente coletivo é igual ao teu consciente. Todo mundo sabe disso, não?

  • 54. Diogo F  |  15/12/2009 às 18:35

    Adoro muito quando dizem “são duas coisas diferentes, não dá pra comparar”.

    Sim, quem inventou o verbo comparar com certeza tava pensando em comparar duas coisas iguais, dizendo “A é igual a B”.

  • 55. Sanchotene  |  15/12/2009 às 18:36

    Re 48

    Como diria o Henfil: “Segura direito essa taça, Carlos Alberto!

    Tem gente que não fica satisfeito com nada, mesmo. Tchê, o Grêmio, se for campeão da Libertadores em 2011, continuará QUEBRADO!

    Cada ano é uma temporada nova. Cada competição vale em si mesma. Ficar comparando é ridículo. Só um exemplo.

    O Liverpool foi campeão da Europa recentemente. Entretanto, como não é campeão do campeonato inglês há quase 20 anos, seus torcedores são flauteados pelos adeptos de ManU, Arsenal e Chelsea sem piedade. A Liga dos Campeões é, simplesmente, outro assunto…

  • 56. Sanchotene  |  15/12/2009 às 18:39

    Re 54

    Diogo, consegues fazer a distinção entre “igualdade” e “semelhança”? Como bem colocaste, duas coisas iguais são tão incomparáveis quanto coisas diferentes. Só se compara o que é semelhante, e naquilo em que são semelhantes.

  • 57. Manuel Barbeiro  |  15/12/2009 às 18:41

    @53 Todas as suas assertivas são refutáveis em Re 40 e Re 44.

    Re Re 40
    a) O futebol é dinâmico, já dizia Jair Picerni. As competições ganham e perdem valor conforme torcedores, mídia, jogadores e dirigentes a elas se dirigem. Pode ser que um dia a Sulamericana ganhe valor, seja por um prêmio em dinheiro, por uma vaga na Libertadores, por uma vaga em outro torneio internacional, por um duelo regional. Mas, se continuar assim, a tendência é desaparecer, como aconteceu com Conmebol, Mercosul, Supercopa…

    b) A Batalha dos Aflitos não é o título mais importante da história do Grêmio. Pode ser o mais importante para uma geração de torcedores que não viu o Grêmio campeão da Libertadores (ou era muito pequeno quando isso aconteceu). É o título mais emocionante, isso sem dúvida – e por isso tem seu lugar especial no coração gremista. Mas não é o mais importante, não confunda. Assim como eu, corinthiano, não acho o título de 1977 o mais importante da nossa história, mas sim o mais marcante e emocionante. Os mais importantes foram os 4 Brasileiros e, juízos de valor fora, o Mundial da FIFA de 2000.

    Re Re 44

    O inconsciente coletivo é justamente o oposto do (in)consciente pessoal. São traços e informações que ficam no fundo da psique, herdados do meio em que o ser vive.

  • 58. Prestes  |  15/12/2009 às 18:48

    Ouçam o Band Esporte Show hoje às 21hs.

  • 59. Frank  |  15/12/2009 às 18:53

    #55

    Mas aí é que tá Sancho, sabemos que o Grêmio continuará quebrado por muito tempo… só não podemos nos iludir com qualquer conquista… nisso aí, nossos dirigentes são especialistas…

    Sei lá, se pra arrumar realmente a casa passássemos mais alguns anos sem títulos relevantes, eu não me importava nada… o problema é que isso não está sendo feito, e nem dá para saber se o será em um futuro próximo!

  • 60. Diogo  |  15/12/2009 às 19:15

    53.

    Sancho:

    “E essa tese de que O LIXO É UM LUXO, é conversa de vencedor de concurso carnavalesco.”

    Isso foi uma FLAUTA velada, não falei a respeito de seu texto.

  • 61. Diogo  |  15/12/2009 às 19:18

    Aliás, a Batalho dos Aflitos foi um dos feitos mais incríveis da história do Grêmio, mas foi o título MENOS importante.

    Valeria igual se o Grêmio só conquistasse a vaga.

  • 62. Pedro Junior  |  15/12/2009 às 19:23

    48. Frank | 15/12/2009 at 18:06

    Dá-lhe!

    No mais, acho que a CBF e a COMEBOLA valorizam de forma errada o que é pra ser o seu segundo maior campeonato, Copa do BR e Sula.

    Primeiro, a Copa do BR deveria ser disputada nos moldes da Copa da Liga Inglesa, onde só os participantes da 1a divisao jogam. Alem, deverá ser jogada simultaneamente com a 1a divisao. E para valorizar o certame duas vagas na liber em ambos os campeonatos. Isto valorizaria ainda mais as cotas de Tv’s, melhor para os clubes. No final das contas da pra inventar mais um SUPERCAMPEAO BRASILEIRO (1 da copa contra 1 da liga) em jogo unico a ser disputado durante a pré-temporada, lá em Itapemirim.

