Movidos pelo desejo de fazer história

05/11/2009 at 13:00 42 comentários

riverplate

Qualidade técnica, tática, física, ok. Só que uma Copa também é revestida de louros porque quase sempre ganha o que mais quer vencê-la. Em uma noite de Copa, os 22 vão a campo obrigados a perceber os momentos e os detalhes que farão um time vencedor – e geralmente, esses detalhes são mais visíveis para aqueles que querem fazer história. Como o River Plate de Juan Ramón Carrasco, que hoje chega ao maior patamar do seu pequeno currículo.

O River Plate do Uruguai está entre os 4 melhores times da América e levará uns tapas aquele que ousar duvidar disso. A despeito daqueles que desprezam a Copa Sul-Americana com reservas, camisetas douradas, escalações que começam com o número 12 e outras patuscadas do gênero, o Exército de Brancaleone liderado por Carrasco é um rato que ruge porque quer rugir. Não condeno os motivos daqueles que pegaram o mantra de Celso Juarez e colaram na sua porta, antes de entrar em campo para jogar a Suda – “só a Libertadores importa” – mas para o espetáculo, é sempre bom que esses aí caiam de uma vez. Restarão na Copa que levará a “outra metade da Glória” somente os times que vêem nela a Glória inteira.

O San Lorenzo de Almagro, ainda que tenha uma maldição corintiana na sua paleta, é um clube que já levou para casa essa Copa. Quando ela era um bebezinho ainda, é verdade – em 2002, os clubes brasileiros sequer a disputaram – mas era quase um bicampeonato, uma vez  que a similar Copa Mercosul também foi para Boedo no ano anterior. Pisaram no Nuevo Gasómetro diante de 12 mil enfadados pagantes jogadores como Kily González e Bernardo Romeo, além do treinador Diego Simeone. Quando imaginaram que iriam cumprir o protocolo, estavam encurralados diante dos 11 darseneros e obrigando a adotar contra-ataques. O inglês naturalizado peruano Georges Buckley sonegou um pênalti aos 4 minutos, Ronaldo Conceição decidiu ser amo e senhor da grande área dos cuervos.

Foram para o vestiário, os de azulgrana devem ter ouvido algum esporro, mas olharam com os óculos de sua limitada realidade e pensaram: tá 1-0 a favor, bem capaz que esses anões…quando Kily González completou  a frase, estava dando uma assistência para o adversário: foi-se a vantagem. Canguru Porta correu pela esquerda, passou por Bottinelli e enfiou Migliore. 1-0 River, no Gasómetro.

Esperavam todos naquele momento uma decisão ególatra de Carrasco, que poderia adotar a sua filosofia de futebol e seguir jogando o time para a frente. Só que o seu ego era menor que o destino que começava a ser traçado nos céus darseneros – saiu Varela, entrou Rizotto, mais defensivo e menos cansado. Antes, o River seguia levando perigo e perdeu um gol com Puppo, que logo saiu. Acabaram os noventa.

Aí, houve a batalha da incredulidade e da obrigação histórica contra a fé e o desejo. Para o bem do futebol, a fé e o desejo vestiram as luvas de Luciano dos Santos, que atacou dois e levou o River para o sonho.

O futebol também é bonito porque vemos uma Copa armada para o maior número possível de argentinos e brasileiros, com 45 vagas tupiniquins e 37 portenhas – mais River e Boca, cadeira cativa – com um uruguaio, um paraguaio e possivelmente um chileno nas semifinais. Se a Liga vencer – é o próximo adversário do River, aliás – podemos não ter ninguém da Copa Roca com a mão na taça.

Imagino o torcedor do River Plate, minoria absoluta no seu local, vestindo hoje a gloriosa camiseta darsenera e olhando com deboche para torcedores de Peñarol e Nacional. Qual será o preço disso?

Até a vitória,
Luís Felipe dos Santos

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Entry filed under: Sul-Americana.

O mundo é teu, Boçal O mundo das aparências

42 Comentários Add your own

  • 1. Sanchotene  |  05/11/2009 às 13:04

    E aqui, mataram os pequenos!

  • 2. Vinicius  |  05/11/2009 às 13:49

    Bom, minha tese sobre isso é… O River passará. Assim como passaram São Caetano, Bragantino, Once Caldas, Novorizontino, Ipatinga, Cabofriense, Brasiliense, 15 de Campo Bom… por serem passageiros, são times pequenos. O dia em que não forem mais passageiros, serão times grandes. E quando sobram 2 passageiros numa final de um torneio, é muito chato. É como um duelo FOOTLOOSE entre 2 suicidas.

