Manual para a construção de rivalidades nacionais (a/c Atlético-PR)
11/07/2008
Nos últimos anos o Atlético Paranaense tentou criar rivalidades nacionais com vários clubes. O Vasco, o São Paulo e o Grêmio foram alguns dos seus alvos. Agora, o Fluminense foi vítima de impropérios, respondendo no site oficial e dando lambadas dentro de campo. Observando mais essa tentativa frustrada de grandeza, resolvi produzir um pequeno manual para ensinar o Atlético a construir uma rivalidade nacional DE FATO, sem precisar apelar para a baixaria.
Então, seguem os itens:
1 – A sua torcida deve ser odiada pela do rival.
Este é um fato que permeia todas as rivalidades nacionais, inclusive aquela que coloca o Brasil inteiro contra o Corinthians. Tudo bem, nós sabemos que a diretoria do Atlético se esforça para que a sua torcida odeie todo mundo. Porém, não basta odiar os possíveis rivais; a recíproca deve ser verdadeira. As torcidas do Vasco, do São Paulo e do Grêmio, por mais que tenham visto o Atlético Paranaense tentar ofendê-las, não dão a mínima para o clube da Baixada. Não há nenhum torcedor do Grêmio que se prepare para um “clássico” contra o Atlético, ainda que a imprensa faça as suas tentativas para esquentar o jogo: saiu Paulo Pelaipe, acabou a rivalidade. A torcida do São Paulo não se orgulha de ter ganho o tricampeonato continental sobre aquele time. Falem com qualquer torcedor são-paulino sobre as Libertadores. Eles vão dizer que ganharam do Newell’s, do Universidad Católica e lá na parte menos enfática da frase, tentando esconder as vogais para que o nome não apareça, vão falar do Atlético.
É improvável que a torcida do Atlético comece a ter seus cantos legendados pela Globo, então, terão de utilizar outros métodos. Queimar banheiros químicos, por exemplo, é uma boa pedida. Quem sabe, ganhar um título e dizer que o seu é o único oficial em toda a história. São métodos saudáveis para se tornar uma torcida odiada por alguns. Ah, além do mais, é necessário ter menos mulheres lindas no estádio.
2 – Ganhar um título importante sobre um grande clube.
Ok, o Atlético foi campeão brasileiro sobre o São Caetano. Só que hoje todo mundo sabe que o São Caetano era uma farsa. Amanhã, explicar que o São Caetano foi um grande time será tão complicado quanto explicar hoje que o Bangu foi um grande time – inclusive, com capacidade para contratar Mauro Galvão do Inter nos anos 80. Ganhar uma final contra um grande time nacional poderá ser uma maneira de ter rivais.
O problema é que agora, com os pontos corridos e as finais da Libertadores com clubes de países diferentes, essa possibilidade se resume à Copa do Brasil. E convenhamos, quase ninguém mais se importa com a Copa do Brasil. Talvez uma chance de criar uma rivalidade séria será perder um jogo na última rodada do campeonato para rebaixar um terceiro clube. O Inter fez isso para eliminar o Corinthians e até deu certo. O problema é que parece que o Atlético fez isso contra o Fluminense em 1996, e o Fluminense não deu a mínima – até por que virou a mesa. Não custa tentar novamente, porém.
3 – Dizer que as forças ocultas prejudicam o seu time contra o rival.
O Grêmio ganhava sempre do Palmeiras lá na década de 90. Não havia exatamente uma rivalidade, e sim uma touca. Até que em 1996, o Palmeiras eliminou o Grêmio da Copa do Brasil, e o pessoal do Grêmio começou a citar o tal “esquema Parmalat”, feito para favorecer o Palmeiras. Montado o furdunço. No fim das contas, o esquema Parmalat só foi confirmado numa semifinal de campeonato paulista em 1993, mas até hoje os confrontos entre Grêmio e Palmeiras daquela época provocam ressentimentos. De parte do Grêmio, por que teria sido roubado em 96; de parte do Palmeiras, por que apanhava sempre dos comandados de Felipão.
Mesma coisa em Inter, Corinthians, e o campeonato de 2005. Talvez seja o caminho para o Atlético Paranaense: pegar um time parecido com o seu e dizer que está sendo prejudicado por conta de forças ocultas. Quase deu certo contra o São Paulo, em 2005; a Conmebol tirou a primeira final da Libertadores da Arena, colocando no Beira-Rio, por uma suposta influência tricolor. O problema é que a outra final terminou em 4 a 0. Convenhamos, são poucos os argumentos que se sustentam em pé com um resultado desses.