    E se nao acharem muito, tem aquela outra copa onde jogam TODOS os clubes disponiveis, com os G-13 entrando la pelas oitavas só pra fazer graça. Serviria como o campeontao a ser esculachado, onde todos dizem que nao tem interesse, mas se vangloriam quando ganham.

    Segundo, Sula nunca será uma Liber. Azar se o estádio tá vazio e os times são de reservas. É campeonato para ser jogado pelo segundo escalão dos países. O que a tornaria mais atraente é simultaniedade com a Liber. Terça e quarta jogam os da Sula e quarta e quinta jogam os da Liber. Ademais, a maior valorizaçao que pode ser dada é a realizaçao da Recopa.

    A proposito, pq não existe rodada em sexta-feira? Milhões de pessoas trabalham no sábado de manhã e ficam impossibilitados de fazer a festa na noite anterior. Ficar curtindo um futebolzinho no sofá seria muito gratificante.

  • 63. Sanchotene  |  15/12/2009 às 19:36

    Manuel,

    Eu vi o Grêmio: perder o Gre-Nal do Século; vencer a primeira Copa do Brasil; perder o hepta estadual, a Copa do Brasil e ser rebaixado no Brasileiro, tudo na mesma temporada; voltar a primeira divisão com o Olímpico lotado; ter Dener liderando o time para mais um título gaúcho; jogar três jogos no mesmo dia; vencer o Gauchão com o Banguzinho, perder a Copa do Brasil no Olímpico, mas ser bi da América; jogar com mais público uma semifinal de Copa do Brasil do que uma semifinal de Libertadores, ambos os jogos na mesma semana; ser campeão brasileiro; calar o Maracanã lotado, fracassar na Libertadores e perder o Gauchão para o Fabiano; entrar em parafuso, levar 5 do maior rival em casa e escapar do rebaixamento nas rodadas finais; ser eliminado em casa pelo Brasil de Pelotas nas quartas-de-final do Estadual; ressurgir das cinzas por obra de Celso Roth e pegar a vaga nas finais do Brasileiro das mãos do “flanelinha”; ser campeão da Copa Sul e do Gauchão; achar que era rico por causa da ISL; passar quase uma temporada inteira patrolando todo mundo, vencendo estadual e Copa do Brasil, mas perdendo o fôlego no final de um ano que poderia ter sido histórico; ser humilhado pelo Atlético Paranaense, pelo 15 de Campo Bom, e pelo Santos em três semifinais consecutivas; passar o Centenário sem dinheiro e com o c… na mão, mas ganhando do Inter no Beira-Rio; ser abandonado pela torcida e afundado merecidamente para a Série B; ter apenas cinco jogadores se apresentando no começo de temporada, padecer jogo a jogo para se reerguer de maneira inesquecível no final; perder de novo para o 15 de Campo Bom, mas recuperar o título estadual e terminar em terceiro o Brasileiro; ser bi-gaúcho, vice da América e terminar o Brasileiro melancolicamente e em crise; passar vergonha em São Valentim (num amistoso de várzea), demitir o treinador sem o menor sentido, ser eliminado em casa nas quartas-de-final do estadual, ficar mais de mês sem partida oficial, mas dar a volta por cima e quase ser campeão brasileiro; ser patrolado pelo rival no Estadual, ser notícia em página policial na Libertadores, ficar mais de mês esperando um treinador caro e enganador, vencer o Gre-Nal do Centenário (cuja idéia FOI MINHA, e que aconteceu graças ao Impedimento), ficar invicto no Brasileiro no Olímpico e fracassar de maneira ridícula como visitante.

    Não é lá muita coisa, admito, mas o suficiente para saber que o título mais importante do Grêmio foi a Série B Nacional de 2005. O que menos importa aqui é qual a competição que disputávamos, mas o que efetivamente estava em jogo. Se não ganhamos ali, a situação do clube poderia ficar (e havia grandes chances de tornar-se mesmo) INSUSTENTÁVEL. Ali, o Grêmio jogava a sua grandeza.

    Sobre o inconsciente coletivo, essa tua definição pode explicar qualquer coisa, menos o porquê dele supostamente justificar a importância que TU dás à Copa Sul-Americana…

  • 64. Ernesto  |  15/12/2009 às 19:50

    Aqui ó, o negócio é mais simples.

    Essa sul-americana não é o bicho. Justamente pelos fatores citados. Embora, há de se ressaltar, que River e Boca já jogaram algumas edições desse certame à vera, como diria o Botafoguense.

    Contudo, exatamente por ser feita de convites a River e Boca, fases pré-nacionais, se torna motivo de escárnio. MAS, quando jogada, o raciocínio do Sanchotene é claro. Tem que ganhar. Se tu entra na competição, entra pra ganhar.

    Se ela serve de máscara e ilusão para diretorias, o problema são as diretorias. Mas a partir do momento que se disputa, tem que se disputar pra ganhar. Meu pensamento é esse.

