Top 10 humilhações da Seleção Brasileira

09/01/2009 at 12:03 84 comentários

Resolvi montar um Top 10 que englobasse todas as décadas do futebol brasileiro pós-guerra. Espero não ter me alongado por demás. Deixei de fora jogos com seleções olímpicas ou contra times e combinados, justo que a eliminação nas Olímpiadas em 1996 para a Nigéria e a derrota para o Combinado da Úmbria em 1990 ficaram de fora.

10 – Brasil 0x0 Paraguai (20/10/1983) – Copa América

fora

Em 1983 a Copa América era disputada em grupos por jogos de ida e volta. A primeira fase foi divida em 3 grupos de 3 países com o Paraguai, campeão anterior, aguardando o adversários nas semifinais.

Depois de uma primeira fase complicada, o Brasil se classificou pelo saldo de gols, fez mais gols no Equador que a Argentina, e pegou o Paraguai na fase seguinte. No primeiro jogo em Asunción, 1×1. Éder fez o gol brasileiro. No segundo, numa daquelas patacadas da CBF, o jogo era em Uberlândia. Foi que o insosso Brasil do Parreira foi incompetente o suficiente ao empatar o jogo em 0x0.

Vocês devem estar se perguntando, afinal, onde está a humilhação nisso tudo. Era um empate com Paraguai, nenhum fim de mundo. naquela época era um fim de mundo. Eu lembro bem, era guri, o Brasil não jogava nada, apesar da equipe não ser ruim, mas o Parreira naquela época era bem mais retranqueiro, e a gloriosa Conmebol não tinha estabelecido critérios de desempate.Acreditem! O adversário do Uruguai de Francéscoli e Rodolfo Rodriguez na final teve que ser decidido na moedinha.

Lembro da repercussão que teve na imprensa. A humilhação de uma seleção brasileira necessitar da moedinha para se classificar para uma final. A velha lenga platina de chamar o Brasil de queridinho da Fifa do Jean-Marie, quer dizer, do Havelange. Eu mesmo achei uma baita vergonha. Com o que fiquei não muito triste com a derrota para o Uruguai nas finais. Nós merecíamos. E o Parreira mereceu de lambuja uma demissão.

O Brasil formava com uma seleção flamenguista-paulista com dois gremistas enxertados: Leão; Paulo Roberto, Márcio Rossini, Mozer, Júnior; Andrade, Jorginho, Tita (depois Renato do SP), Portaluppi, Careca, Éder;

9 – Brasil 0x2 Venezuela (06/06/2008) – Amistoso

Esse é pra colocar uma humilhação da Era Dunga na seleção. Amistoso caça-níquel nos Estados Unidos que serviu apenas para o Robinho mostrar o quanto continua sendo um mascarado de quinta e o Hugo Paspalhão Chaves ter motivos pra rir da cara do Lula quando este quiser falar do Gordo no Corinthians. Primeira derrota da história para a futurosa seleção venezuelana do enterno “craque” Maldonado.A Venezuela, nosso saco de pancadas mais humilde, agora mostrava as garrinhas de gatinho de madame.

Eu, bebendo com os amigos depois de um churrasco, acompanhava esse desastre, filme de horror de última categoria. A friaca entrando pela janela. Pelo menos o Dunga tinha abandonado as camisas esquisitas. Ou eu é que ando bebendo menos.

Sem mais.

Humilhante.

Brasil: Doni, Daniel Alves (Maicon I), Luisão, Henrique, Gilberto; Gilberto Silva (Josué), Elano (Mineiro), Ânderson (Rafael Sóbis), Robinho; Adriano (Luís Fabiano), Alexandre Pato (Diego)

8 – Brasil 0x2 Honduras (23/07/2001) – Copa América

O Brasil prestes a não se classificar para a Copa do Mundo pela primeira vez na história. Necessitando urgentemente de bons resultados. Felipão e seu bigodão assumem a bronca. Mas antes uma Copa América, mais uma vez ela, a ser enfrentada. O Brasil sem os principais jogadores jogou uma desastrosa primeira fase classificando na última rodada

Entrou em campo nas quartas-de-final contra a poderosa seleção de Honduras, convidada de última hora da Conmebol para o lugar da Argentina, visto que as estrelas platinas tinham medo de serem sequestradas na Colômbia, país-sede. Felipão mandou ver de Marcos; Luisão, Juan, Cris, Belletti; Eduardo Costa, Emerson, Alex, Junior; Guilherme, Denílson.

Não jogamos nada no primeiro e, depois do intervalo, Felipão, que punido no jogo anterior mandava através do seu delegado Antônio Lopes em campo, tirou Luisão e Alex e colocou os dois Juninhos, o Paulista e o Pernambuco. Resultou numa sobra de cabeçada que bateu nas pernas de Belletti e entrou.Desesperado, decidiu escalar Jardel, aquele mesmo que tu tá pensando, para virar o jogo. Honduras deu o golpe fatal aos 49 do segundo, na undécima hora como dizima as avós.

Uma humilhação das boas para criar vergonha, vencer o Paraguai no Olímpico e começar a caminhada rumo ao Penta..

7 – Brasil 0x1 Argentina (24/06/1990) – Copa do Mundo

Essa é das boas. Aquela seleção do Sebastião “e aí, Pepsinho?” Lazaroni foi uma das coisas mais canhestras que aparecearm no Brasil pós-Figueiredo & Cia. Não que os jogadores fossem péssimos. Não chegavam a tanto. Mas embalados pela conquista após 40 anos da Copa América, a vilã da história da Canarinho, Lazaroni convocou os mesmos jogadores, inclusive o vilipendiado pela imprensa centrista, Dunga.

Na Copa do Mundo nos arrastamos com insossos resultados mínimos em um grupo que se destacava a seleção da Costa Rica. Nas quartas-de-final coube-nos enfrentar a Argentina, que mal classificada, após o fiasco da estréia contra Camarões, vinha cambalenado rumo a mais uma campanha patética de campeão mundial.

