“Cheguei num estágio da minha vida em que o dinheiro não é o mais importante”, dizia Roger, ex-Grêmio, em entrevista ao Jornal do Almoço de 21 de maio de 2008, ao responder uma questão sobre encerrar sua carreira no Tricolor. Clicando aqui, dá para conferir o vídeo.
Claro. A decisão de ir para o Qatar SC, por cinco milhões de rúculas por dois anos de contrato, nada tem a ver com dinheiro.
Para evitar confusão, devo dizer que o fenômeno, lógico, não é exclusividade do time da Azenha. O mesmo país que levou Roger já levou Fernandão e provavelmente levará Guiñazu, dois jogadores identificados com a torcida colorada. Importante citar o caso de Magrão, outro jogador que declara seu amor a cada time do qual defende as cores da camisa.
E nós aqui, nos digladiando, de graça, por causa de futebol.
Um abraço,
Daniel Cassol