    Por isso fiquei indignado, em 2008, quando valorizaram essa sul-americana, abandonando as últimas possiblidades de chance de vaga pra libertadores no Brasileiro.

    Mas também fiquei indignado qunado fomos eliminados esse ano. Principalmente porque foi uma contradição ao discurso mascarado da diretoria em 2008. Colocar reservas e perder daquele time ruim da U do Chile. Foi uma fiasqueira. o Campeão perdeu na primeira fase. Embora seja um campeonato sem sentido, deveria ser disputado com titulares.

  • 65. Diogo  |  15/12/2009 às 19:52

    Sancho, me dê um só motivo para o título de 2005 ser o mais importante da história do Grêmio.

  • 66. Sanchotene  |  15/12/2009 às 20:04

    Re 65

    … O que menos importa aqui é qual a competição que disputávamos, mas o que efetivamente estava em jogo. Se não ganhamos ali, a situação do clube poderia ficar (e havia grandes chances de tornar-se mesmo) INSUSTENTÁVEL. Ali, o Grêmio jogava a sua grandeza.

    O título de 2005 tem que ser entendido dentro do triênio 2003-2005, além de toda a loucura que foi a final. Deve-se considerar tudo que aconteceu, desde a lanterna do campeonato gaúcho, passando pelo recorde de derrotas numa edição de campeonato nacional, pelo rebaixamento, pelas contas zeradas, pelos 5 jogadores que começaram o ano em 2005, pelo que seria ficar mais uma temporada na Série B, até o fato de ter sido campeão, fora de casa, vencendo, mesmo terminando com sete em campo e com dois pênaltis contra desperdiçados.

    Por isso (é pouco?!), esse é o título mais importante da história do clube.

  • 67. Diogo  |  15/12/2009 às 20:10

    67.

    Pois é, mas se não viesse o TÍTULO, e somente a VAGA na primeira divisão, não mudaria nada, e nem tiraria o brilho do jogo em si.

    Pelo menos para mim, o título é o que menos importa.

  • 68. Sanchotene  |  15/12/2009 às 20:23

    Diogo,

    Ser vice-campeão ainda é um título. É o título concedido ao segundo colocado de uma determinada competição. Contudo, o Grêmio foi CAMPEÃO; conjecturar outro cenário é pura perda-de-tempo.

  • 69. Flávio  |  15/12/2009 às 20:32

    A SulA é uma copa menor, mas por ser uma competição internacional tem um certo charme conquistá-la. Até pela visibilidade no continente. O Inter emplacou Alex, Nilmar e D’Alessandro entre os melhores da América Latina ano passado pelo que eles fizeram na Sul-Americana e não no Brasileiro.
    Um título continental, mesmo não sendo a Libertadores, sempre terá seu valor. Perguntem para um botafoguense, por exemplo, se ele lembra mais da conquista da Copa CONMEBOL em 93 ou de qualquer título estadual que o Fogão ganhou depois de 89. O bi da Supercopa é celebrado pelos cruzeirenses até hoje. A final da MERCOSUL de 2000 é uma das partidas inesquecíveis da história do Vasco.
    O que complica a Sul-americana é que ela é disputada em quatro meses. Para um time que luta por alguma coisa no Brasileiro, fica difícil conciliar.

  • 71. Luís Felipe  |  15/12/2009 às 21:00

    interessante a discussão, especialmente pela diferença de conceitos do Sancho, que diferencia o título “mais importante” do “maior título”.

    dá pra dizer, por exemplo, que o título “mais importante” do Cruzeiro foi a Taça Brasil de 1966, que acabou com o imaginário brasileiro do “futebol se resume a RJ e SP”. Ainda que o “maior” tenha sido a Libertadores de 1997.

    eu concordo bastante com isso. ainda que seja o mesmo título, o gauchão de 1997 é incomparavelmente mais significativo que o de 2009.

  • 72. Luís Felipe  |  15/12/2009 às 21:02

    a Sula não fez falta pra eles…

    mas ajudou pra caramba.

    graças à Sula, o clube reaprendeu o caminho da glória na competição internacional.

    o torcedor pincha tava louco pra ganhar em 2008. Isso ajudou na insanidade de 2009 – 13 mil pinchas no Centenário, etc.

  • 73. Diogo  |  15/12/2009 às 21:06

    Sancho,

    A questão em si não é “perder” tempo conjecturando outro cenário. Veja bem, naquele cenário do jogo, pouco importa se o Grêmio foi campeão ou não – é a última coisa que qualquer gremista lembra.

    Ser campeão, vice, terceiro ou quarto na Segundona pouco importa, o que vale é a subida. Pelo menos eu não comemorei o título e sim o EXPURGO de todas as mazelas que você, muito apropriadamente, citou.