Eu estava em casa assistindo, querendo matar o Muller que perdia um gol atrás do outro, inclusive um debaixo das traves. Incrivelmente o Brasil jogou sua melhor partida naquela Copa. Me lembro de assistir a Copa na Manchete só para ouvir os comentários do João Saldanha. Não deixaram o velho comentar a partida. Estava com a saúde debilitada e não mereceria assistir tamanho fiasco.

E quando tudo se encaminhava para a prorrogação e, talvez, pênaltis, onde, possivelmente, Goycoechea pegaria tudo e nos mandaria para casa de todo jeito, quando Maradona, esquecido, quase um fantasma em campo, faltando 10 minutos para acabar o jogo, pegou uma bola na intermediária e foi avançando enquanto seu amigo Alemão do Napoli o acompanhava à distância sem fazer falta ou tentar nada. Mais 3 ou 4 cabecinhas decidiram sair em defesa da bola e esqueceram Claudio Paul Caniggia (abaixo demonstrando seu amor por Diós) patrolar um infeliz Taffarel que não podia fazer mais nada.

leppe21

Lazaroni ainda tentou reverter colocando o Portaluppi para jogar seus longínquos cinco minutos de Copa do Mundo, fazendo o Rio Grande entrar em polvorosa, mas o doce de leite já tinha desandando e o negócio era encarar a rapadura.

6 – Brasil 2×4 Hungria (27-06-1954) – Copa do Mundo

O Brasil tinha desmontado a boa, porém derrotada, seleção de 1950 e partiu para a Copa da Suiça se achando a última bolachinha do pacote. Tanto que a comissão técnica brasileira não deu a mínima para a fama  da então campeã olímpica, máquina húngara. Contra o Brasil, Puskas, o deus deles, não jogaria por estar lesionado de tanta porrada que levou dos alemães no 8×3 que meteram nos tedescos.Mais fácil ainda, pensaram os brasileiros. E assim entrar em campo.Confiantes.

A confiança durou 10 minutos. O tempo suficiente para os húngaros arrodearem o Brasil e meterem 2 só pra gente ficar na nossa. Metidos, fomos lá e convertemos um de penalti. No segundo tempo eles fizeram um, de um penalti pra lá de estranho. Logo depois, Julinho faz um baita golaço da entrada da área. O Brasil poderia chegar lá.

Poderia.

Mas eis que Nilton Santos resolve trocar pontapés com Boszik. Aos 42, a Hungria amplia. Humberto Tozzi agride Kocsis sem bola. Depois do apito final, os jogadores brasileiros, alegando terem sido roubados, caem na porrada para cima dos húngaros. Puskas leva uma garrafada. Chuteiras voam. O quebra-pau infame e vergonhoso só contribuiu ainda mais para que este jogo fosse uma das mais vergonhosas páginas da história canarinha.

No vídeo acima o vareio da Hungria pra cima de nós.

5 – Brasil 1×3 Portugal (19/07/1966) – Copa  do Mundo

Enquanto os Beatles explodiam de Liverpool para o mundo, o Brasil bicampeão afundava do Mundo para dentro de seus próprios defeitos históricos em Liverpool. A seleção inchada e mal treinada. Garrincha já cansando de correr. Manga azeitando a fama com que fez que fosse jogar no Peñarol depois de ser massacrado pela imprensa. O Brasil pagava o preço da dependência de craques e falta de organização tática.

Pelé destroçado a pancadas no jogo da Hungria entra em campo quase se arrastando. Portugal, assim como seria a Holanda em 1974 (alguns itens abaixo) não era NADA no futebol mundial. Mas tinham Eusébio. E mais um povo que decidiu que a melhor estratégia era cagar os brasileiros a laço e destrinchar o Brasil tal qual porco em Bento Gonçalves um dia antes de fazer salame.

No vídeo abaixo com narração monocórdia castelhana vocês podem acompanhar as tabelas portuguesas fazendo a defesa brasileira dançar um dos fados mais tristes da história canarinha. Era a primeira vez que uma seleção campeão era eliminada na primeira fase da Copa seguinte, fato somente igualado por Zidane & Cia. em 2002.

Vergonha sem fim.

4 – Brasil 0x3 França (12/07/1998)

Depois do sofrimento e da injusta classificação nas penalidades em cima da Holanda nas semifinais, graças a Taffarel, mais uma vez, o Brasil chegou na final botando banca de Penta. Zagallo tinha assumido depois de 1994 prometendo ganhar jogando bonito. O Brasil nem ganhava tanto assim e nem jogava tão bonito. Mas depois da Copa América na Bolívia fomos obrigados a engolir o velho Lobo suas combinações estapafúrdias de 13 letras. Ninguém avisou ele que “França humilha” tem 13 letras.

E a França nos humilhou. Nem precisava o Ronaldo ter um piripaque muito mal explicado na concentração. Nem tinha porque explicar. Vai ver era fome. O instinto de gordo falando mais alto. Certo que o Fenômeno jogando mesmo parado veste a camisa 9 de qualquer Fluminense Brasil a fora. Mas naquele dia,nem ele.

Zinedine Zidane driblou, cruzou, chutou, passou, marcou, cabeceou e aniquilou o Brasil de Zagallo. Com direito a tomar gol de Petit no final. Nem o animal Edmundo que entrou no segundo tempo dando patadas ou o nosso amigo da onça abaixo conseguiriam parar este craque em humilhar brasileiros.

zidane

A imagem acima fala por conta própria.


