Um homem de cliques e passes perfeitos

19/12/2007 at 10:36 37 comentários

Conversar com alguém que completou o time reserva do Grêmio no último treino antes da final no Japão em 1983 ou que recebeu elogio do Felipão por um lançamento durante um racha entre imprensa e comissão técnica em Canela mostra que o fotógrafo José Doval, 55 anos, é detentor algumas boas histórias futebolísticas. Mas descobrir que ele cobrou a última penalidade em um jogo decisivo do campeonato de várzea enquanto o filho nascia em hospital de Porto Alegre atesta sua paixão pelo esporte.

Ao lado do amigo Leonardo Cao Ponso, pude gelar a garganta por cerca de três horas em um bar do Mercado Público ouvindo algumas das histórias passadas ao longo dos quase 40 anos de profissão de Doval. O curto período em que trabalhamos juntos na assessoria de imprensa do Grêmio foi suficiente para que, a cada final de ano, eu receba uma ligação saudosa do amigo.

Para saber manhas do bom fotógrafo, quais são as fotos “clássicas” do Doval, por que ele foi apelidado de Arildo e o que o Amato pediu em troca de um breve ensaio fotográfico, leia a entrevista!

doval_5555.jpg

Como é viver da fotografia?

É maravilhoso. Eu acho que para ser um bom fotógrafo a pessoa tem que se dedicar, tem que querer, tem que estudar. Quando eu comecei, aos 16 anos, eu decidi que eu ia estudar fotografia, prestar a atenção em tudo para tentar fazer o melhor. Eu sempre gostei de futebol e sempre gostei de fotografia esportiva. Na época, eu não tinha grana, mas eu comprava todos os jornais do Rio de Janeiro e de São Paulo pra ver as fotos. Porra, tinha muita coisa boa. E eu comecei a fazer isso aqui. Depois fui para o jornal O Globo e comecei a fazer a mesma coisa por lá.

E como é que se faz uma boa foto? Qual é a diferença da média e do excepcional?

Tem que arriscar, tem que fazer coisa diferente. É preciso ter a foto com informação, como deve ser, mas também arriscar na expressão do jogador, por exemplo. Mostrar o jogador cansado de verdade, mostrar a face dele, mostrar a lágrima caindo do olho se ele estiver chorando. A foto fechada dá um sentimento diferenciado.

Aqui no Rio Grande do Sul tem bons fotógrafos?

Tem o Fernando Gomes (Agência RBS) que é acima da média. Ele sabe muito bem o que faz e tem muita foto boa de verdade.

E no Rio, por exemplo, a escola é muito melhor?

Lá tem muito mais oportunidade de mostrar trabalho. A realidade é que em riacho pequeno dá pouco peixe. Lá rola muita competição, e competição é a coisa mais saudável dentro do jornalismo. Se você tiver um concorrente atrás, você vai ficar mais ligado, mais antenado e vai estar sempre correndo. Você leva porrada e você dá porrada. Se você ver o cara fazendo foto melhor uma vez, você nunca mais vai ficar marcando ponto. Vai ficar esperto, vai ficar ligadão. Pensa o que tem pra fazer de foto aqui em Porto Alegre e pensa o que tem no Rio. Lá tem ocupação de favela, assalto a bancos, ônibus incendiado. É outro potencial. Se você for meia-boca, compadre, você não dá certo lá.

E como fazer para conseguir foto boa aqui. Tuas fotos premiadas foram um pouco na sorte?

Um pouco sim. Em uma delas eu estava indo fazer uma pauta acho que no aeroporto. Quando o carro passou pela Perimetral (quase esquina com a Lima e Silva), vi um cara no meio da rua abraçado em um cachorro. Aí pensei: “esse cara vai ser atropelado!”. Pedi pra parar o carro e voltei fotografando. Primeiro de longe, pra não assustar o cara. Tinha muito carro passando e o cara (no caso, um papeleiro que viu um dos cães que o acompanhavam ser atropelado na avenida) estava abraçado na cadela. Cheguei perto e disse: “sai daí cara, tu vai ser atropelado”. O cara chorava abraçado na cadela. Fotografei e depois ajudei a tirar ele da rua. Ganhei o Prêmio ARI e ganhei o Prêmio Direitos Humanos. Fui bicampeão dos dois prêmios, na verdade.