    Acho até que ambos estamos falando a mesma coisa. Mas você há de convir que também, pessoalmente, comemora muito mais a saída de uma situação alarmante, do que o “caneco”.

    PS: na verdade, toda essa discussão é uma baita perda de tempo, mesmo.

  • 74. fino  |  15/12/2009 às 21:07

    huaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

    Ser vice-campeão ainda é um título. É o título concedido ao segundo colocado de uma determinada competição.

  • 75. Frank  |  15/12/2009 às 21:12

    #72

    Concordo… talvez o caminho para uma Liber passe por uma Sula antes…
    Ou vice-versa, como o Inter e a LDU mostraram…

  • 76. almilano  |  15/12/2009 às 21:45

    Concordo com o texto. Entrou é pra ganhar.

    Mas eu me lembro direitinho em 2005 os gremistas felizes por terem faturado o título, e não por terem subido.

    E eu ainda ouvia “na meu, título é título, comemoro sempre”. Cheguei a receber email de gremista dizendo que eram hepta campeoes nacionais, como 2 brasileiros serie A, 4 copas do brasil e uma segundona…

    Em 2007, valorizaram como nunca o vice campeonato da america.

    “se decidam-se”, titulo vale ou nao? Vice vale ou nao?

    ueheuheuheuheuheuheuheuhe

  • 77. Diogo  |  15/12/2009 às 21:57

    76.

    O nível da flauta é recíproco, se tem gremistas que lhe mandam e-mail comemorando vices e etc, é sinal que você não deve ficar muito atrás na cornetagem.

    Deve ser bonito uma discussão entre vocês, huaaaaaaaaaaaaaaaaaa.

  • 78. Ernesto  |  16/12/2009 às 00:50

    #72, Luis Felipe.

    Jogo semifinal, volta, Nacional x Estudiantes, foi só com público local.

    A não ser que estejas falando de Estudiantes x Defensor.

    #76

    Lembro bem do velho senil Sant’ana, aquele mesmo que em um ano condena a entregada, e noutro a estimula.

    Em 2005 ele escrevia em sua coluna:

    “O que vale mais: Ser primeiro na segunda, ou segundo na primeira ? “.

    E viva a incoerência

  • 79. Battaglin  |  16/12/2009 às 01:03

    “No primeiro semestre, inexiste razão para escolher competições.”

    Na minha opinião GERALMENTE não existe razão. É compreensível, mas é uma atitude muito mais política, pra se preservar com a opinião pública em caso de derrota, pra que ninguém diga que eles ‘botaram a perder’ uma competição por causa da CONCOMITÂNCIA.

    Muita gente, até eu em certa medida, aprovam a frase “clube de futebol não é banco”. Mas clube de futebol também não é a Escolha de Sofia. Mania de dirigente e treinador escolhendo campeonato quando não há nenhum indicativo de que a CONCOMITÂNCIA possa atrapalhar.

    Tudo isso pelo alívio do treinador de poder dar uma entrevista após o jogo e não ser responsável, “afinal essa não é nossa prioridade…”

    * * *

    “Se for à final, serão só 10 jogos a mais na temporada. O Fluminense já mostrou que é possível encarar as duas competições com força total.”

    Em 2005 o Internacional fez a mesma coisa. Perdeu a Sula porque tomou uma relhada do Boca. E não perdeu o Brasileiro por causa da relhada; perdeu porque “perdeu”.

    * * *

    Toda Copa é uma Copa: estádio lotado, imagem de time vencedor pelo mundo todo, taça na coleção, o clube lucrando e o que mais? Achei que futebol era isso…


  • 80. Sanchotene  |  16/12/2009 às 07:56

    Diogo,

    Há acessos e acessos. Eu estava no Olímpico em 1992, vi o estádio emudecer quando tomamos um gol pouco antes do fim do primeiro tempo (que nos eliminava), e senti a tensão no estádio durante o intervalo. Mas nem de perto o rebaixamento de 91 foi como o de 2004, nem o acesso daquele ano foi similar ao de 2005. Se ficássemos mais um ano na série B lá, a situação não seria tão ruim quanto há pouco.

    E, fazaendo o que disse que não faria, afirmo: se o Grêmio tivesse subido sem título em 2005, teria sido, provavelmente, o FEITO mais importante de sua história.

  • 81. almilano  |  16/12/2009 às 08:11

    Re 77 Diogo,

    Se tem uma coisa que eu não faço há um bom tempo é ficar mandando email pra gremista em relação a isso, até porque essa fase 5a série já passou 🙂

    O que eu queria saber de vocês é se o que vale é título ou se o que vale é ser vice. Quando foram campeões da segundona, chegaram a escrever que “é melhor ser 1o na segunda do que 2o na primeira”, lembra?

    Aí quando foram vice da america, disseram que “melhor ser vice do que nada”…

    Enquanto voces gremistas nao souberem o que vale, nem adianta “discutir”. É igual ao Pelé sobre se ele ou o Maradona eram os melhores do mundo: “primeiro eles tem que decidir quem era o melhor da argentina”.