3 – Brasil 0x4 Dinamarca (19/06/1990) – Torneio da Dinamarca

Mais uma vez sou obrigado a colocar nosso amigo Lazaroni aqui nesta lista. Afinal, o Laza foi exímio em fiascos. Em 1989 fomos convidados a participar do Torneio da Dinamarca. No primeiro jogo perdemos para a Suécia por 2×1. Até aí nada de tão horrível, afinal, nossa seleção era formada por craques tais como Cristóvão do Grêmio e Bismarck do Vasco. Sim, para quem não viu ou não viveu, esta era a seleção titular principal do Brasil: Acácio; Paulo Roberto, André Cruz, Ricardo Gomes, Branco; Geovani, Bernardo, Bismarck, Cristóvão; Gérson, Valdo.

Pois foi este timaço que encarou a turma dos irmãos Laudrup e levou um balie e estrondosos 4×0. A CBF continuou investindo forte no nome do Sebastião e contribuindo com muita destreza para o fiasco de 1990.

Curtam no vídeo abaixo a Dinamarca com seus uniformes espalhafatosos nos fazendo de bobo na roda de Michael Laudrup.

2 – Brasil 0x4 Chile (03/07/1987) – Copa América

A primeira Copa América moderna, jogada em um único país, teve no Grupo 2 as seleções de Brasil, Venezuela e Chile. O Brasil goleou os venezuelanos por 5×0 enquanto os chilenos ficaram num 3×1. Bastava, portanto, um empate para o Brasil classificar-se para as semifinais.

No jogo decisivo o Brasil de Carlos Alberto Silva não jogou porra nenhuma, sendo limado pelos chilenos, com dois gols cada de Basay e Letelier. O nosso timão era formado por: Carlos; Josimar, Júlio César, Ricardo Rocha, Nelsinho; Douglas, Raí, Edu Marangon; Muller, Careca, Valdo.

Naquele Brasil vilipendiado por fracassos um sobre o outro, a goleada chilena veio construir a touca andina que redundou na fiasqueira do Maracanã em 1989, na Playboy da fogueteira, na eliminação do futebol de Rojas, a suspensão do Astengo e a bolivianização do futebol chileno.

Curiosidades: Raí ainda jogava no Botafogo de Ribeirão Preto. Romário era reserva de Edu Marangon e Zamorano era reserva do Basay.

1 – Brasil 0x2 Holanda (03-07-1974)


Este é O JOGO da humilhação. Não por menos coloquei a frente de todos os outros. Zagallo, o único tetracampeão do mundo, naquela época era um jovem treinador, campeão do mundo, muito mais incisivo e arrogante nas entrevistas que o que muitos de vocês conheceram. O Brasil vivia sob a censura e a ditadura campeava pela América Latina. Passamos da primeira fase com as calças na mão após um gol heróico de Valdomiro contra a tradicional equipe do Zaire e caímos no grupo das quartas de Argentina, Holanda e Alemanha Oriental.Passamos pelo comunistas e pelos correntinos. Nos restava a Holanda no caminho do tetra.

Perguntado sobre o que achava da Holanda, que não era NINGUÉM no cenário do futebol, tinha jogado uma partida de Copa em 1938, Zagallo afirmou não conhecer a equipe adversária. No que foi prontamente apresentado após o início do jogo.

A partida foi umas mais violentas jamais propiciadas por uma equipe brasileira.Desnorteada pela revolução da Laranja Mecânica, onde ninguém tinha posição fixa e os jogadores literalmente rodeavam o campo, alternando posições em trocas de  passes velozes para a época, a seleção amarela que jogava de azul passou a descer a lenha nos laranjinhas sem dó, nem piedade. Luis Pereira ao final atropelou um holandês e saiu de campo mandado o estádio inteiro sifu, como diria o Lula.

Depois desse dia o futebol não seria mais o mesmo. Foi preciso que o Brasil fosse humilhado, jogando na defesa, batendo que nem uruguaio, pior que o São Gabriel contra o Palmeiras na Copa do Brasil, para que o mundo enxergasse que o futebol “que bonito é” estava morto. Chegava o momento das máquinas. A Holanda era uma máquina. E fez do Brasil um suquinho de laranja bem docinho com direito a uma dose de vodca pra tontear.

Colaboração do escritor Marcelo Benvenutti, que escreve também para o FinalSports e quer convencer o seu filho Lorenzo que torcer para a amarelinha vale a pena.

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Reparação História e glória do time do coração

84 Comentários Add your own

  • 1. mardruck  |  09/01/2009 às 12:20

    Maracanazzo não entra?

  • 2. Francisco Luz  |  09/01/2009 às 12:40

    O Manga foi pro Nacional, não pro Peñarol.

    E boa lista.

  • 3. marcelo benvenutti  |  09/01/2009 às 12:44

    maracanazzo não foi humilhação.
    foi tragédia.

  • 4. Almir  |  09/01/2009 às 13:06

    Esse França x Brasil de 98 era pra ser SEIS A ZERO não fosse a ruindade de Guivarch e Dugarry.
    O França 1 x Brasil 0 de 2006 poderia ter entrado na lista. Foi humilhação demais. Zidane fez o que quis em campo.
    Outro França x Brasil que poderia estar presente é o da Copa das Confederações 2001. Leão teve coragem de escalar Carlos Miguel, Ramon e um volante do Sport cujo nome agora não lembro.

    Mas a lista está boa. O comentário de Holanda 2 x Brasil 0 está impecável.

  • 5. Fred  |  09/01/2009 às 13:06

    Poderia contar também a derrota pra Bolívia em 93, com direito a frango do Taffarel; derrota pro México na Copa Ouro de 96, depois de três anos de invencibilidade; derrota de 4 a 2 pra Noruega em 97, num amistoso; e a não-classificação pras Olimpíadas de 2004.

  • 6. marcelo benvenutti  |  09/01/2009 às 13:10

    Livrei o Luxa dessa derrota pra Noruega.
    Mas foi cortada na última hora da lista.

    Eu curto os fiascos do Lazaroni.

  • 7. Almir  |  09/01/2009 às 13:10

    Fico imaginando aqui outros Top 10 Humilhações.
    As listas de Botafogo, Atlético-MG e Flamengo devem se chamar Top 1000 Humilhações.