Com que foto ganhou no outro ano?

No ano anterior eu tinha ficado uma semana fotografando prostituição infantil aqui em Porto Alegre, ali pela Ipiranga. Ganhei com uma seqüência de fotos de menininhas assoprando preservativos como se fossem balões, de brincadeira. Bah, aquilo dói, cara!

Tem muito fotógrafo “cascateiro”?

Existe uma diferença entre cascata, que é o termo pejorativo, e produção. Cascata é deprimente. Olha a responsabilidade que tu tem, é falta de respeito. Manipular imagem não dá, você muda tudo. E outra coisa… se for produzir uma imagem, tem que ter o cuidado de colocar na legenda as informações. Tem que ser honesto. Não dá para tentar fazer os outros acreditarem que aquilo foi por acaso. Avisa: “eu montei essa história, fui eu que fiz”.

Já te estressou pra tirar foto. Alguém já veio xaropear que tu não deveria ter feito isso ou aquilo?

Já aconteceu. Mas a realidade do fotógrafo é a seguinte: primeiro fotografa e depois negocia. Não vou perguntar antes se posso, porque depois eu posso ver isso. Primeiro tenho que garantir minha foto. Há bastante tempo, nós cobríamos aqui em Porto Alegre cinco, seis clubes por noite na época do Carnaval: Leopoldina, Teresópolis, União… No final de noite, virava tudo uma puta sacanagem. Um dia fui para um camarote e comecei a fotografar um cara que tava cheio de mulher ao redor. Ele ficava gritando: “Aê, tira foto aqui, porra!”. E eu ia tirando. Quando eu estava indo embora, o cara veio atrás e perguntou onde conseguia as fotos. Daí eu falei que era da Zero Hora. “Tu tá maluco? Tu quer me arrebentar? Me dá isso cara, não vai publicar”, ele me disse. Dei minha palavra que não ia publicar, mas não entreguei o filme, que era o que ele queria. Mas essa história de se incomodar é normal. À vezes tu faz amizade com as pessoas, às vezes tem gente chata pra cacete!

E como é trabalhar na assessoria de imprensa de um clube, mais perto dos jogadores, da comissão técnica e dos diretores?

Rapaz, até que é tranqüilo. Você tem que ser prestativo às vezes, manter uma boa aparência e tentar manter um bom relacionamento. Se você tem boa qualificação, você vai somando no trabalho. As pessoas são bem tranqüilas, mas depende da época também. Quando o Grêmio estava na segunda divisão, por exemplo, todos jogadores eram humildes, sabiam que não podia ter estrelismo. Não é sempre assim.

E quem é o maior pavão que tu já conheceu? Quem é o jogador estrelinha?

Tem uma história fantástica do Amato. Eu trabalhava na Zero Hora, e pediram pra eu fazer uma foto produzida dele. Aí fui lá explicar o que queria e ele começou a falar em cozinha. Não entendi nada primeiro e perguntei de novo. Ele queria uma cozinha em troca da foto (espanto geral na mesa da entrevista). O cara disse que estava com o apartamento ainda vazio e tal… Avisei para os editores do jornal que ele queria uma cozinha e não teve foto. Dessa vez posso dizer que “me caiu os butiá do bolso” (risos).

Qual é o melhor time do Grêmio de todos os tempos?

Porra cara, o campeão mundial. Era o chamado feijão com arroz bem temperado. Tinha muita gente boa. Uma defesa consistente, que sabia jogar. Todo mundo fala do Renato naquele time, mas era um time solidário. Vou contar uma coisa pra vocês, sabem que eu treinei na véspera da final do Mundial?

