Um pouco de noir para uma tarde de sol

15/01/2009 at 06:00 56 comentários

Troteava eu com taurina malemolência pela Rua da Praia – ou Rua dos Andradas, dependendo da IDEOLOGIA – quando percebo, cerca de dois passos e uma cambalhota à frente, uma certa moçoila, ainda sem idade para casório, mas já fornida nas panturrilhas e adjacências, em uma ligação telefônica suspeita que falava sobre atritos entre torcidas organizadas e outras amenidades.

Percebendo o teor possivelmente jornalístico/criminoso da conversação não me restou outra alternativa que não seguir a criatura pela calçada imunda desta que é uma das mais tradicionais ALAMEDAS da Capital Mundial do Brique da Redenção. Passamos ali pela Igreja das Dores, únicos metros quadrados que me fazem enxergar a BELEZA em Porto Alegre, e logo pelas instalações militares sob cujos UMBRAIS os milicos posicionavam-se para averiguar o movimento das raparigas que desvaneciam e balançavam as melenas na DULCE tarde que avançava sobre o Porto dos Casais.

Estava o meu ouvido de tuberculoso atento às ondas sonoras que irritantemente misturavam-se aos roncos diabólicos das bestas-fuscas ensandecidas em cruzamentos que transpõem loucamente a mesma rua onde o AMANTE da Bruna Lombardi tomava seus homéricos tragos e enxergava coisas que depois chamava de poesia (“Vocês passarão, eu JÁ FUI“).

Mas TERGIVERSO.

Debaixo de um protuberante rabo de cavalo que prendia as CRINAS, pretas como as vergonhas de Iracema, trovejavam as palavras:

– Foi muito TRÉEESHI. Meu pai disse até que talvez me tire da FALANGE.

Levantei uma orelha e me questionei em que “falange” estaria metido aquele aparentemente inofensivo projeto de mulher quando reparei que usava uma camisa grená com um GALO fazendo sinal de POSITIVO, sublinhado pelos dizeres “Falange Grená”.

O envolvimento de mulheres em organizações bélicas não é nenhuma novidade, mas nos últimos anos sofreu incrível IMPULSO.  Se compararmos Atenas e Esparta, as mais representativas cidades-estado da Grécia Antiga, incrivelmente veremos que as mulheres eram mais CONSIDERADAS em Esparta, tradicionalmente GUERREIRA, do que em Atenas, onde os homens eram mais liberais e ficavam nus declamando poesia e pensando nas estrelas. E tal respeito ao gracioso gênero por parte dos espartanos devia-se justamente ao fato de que as gurias precisavam estar atentas para cuidar dos FERIDOS na muitas guerras que empreendiam contra o universo. Além, é claro, de que em Atenas aquela mania de filosofar compulsivamente levava a uma pederastia inimaginável embaixo das OLVEIRAS.

Em Porto Alegre, são muitas as gurias que se bandeiam para o setor que fica atrás das goleiras. Neste texto aqui, ficamos sabendo que a Torcida Jovem do Santos conta com aproximadamente 650 mulheres e que, entre uma batida no bumbo e uma chacoalhada na bandeira, até prosperam relacionamentos e há contribuições para o povoamento do continente brasileiro. Não sei o que pensar de nada disso. Não me cabe JULGAR. Estou apenas trazendo FATOS.

Mas continuemos com a doravante denominada Operação Andarilho. A beldade, que andava em direção ao Gasômetro, falava, obviamente, do Caxias e à Falange Grená emprestava sua voz esganiçada e todo o seu amor. Ela continuou, certamente utilizando CÓDIGOS ao perceber minha detetivesca abordagem – a esta altura eu me encontrava posicionado num ângulo de 45 graus da sua orelha direita, onde, empunhado por uma mão esguia, acampava-se um celular:

– Deu tumulto porque a Denise ficou com o O TATUÍRA.

Nenhuma investigação séria pode terminar quando surge um elemento desconhecido que atende pela singela alcunha de O TATUÍRA. Mas, apesar da latente gravidade, a conversa descambou para tópicos exclusivamente familiares, os quais também me foi impossível não escutar:

– Meu pai disse que eu não descanso quando vou para Caxias. Mas também, minha DINDA me obriga a trabalhar no escritório.