Ao invés de chamar o pessoal do Fluminense de “palhaços”, talvez a alternativa fosse dizer que estavam sendo prejudicados pelo “esquema Unimed”. Chamaria mais atenção e provocaria uma suspeita real. Claro, se o Fluminense não estivesse entre os últimos do campeonato.
4 – Completar o estádio.
Existem rivais que têm estádio, existem rivais sem estádio. Agora, um rival com meio estádio é dose para mamute. Ou implodam tudo, ou terminem. Por favor.
Espero ter ajudado. O Atlético Paranaense, enquanto não tem consciência do seu tamanho, precisa parecer um pouco menos ridículo.
À espera de um cavalo morto na cama,
Luís Felipe dos Santos.
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1. Jones Rossi | 11/07/2008 at 16:19
Sou atleticano. Mesmo assim o texto está engraçado. Viva a flauta.
Mas acho que nós atleticanos só inventamos essa de rivalidades extra-estaduais para encher o saco do Coritiba. Da mesma forma que desdenhamos uma menina a qual estamos a fim só para não dar muita bandeira, o atleticano finge que o coxa não existe para deixá-lo nervoso. Vai entender… o povo paranaense é o mais estranho do Brasil.
2. Lila | 11/07/2008 at 16:24
AHHAHAHAHHAHAHHAHAHHAHAHAHA
Ai, eu acho que rivalidade tem mais a ver com grandeza, sabe? Tipo, o Flamengo é GRANDE PRA CARALHO, therefore, odiado em propoções insanas. Até corinthianos mesmo quando querem se dizer grandes, se comparam ao Flamengo.
Aliás, acho que ter rivalidade tem que torcida. E quanto torcecdores do Patético vocês conhecem? Né?
(clubista? quem? eu? hahahahhaha)
3. Lila | 11/07/2008 at 16:24
Tá, já me quebraram as pernas antes de eu comentar. Mas foda-se. UM. ahhahahahhahhhah
4. Francisco Luz | 11/07/2008 at 16:27
Genial o texto. A parte do “Esquema Unimed” acabou comigo.
E isso que o Jones falou já foi visto aqui no PAMPA, pelos dois lados da moeda. Colorados e gremistas já declararam que o rival havia acabado, que o que importava eram jogos contra outros times mas, no final, todos perceberam que a vida é um grande Gre-Nal.
5. Paulo Guedes | 11/07/2008 at 16:34
eu sei que vai parecer tolinho, mas até o Paysandu já teve sua fase de ignorar a existência do Remo e considerar rivais times como o Cruzeiro e o São Caetano. Bons tempos.
Texto genial.
6. Carol | 11/07/2008 at 16:37
Muito bom!
7. Prestes | 11/07/2008 at 17:24
A receita é ganhar títulos em cima de outros clubes. Vejam só a raiva que os são-paulinos têm dos colorados desde 2006, que palmeirenses e gremistas alimentaram nos 90. E os colorados tinham dos corintianos, mas agora são eles que têm raiva de nós, haueahehauheah
8. Prestes | 11/07/2008 at 17:24
de outros clubes grandes.
9. Carlos | 11/07/2008 at 17:38
Post extremamente colorado. Assim não dá. O impedimento é muito colorado.
aslkjdaslkdjasljdaslkjdjlsadljasljkdasljkdjaslld
10. fino | 11/07/2008 at 17:59
Brabo é quando uma rivalidade começa a se firmar e um dos times soca 8 x 1 no outro… klasdfjasdknkasdnjas
11. douglasceconello | 11/07/2008 at 18:12
Bah, Fino. Aquele jogo foi o melhor argumento para DESAUTORIZAR quem considera Inter e Juventude clássico.
No mais e sem qualquer relação com NADA, digo que me mudei. Ajudei OS PEÃO a carregar um ZEPPELIN de móveis e parece que fui passado num ESMURRUGADOR. uahuhshs
Agora pretendo que minha vida fico um pouco mais CALMA. Mas bem pouquinho, só o tempo necessário de sorver o BIRINIGHT.