Bah! (bocas abertas por alguns segundos…)

Treinei pra fechar o time. Eu e o Darci Filho (repórter de rádio, atualmente na Bandeirantes). Jogava no meio, mas ficamos muito mais nos defendendo do que qualquer outra coisa. O time era muito foda!

festa-jap1.jpg

E tu tinha toda essa bolinha? Quantos anos de várzea? Fez história? (provocação gratuita)

Joguei no Cauduro, que era o maior time que tinha na época. Não era igual a Copa Paquetá, era muito mais perto do futebol profissional da época. Era quase uma Copa FGF. Tinha muito time bom. Tinha o Atlético da Vila Farrapos e alguns outros de primeira linha. Joguei uma final contra o Atlético da Vila Farrapos que terminou 4 a 4 no tempo normal e foi para os pênaltis. Eu e meu cunhado fizemos os quatro gols do time e ainda batemos os pênaltis. Eu jogava ou com a camisa oito ou com a dez.

Que ano isso, Doval?

Bah cara, não sei não. Uma vez o time do Bambas da Orgia (escola de samba porto-alegrense) foi disputar uma partida em Gravataí. Eu estava lá, mas não ia jogar. Quando me viram começaram a pedir pra eu entrar em campo. Falei que não podia, que não tinha nada comigo, mas eles fizeram uma vaquinha e compraram uma chuteira. O jogo ficou 0 a 0 o tempo todo e foi para os pênaltis. Aí falaram que eu ia bater e eu pedi pra ser o último. Acabei fazendo o gol da vitória. Meu filho tava nascendo nessa hora no hospital Divina Providência, aqui em Porto Alegre. O time disse que ia comigo até lá (risos). Compraram flores pra minha mulher, e viemos em uma brasília amarela com metade do time batucando nos instrumentos. Cara, tinha uma música que eles tocavam que era assim: “José de Alencar, a tua literatura me fascina”. Fomos até lá pra eu poder ver o meu filho.

E a história do Arildo?

Isso foi sacanagem do pessoal (do time do Grêmio de 1995). Eu tinha o cabelo meio comprido e um bigode preto. Aí falaram que eu era uma mistura do Arílson (meio-campo) com o Nildo (atacante). Porra, que sacanagem.

E a história que o Felipão te elogiou?

Bah… essa não (Doval faz charme). Na verdade, foi durante uma pré-temporada em Canela ou Gramado. Teve um jogo da imprensa contra a comissão técnica. Eu virei uma bola da direita pra esquerda com um lançamento e ele (Felipão) me perguntou quantos anos eu tinha. Falou que batendo na bola com aquela facilidade eu deveria jogar mesmo. Mas era brincadeira, claro, o time dele era de passe curto, de aproximação.

O que o fotógrafo de futebol tem que saber pra não perder nenhum lance?

Logo que comecei a fotografar, eu já jogava na várzea e sabia como funcionava o jogo. Tem que saber o que está acontecendo no time, tem que saber quem está bem, quem está mal, quem vai perder posição, quem vai ganhar. Sempre me perguntam como pegar as melhores fotos e eu digo que é como naquela história do Branco contra a Holanda na Copa do Mundo de 1994. Quando teve a falta que ele fez o gol e decidiu o jogo, eu sabia que ele viria comemorar com o médico da Seleção Brasileira, com a torcida do Brasil. Fui me posicionar lá e peguei ele de frente apontando para o banco de reservas. Hoje em dia, o fotógrafo tem obrigação de estar tão bem informado quanto o repórter. A foto tem que ser informativa.

Tu tem muita foto que mostra bem o que está acontecendo com o jogador… lembrei do Lipatin.

Pois é, tem aquela do Lipatin com os quero-queros no Olímpico (a imagem mostra o atacante dominando a bola e dois quero-queros voando baixo ao lado dele. Na época, o jogador buscava vaga no time, e a mensagem da foto era algo como “Lipatin: quero-quero vaga no time”). Tem também a do Tite saindo do Grêmio com uma bolsa na mão e uma placa escrito “saída” ao lado dele. Tem a do Anderson com a placa de pipoca atrás. São fotografias que dão um molho. É uma coisa simples e que dá certo. É quase um lead da matéria. A obrigação é trazer informação ao leitor.

Começou muito cedo a trabalhar?