  • 8. Luís Felipe  |  09/01/2009 às 13:19

    eu acrescentaria a derrota para a Bolívia (se não me engano a primeira derrota da seleção brasileira nas eliminatórias) e respeitando o critério do autor, acrescentaria sim os fiascos olímpicos. A derrota para Camarões e a vitória de 5×0 sobre Portugal – sim, a vitória, pois o Brasil disputou a preliminar e SE RECUSOU A ENTRAR NO PÓDIO para receber a medalha de bronze.

  • 9. mardruck  |  09/01/2009 às 13:19

    4. Almir

    Volante do Sport não era o LEOMAR?

  • 10. Saracura  |  09/01/2009 às 13:20

    Um dos piores jogos do Brasil que eu acompanhei foi Bolívia 2 x 0 Brasil (93)…

  • 11. Almir  |  09/01/2009 às 13:25

    Esse mesmo, mardruck! LEOMAR!!!

    Se contassem jogos da seleção olímpica, o 3×0 pra Argentina ano passado entraria na lista com certeza. Foi um baile.

  • 12. Flávio Chubes  |  09/01/2009 às 13:58

    a situação do Galo anda tão complicada que tem até empates humilhantes, como um 4 a 4 contra o Santos, depois de estar vencendo por 4 a 1, e um empate de 5 a 5 com o Botafogo, depois de estar ganhando por 5 a 2. é como diz o samba: é preciso muito amor…

  • 13. Rodrigo Cardia  |  09/01/2009 às 14:02

    Eu adicionaria as derrotas para a Bolívia (1993 e 2001), para a França (2006) e para a Austrália (2001). E aquele jogo com Honduras seria o número 1 das humilhações.
    E como disse o Almir, se contassem as seleções olímpicas os 3 a 0 para a Argentina em 2008 poderiam entrar, assim como aquela derrota pro Japão em 1996 e pra Camarões (com dois jogadores a menos) em 2000.

  • 14. Lourenço  |  09/01/2009 às 14:14

    O jogo com a Argentina em 90 foi nas oitavas. Bela lista e legal a idéia do top ten humilhações.

  • 15. Lourenço  |  09/01/2009 às 14:19

    Não sei se todos pensam em “humilhação” com o mesmo significado. Para mim, tem mais a ver com fiasco. Alguns jogos aí eu achei que talvez não tenha sido humilhação porque, mesmo não tendo acompanhado, tenho a idéia de que a outra seleção era, no momento, igual ou superior. Por exemplo, Portugal em 66 ou Holanda em 74. Eu incluiria aí, então, 3 jogos: Bolívia 2 x 0 (1993); Maracanazzo; e um dos piores jogos que eu assisti a seleção fazer foi aquele 2 a 0 que levamos na Argentina, não lembro em que ano foi. Eu lembro que era um torneiozinho em dois jogos e o segundo foi 4 a 2 para o Brasil aqui em Porto Alegre.

  • 16. Ismael  |  09/01/2009 às 14:28

    off-topic:

    Cadê a seleção dos melhores da américa???

  • 17. marcelo benvenutti  |  09/01/2009 às 14:32

    Aí é que tá.
    Eu fui pelo critério de humilhação na época.
    E perder pra Portugal e Holanda foi humilhação sim.
    Ao contrário, o Uruguai em 50 era, ainda, a Celeste Olímpica.

    Francisco:
    Do manga escrevi de memória, mas se tu diz que foi pro Nacional, acredito. Não pesquisei essa informação.

    Lourenço:
    A Argentina foi nas Oitavas. Errei na digitação mesmo. Mas nas oitavas só aumenta a fiasqueira.

    Agora, seleção olímpica eu não incluo. Seleção é a principal. A olímpica é como se fosse o Inter B pra mim. Seleção joga Copa. Olímpiada tinha que ser limada do futebol. Minha opinião, óbvio.

  • 18. Luís Felipe  |  09/01/2009 às 14:33

    Ismael:

    Está pronta, mas estamos tentando localizar os premiados para dar-lhes a perna de linguiça devida.

    Ao mesmo tempo, há uma discussão ferrenha no bunker para saber em que posição escalar o Guerrón.

  • 19. Prestes  |  09/01/2009 às 14:36

    Eu botei o Guerron na lateral direita pra caberam mais atacantes. Não me venham com a naba do Angeleri.

  • 20. Lourenço  |  09/01/2009 às 14:45

    Guerron na lateral direita?
    Prestes = Abel

  • 21. neni  |  09/01/2009 às 14:52

    a maior humilhação que vi da seleção foi ser eliminada pelos estados unidos, na copa oro de 1998, quando perdeu para os yankes por 1×0. na lista constam derrotas para seleções de menor expressão, como honduras, mas essa eu até comemorei. agora, perder para os EUA no futebol foi realmente dolorido. além disso, foi o jogo que mais vi o Romário perder gols.

    youtubezinho aqui

  • 22. Luís Felipe  |  09/01/2009 às 14:56

    OFF:

    Santos fez uma baita contratação: Bolaños, ex-LDU.

  • 23. Prestes  |  09/01/2009 às 14:57

    Capaz, o Guerron era ala na LIber. Os dois mais adiantados eram Bolaños e Bieler.

  • 24. fino  |  09/01/2009 às 14:58

    logo, recopa’09 = tetinha

    huaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa

  • 25. Fernando Cesarotti  |  09/01/2009 às 15:25

    Brilhante a lista. Eu também acho que caberia o 1 a 0 para a França em 2006, mas os franceses não merecem tanto boi assim pra entrar duas vezes. É que moralmente eu acho a de 2006 mais fiasquenta, porque levamos um nabo do FARRAPO do Zidane, que se aposentaria 200 minutos e uma cabeçada depois. Em 98 ele estava no auge.

    Essa dos EUA em 98 que o Neni citou também foi péssima. E o Luxa teria cabido com a seleção principal levando 3 a 0 do que restou do Chile nas Eliminatórias, em 2000, pouco antes de sua débacle definitiva.