  • 82. Carlos  |  16/12/2009 às 08:46

    Tem cara q recebe 2 emails de gremista e decreta “OS GREMISTAS PENSAM ASSIM”.

    Cada um pensa de um jeito, porra.

    Eu concordo com o sancho sobre a importancia da batalha dos aflitos. Muito mais pelo lance de que “se não subir, acabou”.

    O titulo em si é uma bosta.

    E dizer q as finas da sula são em estádio cheio é uma falácia do caralho.

    Já coloquei uns videos ha muito tempo atras do youtube PROVANDO q a bombonera estava VAZIA nas finais qdo eles ganharam. Inclusive nas semis contra o colorado qdo meteram vcs.

    Até concordo no lance “entrou tem q ganhar”. Mas ae a fazer fiasquera na goethe, bla bla bla…vai muito chão.

    Só comemorava gauchão na goethe qdo tinha 15 anos…depois nunca mais. Nem o de 2006 eu comemorei…só lá no beira rio fiz festa…depois cheguei em casa, me arriei no meu vizinho mala e fui dormir. deu.

  • 83. Carlos  |  16/12/2009 às 08:55

    Se isso aqui é estádio lotado, então tá.

    Quem conhece a Bombonera sabe q isso é estádio no máximo com publico regular.

    E outra…sempre quem joga A VERA essa porcaria…ou não tem mais nada pra fazer no Brasileirão (Flu esse ano, inter qdo foi campeão, etc etc) ou quer salvar o ano.
    É FATO. E com fato não dá pra brigar, porra.

    Ou o lider do brasileiro vai jogar a morrer essa merda?

    E esse botafoguense ae…copa mercosul fodona???? tá brincando. Até parece aquela copa comnebol, totalmente falida, q ninguém dava nem dá a minima. Tanto é q sumiu.
    Ou até aquela porra de supercopa, q tb ninguém lembra q existiu.

  • 84. Carlos  |  16/12/2009 às 09:05

    A sulamiranda…é o seguinte…
    Sabe qdo tu te prepara todo pra fazer a noite…te perfuma, bota uma beca da massa…toma uns traguinho…ouve um som, faz um esquenta legal na casa da parceria…diz q a festa vai bombar, coisa e tal…
    AE tu chega na noite…toma uns 500 carões…no fim da noite tu pega uma gordinha muito da mais ou menos…dá um bagão e vai pra casa “comemorando” pq tu ainda pegou alguma coisa…é mais ou menos por ae…

    OU NINGUEM AQUI NUNCA PASSOU POR ISSO?

  • 85. Luís Felipe  |  16/12/2009 às 09:13

    #78

    Sim, Estudiantes X Defensor. 13 mil pinchas no Centenário, maior público visitante estrangeiro da história.

  • 86. Luís Felipe  |  16/12/2009 às 09:17

    RSSSF:

    2st leg. Alberto J. Armando “La Bombonera”, Buenos Aires, 17-12-2004

    Boca Juniors: Roberto Abbondanzieri; José María Calvo, Rolando Schiavi,
    Cristián Traverso, Aníbal Matellán, Diego Cagna (67 Pablo
    Ledesma), Alfredo Cascini, Andrés Guglielminpietro (82 Nery
    Cardozo), Guillermo Barros Schelotto, Martín Palermo, Carlos
    Tevez (75 Fabián Vargas); coach: Jorge Benítez;
    Bolívar: Mauro Machado; Julio César Ferreira, Oscar Sánchez, Marco Sandy,
    Percy Colque (46 Roger Suárez), Rubén Tufiño, Gonzalo Galindo,
    Limbert Pizarro, Ronald García, Limberg Gutiérrez, Horacio
    Chiorazzo; coach: Vladimir Soria.

    Referee: Carlos Chandía (Chile)
    Attendance: 55.000
    Yellow Cards: Traverso (BJ); Ferreira, Sandy (Bol)

    ————

    2nd leg. Alberto J. Armando “La Bombonera”, Buenos Aires, 18-12-2005

    Boca Juniors: Roberto Abbondanzieri; Hugo Ibarra, Rolando Schiavi, Daniel Díaz, Juan
    Krupoviesa; Sebastián Battaglia, Fernando Gago (71 Pablo Ledesma), Daniel
    Bilos (85 Guillermo Barros Schelotto); Federico Insúa; Martín Palermo,
    Rodrigo Palacio (87 Marcelo Delgado); coach: Alfio Basile.
    Pumas: Sergio Bernal; Israel Castro, Joaquín Beltrán, Darío Verón, Gonzalo Pineda;
    Marco Palacios, Gerardo Galindo, Leandro, Aílton (46 Ismael Iñiguez); Bruno Marioni,
    Joaquín Botero (79 Martín Cardetti); coach: Miguel España.