Minha carreira começou no Jornal do Comércio com 14 anos. Depois fui pra Caldas Júnior e depois fiquei nove meses na Zero Hora. Daí deixei tudo e abri uma pizzaria, que faliu em nove meses. O nome era Lagoa Azul. Não queria deixar a fotografia, mas estava com vontade de dar um tempo. Abri em sociedade com um cunhado, mas desisti rápido. O cara não era do ramo e acabei perdendo uma porrada de grana. Trabalhei depois disso de 1984 a 1989 no jornal O Globo, no Rio de Janeiro, e saí de lá para fazer a Copa de 1990 pela Zero Hora. Só que teve um daqueles planos, acho que o Verão, e acabei não indo. Depois fiz a Copa de 1994.

dunga-94.jpg

No Rio tu é Flamengo?

Sou. Meu filho era pequeno e era flamenguista. O Renato (Portaluppi) estava jogando lá e tinha ainda toda aquela coisa do título mundial do Grêmio. Eu fiz uma foto fantástica do Zico naquela época. Após uma cirurgia e um longo período longe dos gramados, eu peguei a primeira imagem do Zico com uma bola. Ele estava de muleta ainda. Foi capa do jornal O Globo. Se eu fosse solteiro eu voltaria para o Rio. Lá tem muita coisa boa para fotografar.

E pelo jornal O Globo tu fazia mais esporte?

Fazia tudo, mas eu fui o único fotógrafo que viajou 40 dias com a Seleção Brasileira. Europa, Israel, muitos países. A melhor história desse tempo foi com o Josimar (lateral do Botafogo e da Seleção Brasileira na Copa de 1986) na Inglaterra. Estava muito frio e o repórter que estava comigo disse que o Josimar tinha desaparecido da concentração. Eu falei: “como assim, tu tava com ele!”. Mas o cara tinha sumido mesmo. Daí fui para frente do hotel em que o Brasil estava, às 3 horas da madrugada, e fiquei esperando no frio. Chegou uma hora que o Josimar voltou, mas eu não tinha como mostrar que hora era, não ia convencer ninguém de que era madrugada, não tinha um relógio para fotografar junto. Fui fazer o treino no outro dia sabendo que só eu e o repórter sabíamos da história. Todo mundo estava fotografando de um lado do campo e eu fiquei na lateral do Josimar, torcendo pra ele me “dar” a foto que eu queria. Do lado do campo tinha um muro de mais ou menos 1 metro. Fiquei esperando até a bola passar para o outro lado. Quem pula o muro para buscar a bola? Mandei a foto dele pulando o muro para ilustrar a matéria.

Pegou alguma outra situação constrangedora?

Sempre tem. Fotografei a briga do Renato Gaúcho e do Paulo César Caju antes da final de 1983, no Japão. O Caju deixou o gramado do lado do Mazaropi dizendo que o Renato era um guri irresponsável, porque ele tinha dado uma dividida forte nele. “Tu é moleque rapaz”, ele disse para o Renato.

Quais são as fotos que tu mais te orgulha de ter tirado?

Cara, eu tenho fotos que foram muito difíceis de ser feitas. Tenho o Grêmio campeão no Japão, tem o Grêmio campeão da Libertadores, tem o Dunga erguendo a taça em 1994. São várias que marcaram. A foto do Dunga marcou muito porque eu fiquei uma cadeira abaixo dele no estádio e só haviam cinco fotógrafos, sendo apenas dois brasileiros sorteados. Eu sou pé quente.

 

André Fernando Schröder

Jornalista e mestre

Entry filed under: Entrevistas.

Libertadores na boca do brete Definidos os grupos da Libertadores

37 Comentários Add your own

  • 1. dante  |  19/12/2007 às 10:55

    sensacional entrevista.

    e a história do josimar é muito boa.

    parabéns.

  • 2. Alisson Coelho  |  19/12/2007 às 11:10

    Mestre

  • 3. bruno  |  19/12/2007 às 11:33

    melhor site de futebol
    ótima entrevista

    obrigado Impedimento

  • 4. Luís Felipe  |  19/12/2007 às 11:51

    grande schroder, parabéns! ótima entrevista.