Neste momento, percebi que, além de envolvimento com torcidas organizadas e possível transtorno à ordem pública, também poderia estar diante de uma ocorrência de TRABALHO ESCRAVO. Tão jovial e espontânea representante da Serra Gaúcha perdendo sua juventude por culpa de uma DINDA que a obrigava a passar fax e organizar arquivos. Realmente, este é um mundo cruel.

Era, vocês percebem, uma personalidade cheia de dilemas e preocupações, representação fidedigna do impasse fundamental da mulher moderna. Uma possível saída da Falange, O TATUÍRA, trabalhar no escritório da DINDA. Certamente uma peça indispensável de um mistério aparentemente insolúvel que transita entre Porto Alegre e Caxias, tendo o futebol apenas como um de seus misteriosos componentes.

A ligação acabou, o celular foi enfiado na bolsa, réplica de uma dessas chiques. Saltei de banda para debaixo de uma marquise e, na falta da gola do sobretudo para ajeitar, acendi um cigarro. Como Humphrey Bogart ensinou, peguei uma rua perpendicular, deserta e despretensiosa.

Saudações,
Douglas Ceconello.

Entry filed under: Colunas.

Top 10 humilhações do Vitória Luis Artime e seus erros

56 Comentários Add your own

  • 1. marlon  |  15/01/2009 às 06:37

    ah, então TU que era o tarado que tava stalking a minha prima.

  • 2. Francisco Luz  |  15/01/2009 às 07:00

    Mas devia ser BEM GOSTOSA essa morena, heinhô…

  • 3. marlon  |  15/01/2009 às 07:05

    novo uniforme do Inter 2009:

    http://colunas.globoesporte.com/mateusreck/2009/01/14/novidade-segredo-desvendado/

  • 4. MarcosVP  |  15/01/2009 às 07:25

    Como diria Pero Vaz, as vergonhas de Iracema eram lisinhas e rechonchudas. Mas, tem que nascer arataca para saber disso, a gente releva e entende. A china devia ser bonita mesmo…:-)

    Ótimo texto….:-)

  • 5. EGS  |  15/01/2009 às 07:35

    Mais uma pérola da crônica tupiniquim.

    E essas guria tão tudo perdida.

    TORCIDA ORGANIZADA = CRIME

    TRABALHAR PRA DINDA = CARÁTER

  • 6. Sanchotene  |  15/01/2009 às 07:40

    Re 3:

    Parabéns pela eliminação das estrelas. Sou totalmente a favor.

    Entretanto, sempre fui partidário que o Inter tivesse as letras soltas, como o Rangers da Escócia. Não só não deixaram-nas soltas, como engrossaram o círculo, numa reforma semelhante a Guarani, Goiás e Atlético Paranaense.

  • 7. Francisco Luz  |  15/01/2009 às 07:51

    Ainda acho que esse símbolo mostrado não vai pras camisas de jogo. Se for, é lamentável.

    Vitório Pífio sempre querendo deixar uma marca no símbolo para marcar a gestão. Que gordo ordinário do caralho.

  • 8. Luís Felipe  |  15/01/2009 às 08:20

    Chico, tu praticamente convocou o Ernesto para a discussão agora.

    eu ouvi, há alguns anos, quando a Popular estava começando a não ser apenas um bando de 30 malucos, de um ex-Camisa 12:

    “Tem que tirar essas mulheres daqui. Elas vão ESTRAGAR a torcida, pq vai começar a dar briga, como na 12”

    eu nunca soube se essa frase tinha cunho machista ou homossexual, mas desde então, a proporção de mulheres por metro quadrado na Popular aumentou de forma absurda. E não são apenas adolescentes vestindo moletons largos. São gurias e mulheres – até passando dos 30 – que vão com roupas mínimas, com o claro objetivo de INCITAR o macharedo.

    daí a minha conclusão: a menina aparecer numa foto do orkut (que é a moda agora, né…) cheio de homens suados em volta deve provocar o mais agudo instinto de ciúme diante do pretendente que trabalha com ela no McDonalds.

    sexo = relações de poder subjetivas.

  • 9. Luís Felipe  |  15/01/2009 às 08:23

    sobre o nome do clube no escudo, eu ouvi de um cara ligado ao marketing o seguinte argumento: é para que nunca mais coloquem o escudo do Inter INVERTIDO.