    Penalty Kicks:
    Pumas: Leandro 0-0; Pineda 0-1; Beltrán 1-1; Cardetti 2-1;
    Marioni 3-2; Galindo 3-3
    Boca Juniors: Barros Schelotto 0-0; Insúa 1-1; Palermo 1-1; Schiavi 2-2;
    Delgado 3-3; Abbondanzieri 4-3

    Referee: Carlos Amarilla (Paraguay)
    Attendance: 56.000
    Yellow Cards: Ibarra, Abbondanzieri, Palacio, Palermo (B); Ailton, Marioni, Galindo (P)

  • 87. Alberto Poletti  |  16/12/2009 às 09:25

    até parece… então quer dizer que a final da Liberta-2000 levou menos gente à Bombonera que a Suda de 2004… hahahaha!!!

  • 88. Gustavo  |  16/12/2009 às 09:34

    A única coisa que eu concordo no texto é que foi legal ganhar o gauchão de 1995 com o time B. Fora isso, impossível concordar. O Sancho tem uma paixão pelo campeonato gaúcho que até é respeitável, mas não encontra tanta correspondência entre a maioria dos torcedores.

    O campeonato gaúcho é um torneio ridiculamente desequilibrado tecnicamente. É mais ou menos como fazer os times profissionais do Barcelona e do Real Madrid jogar o campeonato espanhol Sub-17 (se é que existe isso).

  • 89. Alexandre N.  |  16/12/2009 às 09:56

    Bom, uma coisa não se pode negar em relação à Sulamericana: ela dá visibilidade aos clubes sul americanos para outros continentes sim! E digo isso por experiência própria.

    Minha noiva mora atualmente em Londres com a mãe. E das vezes que eu fui pra lá, eu ví que os europeus só sabem de notícias dos clubes sul americanos quando eles disputam estas competições continentais. Os gols da rodada do brasileirão são completamente ignorados, assim como o dos outros campeonatos nacionais.

    E acho que o maior dos problemas é a falta de visão dos dirigentes. Acho que temos que acabar com essa visão de que só a Liber é um torneio continental de valor. Jogar bem a Sulamericana poderá render a volta dos clubes brasileiros à torneios como o Tereza Herrera, entre outros.

    Um Tereza Herrera vale alguma coisa de muito valor? Concordo que não muito. Mas pode gerar algo que hoje em dia anda muito carente aos clubes brasileiros: uma grana extra muito boa. Basta saber fazer o marketing correto.

    As coisas podem melhorar muito mais aos clubes brasileiros quando deixarmos de viver essa mentalidade de “sermos os maiores do nosso curral” (leia-se, os maiores da América doi Sul).

  • 90. Sanchotene  |  16/12/2009 às 10:20

    Re 88

    Eu concordo que o campeonato gaúcho tem seus problemas (acho que a desvalorização que partiu de dentro dos clubes contribui demais para isso, outro fator é o campeonato brasileiro por pontos-corridos); no entanto, o fato de que, nos últimos 14 anos, entre 1996 e 2009, terem tido apenas TRÊS finais em Gre-Nal, além de dois campeões do interior, desmente em parte essa tal diferença.

    Sobre o campeonato espanhol, eu me curvo às potências de Xerez, Tenerife, Valladolid, Sporting Gijón, Zaragoza, Osasuna, Málaga, Mallorca, Almería e Getafe, que compoem nada menos que 50% do campeonato. Real e historicamente, eles encaram Madrid e Barcelona de igual para igual. É impressionante o equilíbrio que tem lá!

  • 91. Sanchotene  |  16/12/2009 às 10:22

    Compl. 90

    Acho que o maior problema do Gauchão é falta de competência…

  • 92. Alexandre N.  |  16/12/2009 às 10:39

    #90

    Sancho, acho que o maior problema dos estaduais são os próprios estaduais. A fórmula está gasta, não vemos novidade alguma então por isso, inevitavelmente eles acabam sendo usados como pré-temporada ou mesmo ignorado em razão de outras competições com a Liber e a Copa do Brasil.

    Até mesmo o público não se intereressa. Quer um exemplo? Aqui no estadual do Rio que vai começar no ano que vem, a estréia do Fluminense em casa ocorrerá num jogo em uma quarta-feira (20/01) às 16:00! Te como haver um público bom num jogo desses?

    Acho que pro bem dos clubes pequenos (ou do interior, como vocês costumam dizer por aí), uma mudança pra uma fórmula bem mais rentável se faz urgentemente necessária.

  • 93. Sanchotene  |  16/12/2009 às 10:48

    Re 92

    Que os Estaduais estão moribundos, e isso é irremediável, me parece algo profundamente verdadeiro… e lamentável. Mas eles não morreram por causa “natural”. Eles foram devidamente assassinados. O mesmo acontecerá na Europa, quando os grandes resolverem concentrar o dinheiro e brigarem com a UEFA.

