O Vasco era o time carioca com o qual simpatizava. Todas essas décadas de Eurico Miranda acabaram com aquele pouco amor nunca cultivado. Atualmente, com Roberto Dinamite, o Vasco renasceria ético, limpo e teria tudo para recuperar meu afeto, só que acho não vai rolar. Ele entrou definitivamente para o rol dos detestáveis. Sei que não faço nenhuma falta a ele; e sei que este sentimento não deve ser exclusividade deste que ora vos escreve. (more…)
24/07/2008
Silvio Berlusconi, enquanto declara que pretende endurecer o controle nas fronteiras do país, manda buscar Ronaldinho. Dizem que o brasileiro perdeu muitos milhões ao ir para o time do Caimano. Penalizo-me ao saber que o Manchester City possuía apenas um brasileiro (Elano) enquanto o Milan estava cheio deles. O jogador gremista deve ter alcançado o seguinte raciocínio: aqui, muito dinheiro, WASPs (*) e nuvens; ali, menos dinheiro, latinos e algum sol. Pensando nas festas, optou por Milão. (more…)
17/07/2008
Nos últimos anos o Atlético Paranaense tentou criar rivalidades nacionais com vários clubes. O Vasco, o São Paulo e o Grêmio foram alguns dos seus alvos. Agora, o Fluminense foi vítima de impropérios, respondendo no site oficial e dando lambadas dentro de campo. Observando mais essa tentativa frustrada de grandeza, resolvi produzir um pequeno manual para ensinar o Atlético a construir uma rivalidade nacional DE FATO, sem precisar apelar para a baixaria. (more…)
11/07/2008
Para Lia e Natal
Gosto de crianças. Tenho boas relações com elas. Costumo chamar suas atenções por comportamentos surpreendentes num adulto e faço concorrência natural aos recreacionistas de festas infantis. Porém, minha relação com meu afilhado é complicada. Tenho restrições a ele e nunca as escondi. É TV demais, é videogame demais para mim. Ele sabe bem disto e diz que sou um chato. Meus filhos nunca pediram videogame e, se a Bárbara via muita TV quando pequena, depois foi se afastando dela. Fico indignado com ele, sempre olhando para uma tela. (more…)
10/07/2008
Guiñazu ainda não foi; Leo sofreu uma turbulência ao não ir à Olimpíada com Dunga – acho que ele teve foi sorte! -, mas irá embora; Alex está aí até o fim do mês; Roger despediu-se; Gil foi chutado; Gabiru também; Iarley… não entendi bem aquilo, mas afirmo que será ovacionado hoje à noite. Eu gosto deste baixinho perdedor de gols, autor de tantos golaços. O Puyol nem tanto. (more…)
09/07/2008
Eu adorava meu avô, um Manuel Martins Ribeiro dono de uma padaria chamada Lisboa na Av. Azenha. Ele só seria mais típico se tivesse ficado no Rio de Janeiro. Era brincalhão, tinha inesgotável paciência comigo e habitava um lugar cheio daquelas maravilhas às quais meus pais dificultavam o acesso: balas, Grapette (o refrigerante, não o zagueiro do Atlético-MG) , doces, sonhos, etc. (more…)
04/07/2008
Passos firmes rumo à direção moral da humanidade, Impedimento anuncia mais um reforço. Desta vez, um craque do traço. Rafael Corrêa passa a colaborar eventualmente às sextas-feiras, traduzindo toda a emoção e a galhofa que envolve o futebol na singularidade do seu LÁPIS DE COR.
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04/07/2008
Depois de sete horas de viagem e de uma curta noite de sono, poucas coisas poderiam ser mais recompensadoras do que zapear a televisão do quarto do hotel e notar uma movimentação em um pequeno campo, tomado pela neblina. O estado de torpor fazia com que eu demorasse a entender que ali se definiria o terceiro time classificado para a primeira divisão do futebol uruguaio. Na tela, começava Villa Española e EL TANQUE SISLEY. (more…)
01/07/2008
Já que a eleição do Vasco – e o fim do reinado do Famigerado – são o tema desse post, começo respondendo e-mails recebidos nas últimas semanas sobre por que o Fluminense não merece ser campeão da Libertadores. Os pseudônimos foram adotados a pedido dos próprios autores das perguntas, que preferem o anonimato. (more…)
01/07/2008
20 de junho de 2007. Havia, enfim, chegado o grande dia.
Fui trabalhar com a cabeça em mil outros lugares, menos no trabalho. Até as moscas sabiam daquilo. E, evidentemente, teria que sair mais cedo do trabalho, para poder chegar a tempo em Porto Alegre. De Carlos Barbosa até POA são aproximadamente 100 Km, mas eu sabia que a BR 116 não seria minha amiga. O que, de fato, aconteceu. O trânsito fluía como as artérias de um infartante. Tive a infeliz idéia de seguir pela 3a perimetral em direção à Petrópolis, onde passaria pelo apartamento dos meus irmãos para que fôssemos juntos ao embate. A cada 20 minutos eles me ligavam, aflitos, enquanto eu avançava menos de 1 km a cada chamada. Eu havia ido em duas partidas daquela libertadores, contra Tolima e Cerro Porteño, ambas na primeira fase. Obviamente não havia tido problemas de locomoção em nenhuma delas. Mas nada me atrapalharia naquela noite. (more…)
29/06/2008