  • 26. Prestes  |  09/01/2009 às 15:30

    Bah, a França merece muito Fernando. Das nossas quatro últimas eliminações em copas, três foram para a França.

  • 27. gilson  |  09/01/2009 às 15:37

    Concordo com a argumentação do Brasil e Holanda, exceto que o futebol dos holandeses também era “que bonito é” como se comprovou na final do campeonato. Discordo da colocação desse e do jogo contra a Hungria na lista. Em verdade, eram dois baita times e não é uma humilhação perder pra Cruyff e Puskas.
    No baita, baita lista, e concordo que vale a pena torcer pra Seleção.

  • 28. Saracura  |  09/01/2009 às 15:38

    Particularmente, eu colocaria o Sarriá pelo menos no Top 3. Tomar 3 buchas de um jogador, que estava inativo há 2 anos e, cujo último time foi o Perugia é dose…

  • 29. gilson  |  09/01/2009 às 15:41

    Desculpe e profusão de baitas, agora que vi, rsrsrsrs, onde que estava com a cabeça?

  • 30. Milton Ribeiro  |  09/01/2009 às 15:44

    O POBREMA desta lista é que a gente vai direto ao número 1 só para ver Brasil 1 x 2 Uruguai de 1950, não encontra e volta, lentamente e já meio indignado, até o 10, sem achar o jogo.

    Aí então… Bom, deixa eu preparar meu post de amanhã.

  • 31. Arbo  |  09/01/2009 às 15:52

    achei boa a lista, mas, pessoalmente, faltou a derrota pra França, 2006, ilustrada com R. Carlos arrumando as meias.

  • 32. col  |  09/01/2009 às 16:01

    Essa humilhacao # 4 fez lembrar o seguinte: Roberto Carlos, maior enganacao e maior mascara do futebol brasileiro. E aquele gol da Franca em que ele estava amarrando as chuteiras?

    Que tal um top 10 dos maiores goleiros brasileiros?

  • 33. Francisco Luz  |  09/01/2009 às 16:07

    Col:

    Gilmar
    Taffarel
    Manga
    Leão
    Marcos
    Dida
    Rogéria
    Raul
    Barbosa
    CLEMER

  • 34. Prestes  |  09/01/2009 às 16:12

    Bah, esse papo de Roberto Carlos amarrando as chuteiras é meio sacanagem. Tá certo que ele devia estar concentrado, e que aquilo foi meio que um símbolo do descaso.

    Só que querem colocar uma culpa nele que ele não teve. Nunca um nanico vai ter que estar na área numa bola parada. Ainda mais marcando o Henry!!!

    Na época o Fantástico fez um levantamento de todas as bolas alçadas na área brasileira naquela Copa. Em todas, meio time fez linha de impedimento e meio não fez. Ou seja, não treinaram!!! E em todos os lances quem ia na bola eram Lúcio e Juan e mais um que outro, os jogadores mais concentrados naquela Copa. O que leva a crer que nos treinamentos não haviam combinado porcaria de linha de impedimento nenhuma. Os bagaceiros do “quadrado mágico” simplesmente não marcavam ninguém, se eximiam, se omitiam.

    A culpa foi de todo o grupo e mais ainda dos comandantes. Roberto Carlos teve que suportar um peso maior do que merecia. Embora eu o considere um baita arrogante, ficou meio demais. O cara não merecia tanto.

  • 35. Arbo  |  09/01/2009 às 16:19

    Claro q merecia, Prestes. Talvez os outros é q foram pouco xingados. Ficava em campo, e fora, com aquele risinho dele “estou acima de todos”, ninguém encarna tanto o salto alto. E salto alto foi o q nos tirou a taça. Tínhamos bons jogadores, não chegamos a formar um time, afinal não havia um treino digno, somente shows abertos ao público.

  • 36. fino  |  09/01/2009 às 16:22

    e aquele lance que ele tentou afastar a bola de bicicleta e furou lindamente? kkkkkk

    deixando de lado as entrevistas e o fato de ter pego a ana maria braga, ou seja, os holofotes da fama… acho que o roberto carlos foi um baita jogador, mas um baita jogador… principalmente quando atuou pelo palmeiras.

    nenhuma “enganação” fica tanto tempo de titular absoluto na seleção brasileira… tudo bem que, há anos, não é nossa especialidade revelar bons laterais… mas cafu e roberto carlos marcaram época… talvez daqui uns 20 anos comecem a falar dos dois o que alguns já vem falando do rivaldo recentemente: que nunca teve o devido reconhecimento, foi um injustiçado, etc etc etc..

  • 37. mardruck  |  09/01/2009 às 16:24

    Cafu só jogou bola no JUVENTUDE (ns)

  • 38. Prestes  |  09/01/2009 às 16:27

    O problema é esse, ele ter carregado um fardo muito mais pesado que os outros. E por uma falha que ele não cometeu. Ele devia estar mais concentrado para o rebote, não é à toa que o Brasil só olhou a França jogar. Mas é o último culpado pelo gol. O cara mais baixo do time, vai marcar um dos melhores centro-avantes do mundo? Isso não tem cabimento. Nessa análise que a mídia fez – procurou porquê o Henry estava livre e atribuiu a culpa ao R. Carlos – a gente não pode cair.

  • 39. marcelo benvenutti  |  09/01/2009 às 16:29

    Pra mim, como alguém já falou, depende da interpretação da palavra HUMILHAÇÃO. Vi isso nas outras listas também. Na minha mente eu separo derrota humilhante para grandes tragédias.
    1950 foi uma tragédia, mas não chegou a ser humilhação, apesar de toda a arrogância da época. O público saiu em silêncio, etc. Em 1982 foi a mesma coisa.