    Quem perde como isso é só o futebol…

  • 94. Sanchotene  |  16/12/2009 às 11:00

    P.S.: Se, por um acaso do destino, as direções de Grêmio e Internacional resolvessem valorizar o Gauchão expressamente -“Queremos mandar nesta terra!”, “Esta terra tem dono!”, “Dentro da nossa casa, ninguém manda na gente!”, etc.-, METADE, para dizer o mínimo, dos torcedores que desprezam o estadual viram a casaca NA HORA…

  • 95. Gustavo  |  16/12/2009 às 11:00

    #90: não desmente, não. O desinteresse dos clubes fortes é que permite o “fortalecimento” dos do interior. E em 1995 já era assim. Hoje em dia, estadual é perda de tempo. Ou pré-temporada “de grife”, mas longa demais. E ainda correndo o risco de perder jogadores, como foi o caso do William Magrão, esse ano.

    #93: quem “assassinou” os estaduais? O campeonato brasileiro? Acho bizarra essa tua afirmação.

  • 96. Sanchotene  |  16/12/2009 às 11:23

    Re 95

    #90: não desmente, não. O desinteresse dos clubes fortes é que permite o “fortalecimento” dos do interior.

    Claro, porque os clubes do interior são incapazes de montar bons times, e os grandes nunca têm crises. A gente só perde para eles porque e quando quer…

    #93: quem “assassinou” os estaduais? O campeonato brasileiro? Acho bizarra essa tua afirmação.

    Os grandes clubes e o dinheiro da TV.

  • 97. Carlos  |  16/12/2009 às 11:24

    #89
    Bah, velho…com todo o respeito, sério mesmo.

    Eu to cagando se um cara de londres vê os gols da sulamiranda, do gauchão ou do Brasileirão. Sério.

    Pra te dizer a verdade, e falo isso do fundo do meu coração, eu não vejo NENHUM jogo da europa. Simplesmente pq aquilo lá não tem nada a ver comigo.
    Prefiro ver um jogo podre do campeonato uruguaio do q qquer um do “milionário” futebol inglês.
    Questão de gosto.

    Qto a visibilidade, pra mim isso é bom no aeroporto.

  • 98. Gustavo  |  16/12/2009 às 11:54

    #96
    Tu realmente acreditas que as equipes do interior têm montado “bons times”?

    Sobre o assassinato dos estaduais: tu afirmas que os grandes clubes e a TV são responsáveis pela morte dos estaduais. Porém, o teu texto é uma DEFESA da participação dos grandes clubes nos estaduais. E os campeonatos estaduais são transmitidos pela TV aberta e fechada e os clubes também recebem dinheiro por isso.

    Ou seja, tua resposta contradiz o próprio texto.

  • 99. Frank  |  16/12/2009 às 12:27

    Tanto as equipes do interior não têm montado bons times que o Juventude acaba de cair para a Terceirona, onde já estão Caxias e Brasil, que não conseguiram o acesso à série B contra Guaratinguetá e América-MG.

    Se existem clubes do interior que conseguem montar bons times, esses são os de São Paulo, porque lá é o interior mais rico do país, por apoio público (grana das prefeituras) ou por serem os tais clubes-empresa… Então, não há nada de novo no front dos estaduais…

  • 100. Sanchotene  |  16/12/2009 às 12:51

    Re 98

    Não há contradição. O racicíonio de quem mexe com o futebol brasileiro em geral e gaúcho em particular é o seguinte: (a) é mais fácil e mais barato pagar uma competição que 27; e (b) se consegue fatias maiores ao dividir um bolo, mesmo que menor, entre menos partes do que entre mais. Fora, claro, as picuinhas de sempre, como as chances de ver o rival campeão diminuem num campeonato nacional que num estadual.

    Hoje, há menos clubes que há 20 anos atrás; os estaduais não valem nada; o RS tem menos representantes nacionalmente que o PARANÁ e GOIÁS; mas tem um monte de dirigente que acha que fez (ou faz) um baita trabalho…

  • 101. Paulo Torres  |  16/12/2009 às 13:41

    #99
    Menosprezando o grande campeão brasileiro da Série C, o Coelhão de Euller Filho do Vento, Flávio único campeão brasileiro das três divisões e Mestre Givanildo?

  • 102. Gustavo  |  16/12/2009 às 14:12

    #100: tenta desenvolver esse raciocínio. Tu estás sugerindo que todo o dinheiro angariado pela venda das cotas de TV pela série A seja distribuido irmanamente entre todos os clubes do país, inclusive os que não disputam campeonato nacional? E a meritocracia, fica onde?

    Será que a solução para o problema dos clubes do interior é disputar um campeonato com dois gigantes, sabendo que não têm a menor chance contra eles, mas vão ganhar uma graninha com o “trem dos pobres”? Não creio.