12. douglasceconello | 11/07/2008 at 18:18
Ah, o elogio já foi feito em conversa PARTICULAR (bem gay), mas faço novamente: texto genial, EMBASADO e ao mesmo tempo LEVE E GRACIOSO. udasuda
13. alemao | 11/07/2008 at 18:33
Luis Felipe dos Santos e Júlio dos Santos são parentes?
14. Carlos Eduardo | 11/07/2008 at 19:14
Bom , não ia comentar a resenha desse ignorante , mas já
que mencionou o meu time , só resta lamentar a tentativa de ser engraçado , típica do Gauchito da fronteira , que arrota
chimarrão e aspira neguelé. Dos Santos , vá comentar a respeito do teu time , afinal , Como ” Tu ” diz , és um cavalo morto , que nem da baia sai ! tenho dito!
15. Milton Ribeiro | 11/07/2008 at 19:48
Perfeito. Grande texto e idéia.
16. Zé Carlos | 11/07/2008 at 20:01
Rivalidade é regional porque você primeiro tem que ser dono do seu pedaço. Não tem essa do Inter ser rival do Corinthians, do Grêmio ser do Palmeiras. É GRENAL, é ATLETIBA, É Palmeiras x Corinthians, Paysandu x Remo…. exemplo disso é na Alemanha, o maior clássico nem envolve o poderoso Bayern de Munique, é o dérby do Vale do Ruhr, Borussia Dortmund x Schalke 04
O Fluminense é grande ? Até acredito que sim, mas não é tudo isso que falam, não basta fazer uma campanha inédita na Libertadores, ser campeão da Copa Do BR, para os famosos Pedro Bial Jô Soares aparecerem e ficar falando no Nelson Rodrigues a todo momento.
Esquema Unimed… gostei dessa.
17. mardruck | 11/07/2008 at 20:30
Perfeito. Grande texto e idéia. [2]
18. Matheus | 11/07/2008 at 21:49
Perfeito. Grande texto e idéia. [3]
Humor fino e elegante como um chapeuzinho curto no meio de campo!
19. tiagón | 11/07/2008 at 21:54
HAHAHAHAHAHAH
não é só um puta texto, é engraçado também. valeu.
[mas como “teria sido roubado” o Grêmio de 96? foi roubado, Francisco Dacildo Mourão e Paulo Jorge Alves venceram, na mão grande. mesmo que tenha sido pura tosquice.
e inclusive, a fechar com o texto, três dias antes o público da semifinal da LIbertadores no Olímpico era 3x menor.
20. Ernesto | 11/07/2008 at 23:23
Depois que o cara falou na coluna ali no site do Atlético-Pr que o “Alan Bahia não é como o Claiton, UM ÍDOLO DE MOMENTO” eu larguei de mão.
Quem considera o Claiton um ídolo, não merece nada.
21. Ernesto | 11/07/2008 at 23:26
O luís Felipe, bem que tu podia dar uma comentada sobre a Liguilla uruguaia.
Andei vendo na espn esses dias que o River Plate tava ganhando do Nacional, de novo, de 2 a 1, eu acho, e tomou 5 a 2, ou 5 a 3. Mas foi parecido com aquele jogo do campeonato.
22. Punfélix | 12/07/2008 at 15:44
Da pequenez do Atlético-PR
Hoje pela manhã, enquanto me demorava no cafezinho e enrolava meus alunos, o assunto era justamente a grandeza inexistente do auto-denominado Furacão. O Atlético não é nem nunca será grande. Dos anos 90 para cá tornou-se apenas um time médio, que vez ou outra irrita seus adversários de maior tradição. Time grande não deixa escapar um título como o de 2004, quando os comandados de Levir Culpi precisavam de apenas de um ponto em três jogos e conseguiram perder os três confrontos. Time grande não se acovarda ao jogar no estádio do adversário, como fez o Atlético no Morumbi. Time grande não vende o elenco inteiro em razão do bom início de temporada, como fez Atlético neste ano.
O Atlético não é grande. É menor até do que os empobrecidos times do Nordeste – estes, ao menos, têm uma torcida numerosa e fanática, e, quando chegam às fases finais das competições, nunca se deixam intimidar.
23. ArubaFLA | 12/07/2008 at 17:39
Sensacional.