  • 10. Gabriel R.  |  15/01/2009 às 08:30

    Lamentavel o escudo…

  • 11. Juliano  |  15/01/2009 às 08:37

    Cagar de laço essas chinas é o que há… E depois… Vocês sabem…hahaha

  • 12. Tatuíra  |  15/01/2009 às 08:42

    Qualé, véi?!

  • 13. Xavante  |  15/01/2009 às 08:54

    AMANTE da Bruna Lombardi tomava seus homéricos tragos e enxergava coisas que depois chamava de poesia (”Vocês passarão, eu JÁ FUI“).

    Morri TOSSINDO.

  • 14. Lila  |  15/01/2009 às 08:58

    #8

    Luis Felipe, tem MUITA, mas muita, mulher que vai a estádio deliberadamente pra paquerar. Vou a jogo com uma amiga e sempre ficamos mais ou menos perto de alguma das torcidas grandes, mas é pela bagunça do bumbo mesmo. Só que chega a ser constrangedor, enquanto estamos na atividade cervejistica, ali pelo Belini, umas meninas de salto alto, maquiagem, altamente arrumadas passando pra entrar no Maracanã. Não faz o menor sentido MESMO que a garota ache que tá indo pra buatchy. Tem muita mulher que vai pra torcer, mas as que vão pra pegar acabam com todo o nosso sacríficio.

    E não vou pagar de pessoa santa e de ilibada moral, já paquerei bastante em estádio, mas não acho que seja lugar de pegação.

  • 15. Renato K.  |  15/01/2009 às 09:19

    Cadê a foto da guria, Suellen ?

  • 16. Dario  |  15/01/2009 às 09:35

    Mas que falta do que fazer (e escrever) ….

  • 17. Prestes  |  15/01/2009 às 09:40

    “Mas devia ser BEM GOSTOSA essa morena, heinhô…”

  • 18. Prestes  |  15/01/2009 às 09:42

    “sexo = relações de poder subjetivas.”

    Cortem o FUKÔ do rapaz, ahusduashdhas

  • 19. Cassol  |  15/01/2009 às 09:44

    Maior cronista do cotidiano desde Falcão (o cantor brega).

  • 20. douglasceconello  |  15/01/2009 às 09:45

    Pior que não tinha nada de mais. Apenas uma INVESTIGAÇÃO a ser feita. uahuha

  • 21. EGS  |  15/01/2009 às 09:45

    PROMETO NÃO EJACULAR NA SUA BOCA (a música)

  • 22. Tim Maia da Coréia  |  15/01/2009 às 09:47

    E viva a mulherada no estádio!
    Principalmente as que estão atrás de macho.

    É o Beira-Rio me proporcionando tudo que eu preciso….
    MAS CADELHE A CERVEJA???

    Sobre o escudo: melhor que o escudo com a coroa é… mas pior realmente não teria como ser.

    Mas e o CD pra DESaprovar o Piffero fazer o que quiser com nosso amado escudo?
    Tá errado isso, hein gurizada… tá errado…

  • 23. Luís Felipe  |  15/01/2009 às 09:52

    ´#14

    Lila, eu não sei até que ponto é para paquerar ou é pelo prazer de receber olhares, cantadas e outros flertes.

    Já vi gurias que vão com roupa de vôlei de praia no estádio (e tipo, é em PORTO ALEGRE) e no apitar do juiz saem correndo, no melhor estilo “ah meu deus, esses tarados vão me pegar”.

    mas claro, já vi gurias que vão no estádio pela paquera mesmo, ou pela putaria.

  • 24. marcelo benvenutti  |  15/01/2009 às 09:52

    Catarinense 2009 | 14/01/2009 23h41min

    Cerveja é liberada nos estádios de Santa Catarina
    Apenas bebidas quentes estão proibidas nas praças esportivas

    Maurício Frighetto | mauricio.frighetto@diario.com.br

  • 25. Lila  |  15/01/2009 às 09:55

    #23

    Resumo: tudoputa.

  • 26. EGS  |  15/01/2009 às 09:59

    Ninguém tocou no CERNE DA QUESTÃ, ainda:

    Isso tá atrapalhando a FRUIÇÃO DO ESPETÁCULO.

    Se eu quisesse ver mina de CALÇA BRANCA E BUSTIÊ, ia no SANTA MÔNICA.