    Talvez a solução seja (e agora vou morder a língua) em montar estruturas como a do PORTO ALEGRE (eca), que é um clube-empresa, mas pensa alto. Logo logo vai ganhar a série D e vai começar a incomodar nas outras séries. Mesmo sendo um projeto que não nos agrada, pelo menos é eficiente.

  • 103. Alexandre N.  |  16/12/2009 às 14:15

    #97

    Rapaz, eu só acho que esse tipo de visibilidade é só mais uma (boa) forma de se conseguir mais dinheiro para um clube. No futebol hoje em dia não se lucra só com dinheiro de venda de ingressos e de camisa de time. O time que pensar dessa forma, vai sumir da existência de forma muito rápida.

  • 104. Sanchotene  |  16/12/2009 às 14:43

    #100: tenta desenvolver esse raciocínio. Tu estás sugerindo que todo o dinheiro angariado pela venda das cotas de TV pela série A seja distribuido irmanamente entre todos os clubes do país…”

    Mas de onde tiras que eu disse isso?

    Vê isto:
    a) http://tiefschwartz.blogspot.com/2009/03/por-que-os-dirigentes-nao-gostam-dos.html;
    b) http://tiefschwartz.blogspot.com/2007/03/futebol-outra-vez-vcio.html (não que eu concorde com tudo o que escrevi nesse texto, mas o que acho sobre os estaduais mantém-se).

  • 105. Gustavo  |  16/12/2009 às 16:53

    #104: aquilo que eu escrevi antes foi uma possível leitura do que seria uma forma de dar mais dinheiro aos clubes menores. Tu falas em “dividir o bolo”, mas de que bolo tu estás falando?

    Sobre os textos citados:
    a) não sei o que os “dirigentes” pensam, mas eu certamente não penso absolutamente nada como este texto
    b) a elitização (em termos de clubes) do nosso campeonato nacional é uma EVOLUÇÃO. O conceito de evolução, ao meu entender, passa pela MUDANÇA, não necessariamente para a melhor, ou não necessariamente agradando a todos. Esse texto assinala que o futebol brasileiro deve muito aos estaduais. Não discordo disso. Mas isso também não significa que eles devam ser endeusados, pois houve EVOLUÇÃO.

    É o teu ponto de vista e deve ser respeitado. Mas, honestamente, preferiria que pouca gente pensasse assim.

    Abraços.

  • 106. rafael botafoguense  |  16/12/2009 às 17:05

    a vai te ferrar carlos,mercosul era sinistra sim só tinha final irada e jogo foda…

  • 107. Junior  |  16/12/2009 às 17:07

    A culpa da desvalorização dos regionais é de culpa dos próprios dirigentes do Interior que pararam de investir nas categorias de base e começaram a contratar “griffe”, os veteranos que passaram pelos grandes clubes. Eu sei que os clubes do Interior não tem dinheiro, mas o salário do Luiz Gustavo (aquele mesmo que “jogou” no Inter) era de 30 mil reais em um time do Interior que eu não lembro, talvez o Novo Hamburgo. Era muito melhor investir esses 30 mil em trinta juniores. Se um deles desse certo (o Paulista de Jundiaí vai ganhar bastante dinheiro quando o Réver for vendido), garantiria o pagamento de várias dívidas. Além disso, falta criatividade para buscar novos jogadores, nos últimos anos os jogadores do Gauchão são sempre os mesmos, o Rodrigo Gasolina, o Alê Menezes, o Aládio e o Rudi devem ter jogado em todos os clubes do Interior, ushjfghg.

  • 108. Rudi  |  16/12/2009 às 17:21

    Joguei mesmo…

  • 109. Sanchotene  |  17/12/2009 às 06:12

    Re 107

    É mais ou menos isso. Os dirigentes do interior têm sua parcela de culpa, como todo mundo, aliás. Internamente, eles cometem as mesmas barbaridades dos grandes. Externamente, parece que só há interesse em jogar uma vez por ano com a dupla Gre-Nal.

    Eu generalizo aqui, por pura necessidade. Tudo o que falo merece uma análise verdadeira, mais profunda. Contudo, não é difícil traçar um paralelo entre o futebol gaúcho e o RS como um todo. Com dirigentes fracos, tomado por dinheiristas ou carguistas voltados para o próprio umbigo, literalmente cagando para a situação como um todo.

  • 110. Francisco Antero  |  18/12/2009 às 13:41

    Vou lendo os comentários e dsenvolvendo o que penso do assunto.
    Concordo que qualquer título ganho é melhor que nada. Sempre dá para capitalizar alguma coisa.
    Todo time que se preze tem que entrar para ganhar as competições.
    A Sulamericana, só por envovler a chance de jogar contra argentinos, chilenos e castelhanada em geral, já é legal.
    E os cruzeirenses se lembram e comemoram as suas Supercopas conquistadas até hoje.

    Mas, aí, chega a descrição da sulamericana no comentário 84 e encerra toda a discussão. Sim, todo mundo sabe o que é isso.

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