Por isso o Fla é o mais odiado do Brasil e o CAP o clube mais simpático…
SRN
24. Caue | 12/07/2008 at 17:50
Foi bom terem lembrado 2004. Aquele time não só foi um dos únicos a conseguir perder pontos pro Grêmio, como CONTRATOU O BALOY daquele jogo. Aí não dá…
25. Caue | 12/07/2008 at 17:51
ops, “depois” daquele jogo
26. Bruno Mendonça | 13/07/2008 at 04:45
Apesar de atleticano, achei muito bom o texto. Eu ainda odeio o Fluminense pelo o que aconteceu com Ricardo Pinto em 96, quando delinqüentes da torcida do pó de arroz, agrediram o goleiro do furacão. Odeio o São Paulo, pela final da Libertadores. Mas de fato, fora do estado do Paraná ninguém conhece o Atlético e qualquer outro time paranaense.
27. bruno r. | 13/07/2008 at 09:14
mais um torcedor do CAP aqui, e mais um que achou o texto muito bom. bem-humorado, elegante, sem nenhuma ofensa.
o engraçado é que, apesar de muitos acharem que o texto é ofensivo contra o CAP, há alfinetadas contra metade dos clubes da série A nas entrelinhas.
o jones resumiu bem: quem usa este tipo de rivalidade (eu, particularmente, vejo como besteira) o faz para sacanear, para provocar os coxas. e usualmente dá certo, pelo que percebemos nas reações deles…
28. Moderação Blogs | 13/07/2008 at 12:04
Tem tanto time bom e grande por ai que ultimamente as torcidas tem feito tanta merda nos estadios e até fora deles que na minha opinião não podem nem mais ser citadas como “torcidas”…
Mas a Flauta é valida. ficou legal o testo, mas bater em cachorro morto é facil…
A torcida do Furacão tem muito pra aprender sim, mas pelo menos estão no caminho certo… espero que no futuro não sejam “grandes” causadoras de problema para o seu clube.
29. Felipe catarina | 13/07/2008 at 21:14
acho que mesmo rivalidades como essa do Grêmio x Palmeiras hoje já estão bem morninhas. Foi algo daquela época, de dois times bons que se enfrentavam constantemente em jogos decisivos. É difícil tu veres uma rivalidade interestadual durar muito tempo no Brasil. Só a “todos contra o Flamengo” e “todos contra o Corinthians” mesmo.
e acreditem, rola isso aí com a torcida do Figueirense com relação a nós e aos criciumenses. Eles se acham “grandes rivais” principalmente da dupla Gre-Nal, contra quem “eles sempre ganham”, na visão deles (do Grêmio é verdade. Do Inter só em Floripa). Mas como no fim acabam falando pras paredes, é conosco e com os do Tigre que eles vêm discutir.
30. douglasceconello | 13/07/2008 at 22:45
hsaudhusdaasduhsaduh
Felipe sempre desmonta qualquer intenção do Figueira.
31. Gustavo | 13/07/2008 at 23:31
Acredito que deveria ser mais fomentada a rivalidade entre eles mesmos. Quanto mais fazem esse tipo de papagaiada, dão brecha pra acontecer a papagaiada que existe nesse estado: a maioria das pessoas torcendo para times de rio e são paulo. Chamando o tio tolstoi: canta a tua aldeia e serás universal.
32. Luís Felipe | 14/07/2008 at 10:13
Ernesto,
A equipe receberá até o início da tarde o meu texto sobre a Liguilla. Teve clássico nesse fim de semana.
33. armandinho cap | 14/07/2008 at 12:47
Olha, seguindo a idéia do autor…o Atlético está começando a ser grande..a partir do momento que é antipático aos torcedores rivais…incluso, o autor do artigo que dispensou tempo útil, que poderia ser gasto aumentando o ibope de seu time, mas, preferiu utilizá-lo em nome da nação rubro-negra.
Veja, é melhor ter um meio-estádio bom, que em breve será concluído – o mais moderno da américa latina – que manter esses puxadinhos remendados e chamar de glorioso, monumental etc…
34. Gustavo | 14/07/2008 at 14:48
Armandinho, time que tem DVD de VICE da libertadores (sim, isso existe, vi na loja do atlético quando estive lá no início do ano) não merece respeito.
35. Jones Rossi | 14/07/2008 at 19:49
Gustavo, nada demais no DVD comemorando o vice. O Grêmio tem um que comemora a Série B. E é do caralho, pelas circunstâncias, e tal. Mas pode saber que nenhum atleticano compra o DVD do vice. Estamos esperando o do mundial, que um dia virá. Afinal, veio até pro Inter. Hehe.