    (a de os)

  • 27. Deluca  |  15/01/2009 às 10:00

    #23

    E no Olímpico é a mesma coisa.

  • 28. Gabriel Marcondes  |  15/01/2009 às 10:04

    Douglas TARADO
    eu faria o mesmo

  • 29. Fernando Cesarotti  |  15/01/2009 às 10:07

    CUSPI meia xícara de café no monitor à menção do TATUÍRA. Sensacional a crônica.
    Aqui no Palestra sempre tinha umas minas interessantes, mas eu que sou homem sério e casado não boto reparo nisso (sim, minha mulher às vezes também lê o Impedimento).

  • 30. Cassol  |  15/01/2009 às 10:10

    Não concordo com o EGS na exigência (26), mas concordo com a CONSTATAÇÃ (só no brizollismo): tem jogos no Beira-Rio em que eu olho mais para as VIZINHAS de arquibancada do que para o jogo em si.

  • 31. Eduardo De Nardi  |  15/01/2009 às 10:16

    Baita crônica. CHUPA DAVID.

  • 32. Francisco Luz  |  15/01/2009 às 10:31

    Cassol manjou.

    Não que isso seja ruim, mas no jogo de estreia do TETA, contra o Botafogo, tinha duas gurias do meu lado que MUE DUES. Só fui saber que o Edinho que tinha feito o gol quando cheguei em casa.

  • 33. Xavante  |  15/01/2009 às 11:37

    Santa Mônica.

    Recomendo fortemente.

  • 34. Carlos  |  15/01/2009 às 12:32

    Não falem do Sta. Mônica, pelo amor de deus…eu que fui durante 5-6 anos feliz subindo aquelas escadarias….aquele antro da pura xinelagem, falcatrua, safadeza….contato com o povo, com as classes trabalhadoras mais populares de Porto Alegre e Grande Porto Alegre…..cobradoras de bus, PMs femininas, Balconistas, manicures…toda essa gama de mulheres maravilhosas…
    Bons tempos…

  • 35. Paul  |  15/01/2009 às 12:33

    Baita texto Douglas.

  • 36. Atilio  |  15/01/2009 às 13:25

    Tri massa o texto. Entre risadas, me fez lembrar que conheci um Tatuira, nos meus tempos boemios, lah em Bento. Era gente boa.

  • 37. marlon  |  15/01/2009 às 13:43

    “#23

    Resumo: tudoputa.”

    Lila = Dante carioca e de minissaia. hfsdjkhfjashjd;

  • 38. mardruck  |  15/01/2009 às 14:18

    A sexta feira começou hoje. Não é possível mais trabalhar depois disso.

    Aqui em SP, nos jogos do Grêmio, costuma ir uma ninfeta muy aprazível. O problema é que costuma ir com o pai.

  • 39. Monllor  |  15/01/2009 às 14:30

    A piada do “sócioooo” já não cola mais

  • 40. col  |  15/01/2009 às 14:35

    Bacana a cronica.

    Sobre mulher no BR: serah que elas entendem que o Edinho nao eh jogador de futebol?

  • 41. col  |  15/01/2009 às 14:38

    Aqui em jogo da Nba tem as “tir-liders”, algumas muito interessantes, outras sao velhas que devem estar lah por troca de favores.

    Tem velho tarado que leva binocluo para o estadio soh pra ficar de olho nas pernas das mocas.

  • 42. Fred  |  15/01/2009 às 14:38

    #3

    Plágio descarado daqui –> http://www.escudosonline.com/america_sul/Brasil/ceara/gentilandia.jpg

  • 43. Caue  |  15/01/2009 às 14:57

    Já percebi que o Olímpico, especialmente nas imediações da Geral, meio que virou um Planeta Atlântida tal a quantidade de galetos transbordando adolescência pra fora do shortinho.

    Mas confesso que pra mim isso não fede e nem cheira. Acho que o estádio é o único lugar em que não me abalo com presenças femininas, nem mesmo as de vulto. Sigo hipnotizado por 22 marmanjos lutando pra colocar a esfera no retângulo.