  • 5. Robson  |  19/12/2007 às 11:53

    Sensacional!

  • 6. Larápio do Sanchotene  |  19/12/2007 às 12:04

    Sem querer ser chato, mas sendo insuportável, é possível fazer uma entrevista respeitando as regras de concordância verbal?! Num artigo clássico do Impedimento, isso DEVE passar batido, mas em entrevista, acho demais…

  • 7. Larápio do Sanchotene  |  19/12/2007 às 12:05

    Ah! A propósito, excelente entrevista. Parabéns.

  • 8. douglasceconello  |  19/12/2007 às 12:14

    Parabéns, Larápio, conseguiu ser insuportável. sdfhdsuf

    Mas, sério, quando um gaúcho de menos de 200 anos respeita todas as concordância parece estar sendo chato de propósito.

    Se Schröder tivesse mandado tudo CONCORDANDO perfeitamente, EU teria mudado. haudhsfidusa

    E a entrevista ficou simplesmente FABULOSA.

  • 9. mardruck  |  19/12/2007 às 12:39

    Fenomenal!

    Obrigado, Impedimento.

  • 10. Paul  |  19/12/2007 às 13:05

    Muito boa. Mesmo.
    Obrigado gurizada.

  • 11. Márcio Neves  |  19/12/2007 às 13:14

    Grande Schröder!!
    Sensacional entrevista.
    Podia ter convidado o amigo aqui pra ter gelado a garganta junto.
    Doval é gente muito fina.
    Abs

  • 12. izabel  |  19/12/2007 às 13:34

    grande entrevista.
    e o Impedimento segue sendo o melhor site de futebol.

  • 13. Gustavo  |  19/12/2007 às 13:44

    Cara, eu tava sentindo falta de um artigo que falasse do Grêmio. E foi genial. Obrigado.

  • 14. Leo Ponso  |  19/12/2007 às 13:46

    Se tem uma coisa que eu me orgulho foi ter trabalhado ao lado do Doval. Muitas histórias. E a entrevista realmente ficou bacana. Com a quantidade de cerveja ingerida só podia dar nisso.

  • 15. Francisco Luz  |  19/12/2007 às 13:48

    Excelente. Belas histórias.

  • 16. alemao  |  19/12/2007 às 13:53

    cousa linda! E o Amato queria uma cozinha? Poderia ter jogado para ganhá-la…

  • 17. Beto Borracho  |  19/12/2007 às 13:58

    Minha amiga Aline (e madrinha de casamento) que trabalha na assessoria de imprensa do Grêmio, me apresentou ao José Doval, o cara realmente é uma figuraça, tem ótimas histórias e um excelente trabalho.

  • 18. Luís Felipe  |  19/12/2007 às 14:01

    eu sou totalmente contra a concordância verbal da segunda pessoa do singular em qualquer veículo de informação, sediado no Rio Grande do Sul, que não tenha um manual de redação.

  • 19. Alisson Coelho  |  19/12/2007 às 14:07

    Bah essa foto do Dunga é muito legal;

    Impedimento podia prestar-nos um serviço postando algum link onde encontrar mais fotos do José Doval…

    O melhor de tudo da entrevista é não terem cortado os palavrões!!!
    Mereceu meu respeito! (isso não é muita coisa, mas pode ser considerado um elogio)

  • 20. Gralha  |  19/12/2007 às 14:13

    Parabéns!

  • 21. Toscão o conspirador!  |  19/12/2007 às 14:43

    Aposto que usaram as cevas do Bolão na entrevista. Agora é que vai ter virada de mesa!!!

  • 22. Gustavo  |  19/12/2007 às 14:46

    Gurizada, minha mini-cidade: http://ciudadgremio.myminicity.com
    A cada visita, aumenta um habitante. Minha cidade vai ser a maior do Uruguai.

  • 23. Leo Ponso  |  19/12/2007 às 17:18

    Fica frio, Toscão, Douglas autorizou uma verba extra pra soltar a língua do homem.