36. fabio | 15/07/2008 at 08:44
O Palmeiras foi tão grande na década de 90 que estava presente nas quatro maiores rivalidades que se criaram à época: Grêmio (desvantagem, admito), Cruzeiro, São Paulo e Vasco…
e o detalhe do Esquema PArmalat é que TODOS os times depois, com o pires na mão, tentaram construir parcerias…
E concordo com o amigo acima, as rivalidades inter-estaduais estão BEM mornas hoje em dia…
37. TRICOLOR DE CORAÇÃO | 15/07/2008 at 11:59
Sou de Porto Alegre, e torço pro Fluminense. Quero dizer que a justiça deve ser feita no episódio RIcardo Pinto. Ex-jogador do Flu, Ricardo se celebrizou por, após tomar um gol do Flamengo, dizer-se honrado em ser mais uma vítima e Zico. Isso, jogando pelo Fluminense. Afastdo do clube, foi parar no Atlético-PR, anos depois. Após o célebre jogo em Laranjeiras, vencido pelo time de Curitiba, Ricardo foi ao vestiário, e retornou para xingar a torcida do Fluminense, mostrando-lhe o dedo médio. O resultado foi a invasão de campo dos tricolores (inclusive, um com a camisa da Super Raça Gremista), e a agressão que todos viram. Lamento hoje como lamentei na época, até porque foi o prenúncio do fim do tradicional estádio de Álvaro Chaves, mas fico me perguntando uma coisa: pra que xingar a torcida? Lembrei do cara do Juventude provocando a Geral do Grêmio, após o gol dos caxienses, no Gauchão 2008. Pra que fazer isso? Nasceu ali um arremedo de rivalidade. Sim, porque o Flu enfiou 3×0 no Atlético, ao natural, e não me senti tão feliz como fico ao vencer o Vasco, o Flamengo ou o Botafogo. Só tenho raiva do C.A.P., mas não coloco a rivalidade no mesmo patamar, até porque um Fla-Flu, um Vovô ou um Clássico dos Gigantes são capítulos legendários da história do futebol mundial. Flu x Atlético é tira-gosto.
38. TRICOLOR DE CORAÇÃO | 15/07/2008 at 12:07
Rivalidade entre cidades, forte mesmo, só mesmo na Inglaterra.
Não me venham falar de Inter x Ju, porque nenhum colorado torce pro Grêmio contra o Ju.
39. | 15/07/2008 at 14:44
35. Jones Rossi | 14/07/2008 at 19:49
Gustavo, nada demais no DVD comemorando o vice. O Grêmio tem um que comemora a Série B. E é do caralho, pelas circunstâncias, e tal. Mas pode saber que nenhum atleticano compra o DVD do vice. Estamos esperando o do mundial, que um dia virá. Afinal, veio até pro Inter. Hehe”
O mesmo Inter que quando vai na “arena” toca o terror. vide estatísticas. Maior número de vitórias coloradas do que derrotas em Curitiba.
Atinência aos dados gurizada, por favor.
40. Ernesto | 15/07/2008 at 14:45
Me esqueci de assinar.
41. Jones Rossi | 15/07/2008 at 20:58
Estou ciente, Ernesto. Só quis fazer uma flauta básica, sem compromisso com o amanhã.
42. prado | 12/12/2008 at 20:53
muito bom o texto. dihudshudiahiudiusfasu
e pelo jeito tu curtiu um poderoso chefão! iduhudhsud
43. CLAUDIO FALAVINHA | 15/02/2009 at 13:18
FAZER O QUE NÃO É? INCOMODAMOS MESMO!!!INFELIZMENTE FALTA INVESTIMENTO NOS TIMES PRA LEVANTAR MAIS CANECOS,POREM É SABIDO POR TODOS QUE O CLUBE ATLÉTICO PARANAENSE FOI O CLUBE QUE MAIS CRESCEU FORA DO EIXÃO DO MAL!!!LUTAMOS CONTRA TUDO E CONTRA TODOS,NOSSA TORCIDA É APAIXONADA,VIBRANTE E FANATICA!!GOSTAMOS SIM DE RIVALIZAR CONTRA GAUCHOS,PAULISTAS E CARIOCAS.
POIS AQUI EM CURITIBA E ALGUMAS CIDADES PR QUEM MANDA SOMOS NÓS,IDENTIDADE DESSE ESTADO TEM QUE EXISTIR!!!!