  • 3. Yuri  |  05/11/2009 às 13:53

    cabofriense passou aonde e quando que eu num vi??? só no rockgol e olhe lá

  • 4. Ernesto  |  05/11/2009 às 15:11

    sério que tu queria o Porta esse no colorado ? MEsmo depois de ele ter chutado a pelota lá em Santiago, naquele penalti ?

    O “romarinho” Varela, ou o Puppo, ou o “japo” Rodriguez cairiam melhor, na minha opinião.

  • 5. Rudi  |  05/11/2009 às 15:20

    já disse, o inter precisa de um centroavante de verdade, MAXIM TSIGALKO

  • 6. Vinicius  |  05/11/2009 às 16:05

    A Cabofriense fez uma boa campanha numa dessas Taças Guanabaras da vida, recentemente. Todo ano surge um Madureira, um América que vai lá e tira um grande da semifinal. Esse ano, foi o Rezende. E aí, cadê o Rezende agora… a diferença entre um time pequeno e um grande é esta. E o futebol é uma sociedade de castas: os grandes sempre se mantém no topo (salvo 2 raras exceções – Bahia e Santa Cruz, que morreram) e os pequenos vivem de lampejos. Daqui a um ano, ninguém sabe onde anda o River do Uruguai.

  • 7. Rudi  |  05/11/2009 às 16:08

    Vinícius, existem pequenas exceções pra ascenção (s?) também, uma delas acho que é o Goiás, que dentro do Brasil se firmou entre os grandes, vamos ver se avaí e barueri conseguem o mesmo

  • 8. Rudi  |  05/11/2009 às 16:08

    juventude pareceu que se firmaria também, mas depois da queda pra segundona e dos 8×1 acho que voltou a ser pequeno

  • 9. Sanchotene  |  05/11/2009 às 16:13

    Vinícius,

    Essa é toda a graça da coisa. Ademais, alguém tem que ser pequeno. Se matam os menores, os grandes imediatamente começam a se apequenar.

  • 10. Sanchotene  |  05/11/2009 às 16:14

    O Bahia e Santa Cruz continuam grandes onde sempre foram: na Bahia e em Pernambuco!

  • 11. Vinicius  |  05/11/2009 às 16:31

    Não concordo com a sua tese, Sanchotene. Os grandes não dependem dos pequenos para não se apequenar. Os grandes se tornam gigantes nos clássicos (quando enfrentam outros grandes). Nos jogos contra os pequenos, quando ganham, não fazem mais que a obrigação.

  • 12. arbo  |  05/11/2009 às 16:39

    se eles se tornam GIGANTES nos clássicos, são GRANDES diante de quem, Vinicius?
    [volta e meia a lógica é chamada a falar por aqui]

  • 13. arbo  |  05/11/2009 às 16:40

    não me lembro de ter visto outro time de calção cinza assim.
    falando nisso, achei afudê esse uniforme q a juventus ta usando…

  • 14. rafael botafoguense  |  05/11/2009 às 16:46

    a cabofriense mandou bem na taça rio 2007 perdeu de 3a1 pro botafogo.

  • 15. Junior  |  05/11/2009 às 16:56

    ” Não condeno os motivos daqueles que pegaram o mantra de Celso Juarez e colaram na sua porta, antes de entrar em campo para jogar a Suda – “só a Libertadores importa” – mas para o espetáculo, é sempre bom que esses aí caiam de uma vez. Restarão na Copa que levará a “outra metade da Glória” somente os times que vêem nela a Glória inteira.”

    Esse trecho é excelente. Não entendo porque o Roth desprezou a Sula. Para um clube carente de títulos como o Atlético, conquistar a Sula salvaria o ano.

  • 16. Sanchotene  |  05/11/2009 às 17:02

    Re 11

    Algo só é grande ou pequeno em COMPARAÇÃO com outro. Ninguém é grande em si mesmo…

  • 17. Sanchotene  |  05/11/2009 às 17:04

    Re 15

    O Galo jogou a Sul-Americana disposto a eliminar o Goiás e quase conseguiu. Jogar com os reservas não é o mesmo que entregar…

  • 18. Vinicius  |  05/11/2009 às 17:10

    E, de fato, o Goiás é um caso de clube pequeno que “subiu na vida”, deixando pra trás o Vila Nova e o Atlético Goianiense, mais tradicionais. Mas isso foi às custas de muitos anos de permanência constante entre os grandes.