  • 24. Beto Borracho  |  19/12/2007 às 17:37

    São Paulo com Imperador, Boca com Riquelme, River acertando com Crespo e D’Alessandro, o Fluminense interessado em 500 jogadores…essa Libertadores promete.

  • 25. Luís Felipe  |  19/12/2007 às 17:51

    Adriano não vai dar certo no SPFC.

    começo aqui a bolsa de apostas.

  • 26. Daniel Cassol  |  19/12/2007 às 18:43

    Baita entrevista, gurizada. É de iniciativas como essa que o nosso País precisa.

  • 27. Larápio do Sanchotene  |  19/12/2007 às 18:51

    Eu aposto que o Adriano começa empolgando, mas amarelará na hora duvamuvê

  • 28. Larápio do Sanchotene  |  19/12/2007 às 18:52

    Que Libertadores, Beto?! Vai ter no ano que vem?!

  • 29. Luís Felipe  |  19/12/2007 às 19:10

    bom, a gente poderia fazer uma brincadeira e apostar quantos gols ele faz na temporada…

  • 30. FERN  |  19/12/2007 às 19:25

    ia tudo bem, ja ia eu querendo o Doval para jogar (DISSE JOGAR) no meu Grêmio, mas a 20ª pergunta e a resposta, melaram tudo e realmente mostraram que o futebol será para todo sempra uma merda!

    mas foi boa a entrevista!

  • 31. Egon  |  20/12/2007 às 00:34

    Muito Bom!!!
    obrigado Impedimento!!!

  • 32. Toscão o conspirador!  |  20/12/2007 às 08:41

    Impedimento Corporation: acabei de comprar mais um lote de ações. Daqui a pouco já vou estar sentado em uma das cadeiras do conselho, hehehe.

  • 33. Beto Borracho  |  20/12/2007 às 11:15

    Outra historia do Amato sempre é lembrada pelos conselheiros e dirigentes da época. Dizem que a Ivete Sangalo ficou molhadinha ao cruzar (calma) com o argentino no vestiário gremista, a baiana fez a “abertura” da temporada Grêmio-2000-ISL. Alguns dizem que o gringo provou o acarajé, outros juram que ele foi fiel a sua linda esposa. Depois que o Schiavi catou a Sandra Bullock eu não duvido de mais nada!

  • 34. José Doval  |  29/12/2007 às 15:15

    Feliz 2008 para todos

  • 35. Luciano  |  31/12/2007 às 12:51

    Baita entrevista, simples e objetiva como a vida deve. A estória do nascimento do filho no meio da partida foi fantástica, Obs Acho q Doval é colorado rs……………

  • 36. Juremir Versetti - Encantado/RS  |  31/12/2007 às 15:28

    Ler e ver coisas do Doval para mim é sempre uma faculdade. Este que no meu ponto de vista é um dos melhores foto-jornalistas do Brasil. Eu comprava a Zero Hora para ver as fotos do Doval, infelizmente hoje não é mais possível. Parabéns ao impedimento pela bela matéria.

  • 37. Isabellydoval  |  05/03/2011 às 19:47

    Pesquisando do Google , Achei essa historia do meu vô , Já tinha ouvido historias antes dele , Mas não sabia que era tão populares , Agora sei como meu vô ser um MESTRE da fotografia .
    Meu vô é aquele Cara , muito simpatico , muito Carinhoso , Muito sincero , Muito Tudo , Adoro quando ele fala das coisas que ja fez por toda a vida dele, Acho muito fofo quando ele se emociona contando as historias dele , Sempre esta-lá para me ajudar quando estou con dificulldades , Sempre fala das dificuldades que ele ja passou pela vida , Meu vô é aquele vô ” coruja ” , sempre está preucupado com tudo dos Netos dele , Sempre pergunta se não esta faltando nada , Sempre fala que tudo que ele fez até hoje , tudo isso foi ,pelos Netos dele .
    Falando isso cheguei até me emocionar , Por isso vou ficar por aqui , pelo menos ja sei que meu vô ser o Mestre da Fotografia, e o Vô Mais fofo de todos por isso e tudo Mais que eu AMO MUITO ELE ❤

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