  • 44. Junior  |  15/01/2009 às 15:07

    Na final da SULA, perto de onde eu estava, havia uma morena espetacular, nunca foi tão complicado prestar atenção no jogo.
    O 1º parágrafo do Douglas é espetacular.
    Além da Igreja das Dores, Porto Alegre também tinha uma outra igreja belíssima (pelo relato dos antigos), a Igreja do Rosário, no mesmo lugar da atual, na Vig. José Inácio. No entanto, como era uma igreja em que os escravos costumavam rezar, a Igreja original foi destruída e construíram a atual Igreja. A desculpa dada é que a Igreja original era muito pequena. O engraçado é que em Minas e na Bahia as Igrejas históricas foram preservadas, mesmo sendo pequenas. Mais informações e uma vista parcial da antiga igreja nesse link da wikipedia:
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Nossa_Senhora_do_Ros%C3%A1rio_(Porto_Alegre)

  • 45. Francisco Luz  |  15/01/2009 às 15:46

    Cauê, geralmente funciona assim também. Mas é que tu NÃO TEM NOÇÃO do que eram aquelas duas, puta la merda. E foi um dia tão triste – Fernandão indo embora e Tite estreando – que ver a beleza que havia em volta era o que restava.

    No jogo entre Inter e Pumas, pela Liber de 2006, dei carona para uma amiga da minha prima até o Beira-Rio, na ida e na volta. Quando estávamos indo, nem tinha visto a cara da mina, de tão nervoso que estava. Só fui ver o espetáculo que era quando entrei no carro de novo para ir embora. Isso é até meio demência, acho.

  • 46. col  |  15/01/2009 às 15:53

    E um amigo meu, casado, que foi pego pelas cameras da Sportv/Globo/Fox em Espanhol sentado ao lado de uma loira na final da Sula…..haja explicacao para a patroa….e vai ser azarado assim na pqp.

  • 47. Prestes  |  15/01/2009 às 15:57

    Se fosse morena podia então?

    uhuhsuhdshu

  • 48. col  |  15/01/2009 às 16:01

    Pior que a loira era feia (para o meu gosto), mas mais nova que o camarada. Diz ele, sem bem lembro, que demorou mais de semana para contornar a situacao.

  • 49. Arbo  |  15/01/2009 às 16:01

    bah, entendi o douglas.
    já desviei mto caminho por causa de beldades. e tbm já usei a desculpa do faro jornalístico.
    mas nunca descreveria tão bem. parabéns.
    só não entendi o cauê no 43.
    nunca entenderei aliás.

  • 50. col  |  15/01/2009 às 16:02

    O fato estah relatado, com foto, em alguns blogs colorados.

  • 51. Luís Felipe  |  15/01/2009 às 20:23

    sei de um CASAMENTO que quase acabou por motivo semelhante.

    o rapaz foi VIAJAR a trabalho e apareceu no dia seguinte na CAPA DO SEGUNDO CADERNO da ZH, com a legenda “A FOLIA NO RIO GRANDE”, ou coisa do tipo. Era uma reportagem sobre o carnaval nos clubes.

    lá estava o moço, com colar de HAVAIANA e um trago na mão. Nem tinha celular na época. O pior de tudo é que o rapaz ainda disse que estava no local a trabalho.

    não sei se a menina acreditou, mas o casamento foi recuperado.

  • 52. Thomasi  |  16/01/2009 às 17:05

    Bah… essas minhas conterrânias ein? Vou te contar. Hora que outra eu fico sabendo os babados da Falange, mas essa do Tatuira eu não sabia. Aliás, vou tentar descobrir quem é o dito cujo.

  • 53. Lucas Cavalheiro  |  20/01/2009 às 02:18

    Pega um Inter x Santa Cruz da vida. 4 x 0 em 30 min de jogo. O que fazer? Apreciar a paisagem haha

  • 54. cesar  |  22/01/2009 às 07:04

    Eu gostei do novo escudo.

  • 55. daniel dalsotto  |  20/05/2009 às 16:59

    sou rp da falange grena e apartir do gauchao deste ano somente meninas maiores de 18 anos podem fazer parte da nossa agremiaçao pois meninanova em torcida= briga e falcatruagem e isso é em todas as torcidas bando de menina nova querendo c afirmar e c sentirem asseciatas por todos

    putinhas

  • 56. Ricardo Oliboni  |  22/04/2010 às 00:12

    O RP da Falange Grená agora sou eu, e meninas são bem vindas!
    Zona Leste – Família Afeganistão!

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