    Já em 1954 e 1974 o Brasil tomou um ARRODIÃO e partiu pra pancadaria, maior prova da humilhação imposta NA BOLA. E em 1966, idem, com o diferencial que Portugal nos cagou a pau.

    Tiveram muitos amistosos fiasquentos, mas os que mais me marcaram foram o da Dinamarca e o da Venezuela, que foi a gota dágua. Pode ser que daqui algumas décadas digam que, bah, nem é feio perder pra Venezuela, mas hoje em dia, é.

    Enfim, defendida a tese, me retiro.

    hehehe

  • 40. Junior  |  09/01/2009 às 16:30

    Eu concordo com o Prestes. O R. Carlos não iria ganhar a Copa para o Brasil, além disso, o reserva dele era o Gilberto. Não gosto dessa história de vilão, mas se tivesse que apontar um, seria o Ronaldinho Gaúcho. Aquela Copa era dele, ele era o melhor do mundo por dois anos consecutivos, tinha que botar a bola debaixo do braço e assumir a situação. No final do jogo contra a França, quem tentou alguma coisa, com um chute relativamente perigoso e cavou uma falta na frente da área foi o Ronaldo, por incrível que pareça. Uma coisa que pouca gente lembra é que contra a França o Brasil não jogou com o “quadrado mágico”. O Parreira deixou o “Adrinight” no banco e escalou o Juninho Pernambucano.

  • 41. Fernando Cesarotti  |  09/01/2009 às 16:33

    Concordo com o Fino, embora o Bob tenha saído como vilão do Palmeiras por ter perdido um pênalti BISONHO na final do Paulistão de 95, contra o Corinthians: bateu rasteiro, chutou mais chão que bola e a redonda quase não chegou na linha de fundo. Foram seus últimos jogos antes de ir pra Itália.
    Mas deve-se levar em conta que o cara foi por anos a fio titular do Real Madrid, antes inclusive de aquilo deixar de ser um time de futebol e se tornar uma boy band, e idolatrado mundo afora. Naquela Copa, ele entrou no clima do time, que também quis ser uma boy band, mas no gol, de fato, ele não teve culpa. Quem devia estar ali, ao que consta, era o Kaká, que era o mais alto dos meias e devia – eu disse DEVIA – ajudar na marcação das bolas altas. Mas o Pé de Uva não estava preocupado em treinar, e sim em ser o Brian Epstein.

  • 42. Fernando Cesarotti  |  09/01/2009 às 16:34

    Complementando o Junior, do meio pra frente era Gilberto Silva, Zé Roberto, Juninho PE, Kaká, Dentuço e Gorducho, formação que não treinou junta UMA ÚNICA VEZ SEQUER.
    CQD.

  • 43. col  |  09/01/2009 às 16:41

    Prestes,

    Concordo que o peso todo nao pode ser colocado nas costas dele.

    Francisco,
    Clemer tu soh pode estar de brincadeira. Ele foi sim o goleiro mais sortudo do planeta, por estar no lugar certo na hora certa. O resto da carreira dele, tirando o belo ano de 2006, foi uma piada.

    PS: E a frase do R. Carlos sobre o relogio dele? ….”eu carrego um apartamento no pulso”….

    hahahahhaobamaehdafiel

  • 44. Prestes  |  09/01/2009 às 16:44

    Defendi o R. Carlos sobre o fardo que carregou, uma culpa que não teve sozinho. Mas não defendi sua titularidade. Pra mim o grande erro daquela Copa foi escalar Cafu e R. Carlos.

    Os dois nunca foram um primor técnico – o Cafu nenhum pouco, o R. Carlos até sabia alguma coisa – mas fisicamente eram fora-de-série. Em 2006, já haviam perdido sua melhor característica. Quando o Brasil ESMIRILHOU a Argentina na Copa das Confederações – uma das melhores atuações da Seleção desde que me conheço por gente – jogavam Gilberto e Cicinho. O momento era dos dois, especialmente do Cicinho. O Cicinho ficar de fora do time foi um CRIME.

    Neste mesmo jogo contra a Argentina, jogava Robinho. O momento também era do Robinho. E como todos sabem, não era o momento pro GORDO, embora tenha se esforçado mais em campo que os outros do “quadrado”.

  • 45. fino  |  09/01/2009 às 16:50

    lembrei desse golo aqui:

    tinha ido com uma namoradinha no cinema de Santo Ângelo assistir, sei lá, Batman – O Retorno… e volta e meia dava uma escapada pro bar do cinema ver como estava o jogo…

    quando olho pra TV, o desgraçado tá metendo esse bucha. FDP sdjkalsdfa

  • 46. Junior  |  09/01/2009 às 16:53

    Com o Cicinho no lugar do Cafu eu concordava. Mas o Gilberto não poderia jogar um jogo decisivo de Copa nunca. Seria tão ridículo quanto o Zé Carlos na Copa de 98 na Holanda. Considero o Gilberto, o cara de maior marketing no futebol mundial, era um jogador mediano, com fama de acima da média. O que eu não entendo até hoje é porque não convocam o Fábio Aurélio, ex São Paulo e atual Liverpool. Ele é titular há um bom tempo na Inglaterra e é lateral, não há nem aquela desculpa que o jogador é ala e não sabe marcar.

  • 47. Francisco Luz  |  09/01/2009 às 16:54

    Clemer foi brincadeira, Col. Mas o resto da lista é séria.

  • 48. Arbo  |  09/01/2009 às 16:58

    concordo com tudo q disse o prestes no 44.
    a vergonha de 2006 não foi só aquele jogo. o jogo contra a frança é só a cereja.
    ps: não gosto de cereja, a metáfora fica perfeita.

  • 49. Prestes  |  09/01/2009 às 16:58

    É, não é que fosse o momento pro Gilberto. É que pro Roberto Carlos não dava mais.

  • 50. col  |  09/01/2009 às 17:00

    Francisco, concordo com a maioria dos nomes da tua lista de goleiros.