  • 19. Vinicius  |  05/11/2009 às 17:17

    É falacioso o silogismo pretenso que insiste em relacionar a grandeza dos gigantes com a existência de pequenos. O futebol é gigante por si só. Ou a torcida do Flamengo só é grande por que é comparada com a do Juventus da Moóca? Se não existisse o Juventus da Moóca, a torcida do Flamengo continuaria sendo grande – 30 milhões de pessoas (tudo bem, “números oficiais”), num universo de 190 milhões de brasileiros é algo considerável. Os 6 campeonatos brasileiros do SPFC só são valorizados por que o Barueri nunca ganhou unzinho? Ora, o SPFC ganhou 16% dos títulos nacionais disputados, num universo de 24 campeões (ou 25, se contar o Sport Recife). Você tem 24 pessoas dividindo um bolo e alguém tem 16% deste bolo – isso é significativo por si só.

  • 20. rafael botafoguense  |  05/11/2009 às 17:29

    os caras usam meião cinza,maneiro.

  • 21. Junior  |  05/11/2009 às 17:33

    Jogar com os reservas é uma forma elegante de “entregar” a vaga. É mais ou menos como aquela mentira que todo mundo já disse para uma mulher: “o problema não é contigo, eu quero ficar sozinho agora”, ushjfgsfd.

  • 22. Sanchotene  |  05/11/2009 às 17:37

    Vinícius,

    Eu sinceramente acho que não tenho como ser mais claro do que fui.

    Tchê, o futebol só pode ser considerado grande em relação a outro esporte. Ele é grande porque mais gente acompanha e pratica futebol que beisebol, rugby, basquete, badmington…

    Os milhões de torcedores do Flamengo só servem de parâmetro de grandeza em relação aos torcedores de outros times, caso contrário é um número VAZIO!

    Os títulos do São Paulo só servem de parâmetro de grandeza em relação aos outros clubes que os disputam ou disputaram: o São Paulo tem 6; o Palmeiras, 12; Corinthians, 10; Santos, 9; Flamengo, 8; Atlético Mineiro, 1; Jabaquara, 0; etc.

  • 23. www.futebolforca.com  |  05/11/2009 às 17:58

    Há algo de especial reservado para o River de Carrasco. Podem escrever!

  • 24. Godo  |  05/11/2009 às 19:07

    http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Futebol/0,,MUL1368277-9842,00-FOTO+ARGENTINA+TAMBEM+LANCA+NOVA+CAMISA+PARA+COPA+DO+MUNDO.html

    Cobiçarei muito.

  • 25. Yuri  |  05/11/2009 às 22:14

    É ISSO AÍ DÁ-LHE TIMÃO, DECACAMPEÃO NACIONAL.

    “NÓIS É DECA” (AMÉRICA MINEIRO, torcedor do)

    Jabaquara fodão, durante muito tempo teve IMUNIDADE contra o rebaixamento (olha a moral que eles tinham) no Paulistão.

    Vinicius, botar Cabofriense no mesmo saco que Novorizontino é CRIME.

    Final do Paulistão-1990: Bragantino x Novorizontino, o jogo do Século… acabou na prorrogação (Paulistão rules) sem penais lá no Marcelo Stéfani… isso sim é dignidade.

  • 26. Yuri  |  05/11/2009 às 22:42

    onde o Santa Cruz é grande:

    http://tinyurl.com/ybgb2et

  • 27. Yuri  |  05/11/2009 às 22:46

    Tática do Carrasco:

  • 28. Sanchotene  |  05/11/2009 às 22:49

    Yuri nitidamente utilizando-se de substâncias ilícitas antes de postar no Impedimento.

    Anti-doping JÁ!

    Os 10 títulos corintianos:
    – Liga: 7 (1950 / 1953 / 1954 / 1990 / 1998 / 1999 / 2005)
    – Taça: 3 (1995 / 2002 / 2009)

    http://campeoesbrasileiros.blogspot.com/

    O Jabaquara ganhou imunidade em 1954. Só foi ser rebaixado em 1963: http://www.chancedegol.com.br/rsssfbrasil/tables/spacdesc.htm

  • 29. Francisco Luz  |  06/11/2009 às 09:12

    Uma boa sexta-feira a todos:

  • 30. alisson  |  06/11/2009 às 09:21

    O impedimento já não é mais o mesmo.

    Ainda bem que cidadãos de bem como o Chico ainda andam por essas bandas!

  • 31. gilson  |  06/11/2009 às 10:30

    Só hoje fui ver que o Fluminense é o Brasil na Suda.

    Aguante final Flu x Liga.

  • 32. Sanchotene  |  06/11/2009 às 10:34

    YO DIGO

    O Fluminense cairá para a Série B dignamente (onde pagará uma dívida histórica), lutando até o fim e com um título internacional no currículo.

  • 33. Sanchotene  |  06/11/2009 às 10:55

    A propósito, quem passar de Fluminense-Cerro decide em casa. (art.5º, 6, do regulamento)

  • 34. gilson  |  06/11/2009 às 10:57

    Sancho, caindo dentro de campo não pagará dívida histórica, pagará pela má temporada de agora. Na minha cabeça cega de tricolor o time deveria ir pra segunda espontaneamente (um dia, depois de ser campeão, por ex.).
    Cair dentro de campo: soy contra, e torcerei demais contra o parmera.
    Aliás, domingo o Flusão será o Brasil no BANANÃO.

  • 35. Sanchotene  |  06/11/2009 às 11:07

    Nã… Caiu; ‘tá pago. A má temporada de agora é PUNIÇÃO DIVINA. D&us brica, mas com requintes de crueldade.

    Mostrou aos tricolores o paraíso, apenas para puxar-lhes o tapete na “hora H”. Exatamente para demonstrar que o Fluminense não pode ser campeão da América enquanto não cair para a Série B e voltar por seus próprios méritos.

    E tem que cair na bola, pois tem que ser sofrido. Ir para a Segundona espontaneamente simplesmente não doiria.

    Como compensação pela devida queda, D&us sabe ser justo, Ele dará ao Tricolor o título da Sul-Americana, sobre a Liga, no Maracanã.

  • 36. Logan  |  06/11/2009 às 11:17

    E onde está o bom senso? Alguem viu por aí? Parece que ele se exilou destas bandas impedimentenses.

  • 37. Pedro Junior  |  06/11/2009 às 11:40

    http://www.missosology.info/forum/viewtopic.php?f=201&t=9238

  • 38. gilson  |  06/11/2009 às 12:02

    O Sr. sempre com teses vencedoras Sancho. Mas como torcedor, prefiro o meu mundo paralelo lsdkfçkdsçlfaçsdkfals.

  • 39. Ernesto  |  06/11/2009 às 12:48

    Só o Inter não ganhou da Universidad do Chile.

    Que lástima esse ano colorado. Grande direção.

    Bah, quando o cara tem que se agarrar como ultima esperança no porralouquismo do mário sérgio, é porque com certeza a direção falhou.

  • 40. Juan Barbieri  |  07/11/2009 às 11:49

    “JR” é mais um exemplo de quão imbecil é a crença de que inteligência é sinônimo de cultura. Famoso por falar errado nas entrevistas, Juan Ramon Carrasco sabia com preciso milimetrica em que “cuero” da bola tinha que bater pra ela sair desesperadamente em busca de algum ângulo. Sabia com alguns anos de antecedência em que lugar cairia a bola aos 43min de cada partida, so pelo prazer de poder chutá-la de “primera”. Muitas vezes odiado pela torcida pela sua aparente displicência em campo, ninguém das elites imaginaria que ele fosse ser treinador algum dia, muito menos que obtivesse sucesso. Fico com um estranho sentimento de felicidade quando esse tipo de coisas acontecem, quando as elites pretensamente sabias mordem as suas próprias entranhas de tanta raiva de ver que o mundo concreto escapa à fria racionalidade das suas equações.
    Dale JR! seguí pateandole el culo a los “sabios” del futbol!

  • 41. FERN  |  07/11/2009 às 19:50

    sancho, campeõs brasileiros anteriores a 1959???
    no máximo de taças… assim como os da copa br (1989-hoje)
    e se na categoria LIGA REAL ou mesmo na sua tese o Bahia tem o DOBRO de conquistas do Atlético Mineiro, este é GRANDE BRASILEIRO e o referido clube de Bahia & Guiné??? é GRANDE LOCAL???

  • 42. FERN  |  07/11/2009 às 20:09

    alias EU acho que estes 2 são clubes MÉDIOS do continente ja que ganharam o maior torneio CONTINENTAL (de 2ª linha) que é o Camp. Brasileiro, ja que torneio local por aqui é Rio Grande=Camp. Gaúcho, Bandeirantes=Camp. Paulista, País Carioca=Camp. Carioca, Minas Gerais=Camp. Mineiro, Bahia=Camp. Baiano e Nordeste=Camp. Pernambucano o resto em português é colônia, mato e rio, só se joga vôlei nesses lugares e vôlei é esporte.

    alguns clubes que são grandes destes locais citados e de outros lugares de sudamerica tb são grandes no CONTINENTE AMERICANO e no MUNDO pelas GLÓRIAS en La Copa e Intercontinentais…

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