  • 51. Paulo Torres  |  09/01/2009 às 17:08

    Aquela excursão da seleção do Carlos Alberto Silva pra Suécia/Dinamarca foi genial. Se nao me engano, o FLAMENGO nao liberou o Renato Portaluppi, e a CBF obrigou-o a aparecer no aeroporto só pra fazer figuração e convencer os dirigentes do SPFC a deixarem o Muller embarcar (os dois tavam sendo negociados com o futebol italianos).

    Saudosos tempos de Otávio e Nabi na CBF, bem mais divertidos que o Teixeirão.

  • 52. imenezes  |  09/01/2009 às 17:15

    Mas que belissimo time este da Dinamarca! Sempre me impressiono de ver os lances deles em 92. Objetividade e velocidade 10 anos antes do resto do mundo.

    ACHTUM!

  • 53. Prestes  |  09/01/2009 às 17:17

    Uma questã:

    imenezes e menezes são a mesma pessoa??

  • 54. Menezes  |  09/01/2009 às 17:18

    Sim!

    imenezes = meu log in do impedimento. Ai, quando tou logado, sai assim.

  • 55. Menezes  |  09/01/2009 às 17:19

    Em tempo: linda lista.

    Acho que um top 10 fracassos da seleção olímpica poderia começar com o lindo EMPATE contra a venezuela, no pre-olimpico pra barcelona.

    S´lembro do Silvio Luis narrando assim o gol dos venezuelanos:

    “olha lá a bola… … …. …. queimou. Queimou o Filme aqui em assuncion. Queimou o filme…”

  • 56. imenezes  |  09/01/2009 às 17:20

    Mentira, impostor!

  • 57. Prestes  |  09/01/2009 às 17:21

    Só pela galhofa, iasdhsudhsudhsuhdshud

  • 58. iPrestes  |  09/01/2009 às 17:22

    Rá!

  • 59. fino  |  09/01/2009 às 17:28

    novo post urgente, por favor!

    Nao aguento mais ver a cara endemonhada do haroldo de souza…

  • 60. douglasceconello  |  09/01/2009 às 17:37

    Excelente, Benvenutti. Creio que não teria muito a acrescentar. Uma das derrotas mais TRAUMÁTICAS do Brasil foi em 1982, para a Itália, mas perder para a Itália nunca é HUMILHAÇÃO.

    No mais, a doce sensação de estar sem EMPREGO FIXO desde HOJE já começa a REBOLAR nas minhas veias. Acho bom a Globo me contratar para apresentar o JORNAL NACIONAL senão vou ter muito tempo livre para pensar em como transformar o Impedimento no maior conglomerado de JORNALISMO IRRESPONSÁVEL & GALHOFA INFINITA de que se tem notícia no hemisfério sul.

  • 61. Prestes  |  09/01/2009 às 17:44

    Cara, são muito bons os primeiros dias de desemprego. O foda é depois de um mês e meio. Aí o desespero bate violentamente. Isso por que sou escraviário, ganhasse eu um FGTS, um seguro-desemprego acho que ia ficar bem tranquilo. Seu Madruga sempre foi meu maior ídolo.

  • 62. Sam  |  09/01/2009 às 18:04

    Injusta classificação em 98?Esse manja, akele jogo foi ekilibradissimo.
    E o engraçado é q o cara nao pos a derrota em 50 EM CASA pro uruguai, mas coloca contra a Hungria, sendo q era um timaço, e o Brasil nao tinha fama nenhuma no futebol ainda.
    Piada esse ranking

  • 63. Battaglin  |  09/01/2009 às 20:51

    Maracanazzo e Bolivia 93 tinham que entrar.

    Dos campeões mundiais, o Brasil é o único que perdeu em casa; e a derrota para a Bolívia é a primeira na história da Eliminatória, além de ter tomado um gol de calcanhar do próprio goleiro.

    A humilhação de 90 está muito exagerada!
    Não acho que pressionar o jogo todo a campeão da copa anterior, e tomar um gol numa jogada do Maradona, seja humilhante. Longe disso. Só a derrota para a França 2006 já foi muito pior. E essa também não entrou.

    Abraço.

  • 64. JB  |  10/01/2009 às 12:18

    E Sarriá?

  • 65. Ernesto  |  11/01/2009 às 00:48

    Bolivia x Brasil 93.

    O fim do mito de maior futebol do mundo e invencibilidade em eliminatórias.

    Era guri e me lembro do Etcheverry deitando e rolando em cima dos brasileiros.

    O Taffarel pegando penalti, galvão delirando, pra logo em seguida Taffarel falhar e virar Cristo. E o Galvão palestrando e todo o Brasil perplexo pq sim, o Brasil tinha perdido um jogo.

  • 66. Douglas  |  12/01/2009 às 04:48

    Só para constar: a Holanda de 1974 também gostava de dar as suas porradinhas. É só perguntar ao PC Caju…

  • 67. cesar  |  13/01/2009 às 00:12

    na verdade….foi…queimou o filme em guayaquil. e nao assuncao.

  • 68. Sanchotene  |  15/01/2009 às 10:00

    Se formos pegar as seleções de base, aí não tem lista que saia. Nossa seleção olímpica só dá vexame…

    Eu não discordo de nenhum item da lista. Só faço uma ressalva quanto a 1990. A Seleção passeou na primeira fase e jogou MUITO melhor que a Argentina. É vexame, se considerarmos a choradeira, história da água, etc; mas poderia muito bem entrar no Top-10 das TRAGÉDIAS…

  • 69. Sanchotene  |  15/01/2009 às 10:05

    Re 62:

    Sam, o vexame em 1954 não foi a derrota, mas o QUEBRA-PAU. Mas talvez o maior vexame de 1954 não tenha sido esse, mas o empate contra a Iugoslávia. O jogo estava 1-1, e ambos os times se classificavam. O problema é que os brasileiros desconheciam o regulamento e fizeram de tudo para vencer, enquanto os iugoslavos se desesperavam tentando inutilmente explicar para os jogadores e comissão técnica do Brasil que o resultado estava ótimo!

    Me lembrei de um vexame esquecido.

  • 70. Darcio  |  15/01/2009 às 18:48

    Guivarch e Dugarry eram terríveis. Poderia colocar cones e baldes na defesa que eles não faziam nada. Almir, partilho de tua opinião sobre os avantes franceses

  • 71. Túlio  |  19/01/2009 às 16:10

    Cara, como vcs esqueceram BRASIL e UMBRIA, amistoso pra copa de 90???

    O Brasil perdeu pra um time da quarta divisao italiana!!!

  • 72. Sanchotene  |  21/01/2009 às 08:49

    Está citado no texto, Túlio!

    Deixei de fora jogos com seleções olímpicas ou contra times e combinados, justo que a eliminação nas Olímpiadas em 1996 para a Nigéria e a derrota para o Combinado da Úmbria em 1990 ficaram de fora.

  • 73. Rafael B.  |  26/02/2009 às 13:16

    Lembro que no final do Globo Esporte que resumiu esse jogo contra Honduras, os créditos subiram sem som nenhum, como acontece quando anunciam a morte de alguém no Jornal Nacional.

    E acho que 06 foi pior que 90, já que a copa toda foi uma humilhação (desde as matérias sobre AS PERNAS DEPILADAS dos jogadores no JN até o jogo contra Gana- foi 3 a 0 pro Brasil, mas se os ganenses SOUBESSEM CHUTAR a gol, seria 6 a 3, no mínimo.

  • 74. julianobruni  |  11/03/2009 às 10:28

    Imagino a dificuldade em chegar-se à esta lista, mas não acho a derrota brasileira para a Hungria de 54 uma humilhação. E concordo com os que disseram que Maracanazzo e Bolívia 93 deveriam figurar. Talvez inclusive entre as cinco primeiras posições. Abraço.

  • 75. Junior  |  07/04/2009 às 14:09

    Maracanazzo nao entro o bobaooo—te liga–seu ridiculo-..

  • 76. .  |  18/05/2009 às 21:30

    PREZADOS.

    Tal como há uma seção dos “Dez maiores vexames” dos clubes, aqui no Impedimento, humildemente proponho mais uma lista. Menos gloriosa, mas não menos polêmica:

    OS CINCO MAIS IMPACTANTES ERROS DE ARBITRAGEM A FAVOR E OS CINCO MAIS IMPACTANTES ERROS DE ARBITRAGEM CONTRA CADA CLUBE.

    E aí, moderadores, topam?

    Abraços.

  • 77. Marcel  |  17/06/2009 às 17:42

    faltou:

    Maracanazzo;
    Bolívia 93
    Iugoslávia 34 (pelo placar);
    Olimpíada 1996 e 2008 (ok, é Olimpíada)
    França 2006
    e já dá pra ir pensando em Egito 2009, hehehe

  • 78. Romário  |  06/09/2009 às 17:31

    Faltou o jogo das quartas de final da última copa do mundo Brasil X França, ou melhor dizendo Brasil X Zidane.Eu nunca imanginaria que um jogador, mesmo do nível do Zidade, poderia, prestes a se aposentar, humilhar onze jogadores em campo.
    Na minha opinião as duas últimas derrotas do Brasil para a França em copas do mundo (1998 e 2006) foram as maiores derrotas da história.
    Sendo que a de 2006 foi a maior de todas. Se analisarmos apenas o placar podemos até achar que foi uma derrota como qualquer uma. Mas a questão não é bem a derrota. Um torcedor fica muito triste quando seu time perde por 6 a 0 por exemplo. Mas não existe nada pior do que perder por seja qual for o placar sem lutar, sem se esforçar..
    Se bem chamar aquilo de derrota seria um elogia muito grande para o Brasil. Só se ganha quando se luta, o que não houve com o Brasil naquele dia e o pior os jogadores brasileiros sairam sorrindo… Cadê o amor pela camisa!!!
    Apesar de ser o maior rival do Brasil eu admiro profundamente o amor dos jogadores argentinos pela camisa..

  • 79. Vinicius  |  11/09/2009 às 17:18

    Faltou Brasil 0 x 1 Honduras (Copa América, 2001). Gol contra do Belletti.

  • 80. Cleito Itamar Bandeira Vieira  |  14/11/2009 às 21:27

    Olha: a lista de vocês – o TOP 10 HUMILHAÇÕES, as 10 maiores vergonhas pelas quais passou a seleção brasileira, está correta. Acompanho futebol desde 1987 e o primeiro grande vexame que vi foi um 4 x 0 para o Chile, em Mendonza, na Argentina. Daí em diante, me acostumei a ver outros vexames mas duro de engolir mesmo foi perder para Honduras (2 x 0 em 2001, na Copa América) e o fim da picada foram os 2 x 0 para a “poderosa” Venezuela. Foi de lascar!

  • 81. Jair Ferreira  |  24/09/2010 às 21:13

    Gostei da lista. Duas pequenas correções: Pelé não jogou contra a Hungria em 1966. Foi “poupado” e substituído por Tostão. A Holanda, alem de ter jogado em 1938 (derrota ppara a Tcheco-eslováquia por 3×0, na prorrogação), jogou também uma partida na copa de 1934: perdeu para a Suiça por 3×2.

  • 82. rafaspfc  |  27/10/2010 às 17:58

    o TIMINHO de 2010 já é uma humilhação por si só!

  • 83. rafaspfc  |  27/10/2010 às 17:59

    sabe de uma coisa?
    esse time de 2010 fez um milagre pois conseguiu chegar até as quartas…
    não devia passar nem da PRIMIRA FASE!
    se jogasse com os mesmos jogadores nas eliminatórias então…

  • 84. Igor Munarim  |  27/11/2010 às 20:33

    Esqueceu do Maracanazzo de 1950

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